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Tirando o gás a Bolívia não tem produção
significativa nenhuma.
O Brasil está sendo ridicularizado e tá todo mundo
com o rabo entre as pernas. Porra, que governo é este que temos?
E o Cara ainda fala que o Brasil comprou o Acre por
um cavalo.
Pombas, o Brasil, pagou, pelo tratado de
Petrópolis, em 1903, 2 milhões de libras e ainda cedeu partes de pequenos
territórios do Mato Grosso.
E alguns cavalos foram dados de presente ao
presidente boliviano. Que o Evo agora tenta transformar em piada.
A única parte não cumprida pelo Brasil foi a
construção da Madeira/Mamoré que acabou dando em nada.
Mas que merda eles teria para dar mais em
troca?
Esse cara passou dos limites e se o Brasil
permanecer na posição em que está não vamos mais poder nem sacanear os
argentinos. Estamos levando de goleada do cocalero.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Thursday, May 11, 2006 11:55 PM
Subject: Re: [gl-L] Morales e Chávez irritam colegas na cúpula de
Viena
Qualquer ação que seja realmente contundente contra
a Bolívia. O que não dá é pra ficar nessa passividade.
Principalmente com o presidente e os diplomatas(?)
que temos.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Thursday, May 11, 2006 10:54 PM
Subject: Re: [gl-L] Morales e Chávez irritam colegas na cúpula de
Viena
Já acho que um boicotezinho econômico cairia muitíssimo bem.
Melhor que uma ação militar.
On 5/11/06, ccarloss
<[EMAIL PROTECTED]>
wrote:
Desde o início eu estou perguntando se alguém
acredita que a Petrobrás vai ser indenizada.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Thursday, May 11, 2006 7:30 PM
Subject: [gl-L] Morales e Chávez irritam colegas na cúpula de
Viena
Agora ele quer descriminalizar a folha de
coca...
Rafael
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1001063-EI294,00.html
Morales
e Chávez irritam colegas na cúpula de Viena Quinta, 11 de maio de 2006,
19h21
A tensão entre os líderes latino-americanos veio à tona na
quinta-feira na cúpula com a Europa, onde o presidente boliviano,
Evo Morales, investiu contra a "pilhagem" colonial e o México pediu
à esquerda que fale mais em comércio e menos em ideologia.
Morales,
ex-líder sindical dos plantadores de coca, iniciou sua primeira visita à
Europa como presidente descartando indenizações a empresas estrangeiras
afetadas pela recente nacionalização do gás e do petróleo.
"Por mais
de 500 anos, nossos recursos naturais foram pilhados e nossos bens
primários foram exportados. Isso agora acabou", afirmou em entrevista à
imprensa Morales, que se elegeu com promessas de uso dos recursos naturais
para fins sociais.
A União Européia é o maior investidor da América
Latina, com interesses avaliados em mais de 300 bilhões de dólares,
principalmente nos setores de energia, telecomunicações e
bancos.
Outros líderes latino-americanos demonstraram sua irritação com
o que o presidente do México, Vicente Fox, chamou de "discussão estéril ou
discussão ideológica" — uma clara referência à postura antiimperialista
de Morales e do venezuelano Hugo Chávez.
"A posição do México é
claríssima, vamos lutar por uma maior integração em todos os níveis — pela
abertura de mercados, comércio justo, maior potencial dos consumidores, o
que ao mesmo tempo cria novos empregos", disse Fox, ex-executivo da
Coca-Cola.
Alejandro Toledo, do Peru, também entrou no debate, dizendo
que a Venezuela não pode sequestrar a aproximação entre países andinos e a
UE.
Chávez ameaça retirar o seu país da Comunidade Andina de
Nações, se os demais integrantes do bloco levarem adiante as negociações
comerciais que pretendem com a Europa. O presidente venezuelano já se
manifestou contra os acordos de livre-comércio que Equador, Peru e
Colômbia negociam com os Estados Unidos.
A comissária européia das
Relações Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, alertou que as negociações só
ocorrerão se os andinos chegarem a um acordo. "Cabe a eles realmente se
apresentarem com uma posição comum. Mas certamente não iríamos para
negociações bilaterais", disse em entrevista à imprensa.
SEM
INDENIZAÇÃO
Salientando sua ascendência indígena da etnia aimará,
Morales começou a entrevista de Viena dizendo que os jornalistas
presentes, majoritariamente brancos, deviam estar chocados por verem alguém
como ele no poder.
Ele se irritou com jornalistas brasileiros que
mencionaram os efeitos da nacionalização sobre a Petrobras, empresa que
ele acusou de operar ilegal e inconstitucionalmente na
Bolívia.
Morales se recusa em ceder à pressão para indenizar empresas
como a Petrobras, a espanhola Repsol, a britânica BG e a francesa Total.
"Não há razão para pensarmos em indenizações."
O Brasil reagiu com
tranquilidade aos comentários de Morales sobre a Petrobras. "É parte do
ritual diplomático elevar e diminuir o tom sem interromper o diálogo. Não
acho que o presidente Morales queira radicalizar ou romper relações",
disse o ministro de Relações Institucionais do governo Lula, Tarso Genro, a
jornalistas.
Chávez, que teve em seu hotel de Viena uma recepção digna
de astro pop, feita por manifestantes vestidos de vermelho, disse que Lula
está sob pressão da elite brasileira para agir contra a Bolívia.
"Alguns querem que Lula envie uma divisão de tanques para a Bolívia,
alguns querem que ele declare guerra", disse Chávez.
Em Madri, a
Repsol anunciou que pode recorrer aos tribunais internacionais, se não
obtiver um acordo com a Bolívia.
Morales, que também pretende
nacionalizar a mineração e fazer uma reforma agrária, disse que as empresas
de energia só devem ser indenizadas por seu patrimônio, e não pela perda
das concessões de operações, uma vez que já recuperaram seu investimento
por meio dos lucros obtidos.
Na quarta-feira, a estatal boliviana
YPFB anunciou que vai indenizar a Petrobras pela expropriação parcial de
duas refinarias, provavelmente pagando com gás natural.
Morales
rejeitou as insinuações de que deveria ter consultado investidores e
governos vizinhos antes de assinar o decreto de nacionalização do gás e do
petróleo. "Não há razão pela qual eu deveria ter perguntado e consultado
sobre as políticas soberanas de um país", afirmou.
Ele também
pretende convencer a UE a descriminalizar a folha de coca, cultivada
tradicionalmente nos Andes há milênios para servir de estimulante. A
planta também é matéria-prima da cocaína, cuja produção Morales não quer
legalizar.
(Com reportagem adicional de Mark Heinrich e Bori
Groendahl) Reuters
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