"O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo." - Émile Zol

 

Frase para Sonia e BLUE....

 


 

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 Terça, 25 de julho de 2006, 19h07  Atualizada às 19h48
  Grupo tenta salvar animais em meio à guerra no Líbano
  Em meio à guerra que assola o Líbano, voluntários não se esquecem do
desamparo vivenciado pelos animais desde o início do conflito. Em Beirute,
133 cães e 100 gatos encontram-se refugiados e, apesar de engaiolados, são
mantidos em segurança, longe dos bombardeios israelenses disparados contra o
sul do país. Os voluntários levaram cachorros perdidos, encontrados nos
subúrbios da capital libanesa, a uma fazenda abandonada da cidade.
 
  Os cachorros abrigados pelo grupo em questão, o BETA ¿ Beirute pelo
Tratamento Ético dos Animais ¿ são, de fato, considerados sortudos em
comparação a outros animais de estimação, abandonados pelo caminho enquanto
seus donos fugiram do país. A Embaixada Americana, por exemplo, proibiu
aqueles que evacuaram o Líbano de levarem seus animais nos navios e
helicópteros.
  "As embaixadas que evacuaram seus cidadãos do Líbano cometeram um grande
erro ao não permitir o embarque dos bichos de estimação", diz a ativista
Hania Jurdak. Estabelecida há dois anos, o BETA é a primeira organização
libanesa dedicada a salvar animais perdidos ou vítimas de abusos. O grupo
tenta encontrar um novo lar para os bichinhos.
  De acordo com o co-fundador do BETA, Joelle el-Massih, os cachorros foram
movidos para uma fazenda na cidade de Monteverde, que dista cerca de 15
quilômetros de Beirute, porque ficaram traumatizados com os bombardeios.
"Eles estavam estressados e sofrendo de diarréia", descreveu el-Massih.
  Os cães e gatos foram colocados em microônibus e carros pelos voluntários
da fazenda. Os trabalhadores estavam atarefados nesta terça-feira,
convertendo duas salas da fazenda em clínicas. O esforço não é em vão e já é
reconhecido por vários proprietários de animais.
  Na semana passada, uma funcionária das Nações Unidas que estava a caminho
de um navio, telefonou para o BETA sentindo-se culpado por ter deixado seu
gato trancado dentro de casa. De acordo com o presidente da entidade
libanesa, o veterinário Ali Hamade, a senhora havia implorado para que gato
fosse salvo. "O gatinho está feliz e passa bem comigo na clínica", revela
Hamadeh.
  A voluntária Helena Hesayne já recebeu e-mails de interessados em adotar
os animais dos Estados Unidos, Canadá e Europa, o que é impossível até o
momento, enquanto o Líbano permanece na mira de Israel.
 

 

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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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