|
Eu sei que a lista é muito maior. Citei apenas três
por terem eles feito as declarações mais estúpidas. E querendo nós ou não os
artistas são formadores de opinião.
Resta-nos o consolo de lembrar Drummond: " Mundo
mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo, seria uma rima, não seria uma
solução."
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Saturday, August 26, 2006 1:15 PM
Subject: Re: [gl-L] Autistas da Globo, mensaleiros do
mecenato.
pera aí ...
W Tiso José de Abreu Barretão Paulo
Betti Tonico Pereira ( Brizolão de camisola ) Tom Cruise Charleston
Heston Regina Duarte Paloma Duarte
e vcs queriam o quê ?
ah!
P*rra, cresce e aparece, Dora, artistas, jogador de futebol e etc.. são esta
merda mesmo, ótimos musicos, grandes atletas mas pô intelectuais ???? vcs tão de
sacanagem, bom era o tempo em que o déspota era ilustrado pelo sábio, como
Alexandre e Arsitóteles...
Wagner Who ??? Tiso ?!! Ah! .... se ainda
fosse de o Lohengrin
" Esta é a grande lição ensinada por Lohengrin
e tem em si uma suprema importância. Há, atualmente, milhares de pessoas andando
pelas ruas de muitas cidades, olhando para lá e para cá, procurando um Mestre.
Alguns pretendem tê-lo encontrado ou iludem-se com essa crença: mas a exigência
que é enunciada em Lohengrin é um requisito verdadeiro. O Mestre
deve, quer, e prova sua capacidade. Ele é conhecido por seus
frutos. Em troca, exige lealdade, e a não ser que esta fé, esta lealdade,
esta prontidão em servir, esta disposição para fazer o que for exigido estejam
disponíveis no aspirante, o relacionamento estará terminado. Não importa quão
amargas sejam as lágrimas de arrependimento que possam ser vertidas no caso do
aspirante falhar em sua lealdade para com o Mestre; não importa quão sincero
seja seu arrependimento, a próxima oportunidade não virá na sua vida presente."
in http://www.fraternidaderosacruz.com.br/livrosonline/Misterios_Operas/lohengrin.htm
Em 25/08/06, ccarloss
<[EMAIL PROTECTED]>
escreveu:
Kleber,
E pensar que durante a ditadura os artistas foram
fundamentais na luta por um regime democrático.
Compactuar com Lula e sua quadrilha é, no mínimo,
deixar-nos em dúvida quanto a lisura, honestidade e respeito daqueles que são
responsáveis por transmitir cultura ao povo.
O pior é que fica difícil agora separar os
execráveis dos dignos, como acontece no congresso, onde é mais fácil colocar
todos como crápulas, tantas são as canalhices que
destacar que todos são considerados como o de
mais podre na representatividade do povo.
Lamentando profundamente a carniça moral em que
se transformaram Paulo Betti, Wagner Tiso e Luiz Carlos Barreto.
Certos fins até podem ser questionados se
justificam ou não os meios, mas nunca os que têm um presidente ladrão,
mentiroso, despreparado, e com propósitos
políticos imundos. cercado de pessoas sem dignidade ou honradez para
encararem de frente uma pessoa de bem.
Carlos Antônio.
-----
Original Message -----
Dora Kramer
Os artistas que agora levantam a
bandeira do descaso à ética para justificar seu apoio à candidatura do
presidente Luiz Inácio da Silva à reeleição não fazem bem a si nem ao
candidato que defendem, e fazem muito mal ao País, pois emprestam sua
popularidade ao mau combate. Lançam diatribes aos políticos, associam-se
às justas críticas ao Congresso, mas, tangidos pela pressa de justificar
suas posições sem se dar ao trabalho de encontrar argumentos consistentes,
não percebem que estão para a classe artística assim como mensaleiros e
sanguessugas estão para a classe política. O festim que reuniu nesta
semana em torno do presidente Lula atores, produtores, cineastas e músicos
não poderia ter resultado mais diabólico. Um verdadeiro espetáculo de
equívocos, a começar da convocação do ator José de Abreu aos presentes para
uma saudação a gente denunciada pelo procurador-geral da República como
integrantes de uma "organização criminosa", passando pelo lançamento do
lema "política só se faz com mãos sujas", de autoria do ator Paulo Betti,
tendo como ponto alto a declaração do músico Wagner Tiso de condenação aos
indignados com os escândalos. "Não estou preocupado com a ética do PT, ou
com qualquer tipo de ética", disse Wagner Tiso, informando ao respeitável
público que só está preocupado "com o jogo do poder". O festival de
alienação, irresponsabilidade social e analfabetismo político teve sua
culminância no dia seguinte, quando o produtor Luiz Carlos Barreto rasgou
de vez a fantasia: "Se o fim é nobre, os fins justificam os
meios", afirmou. Para ele, "inaceitável é roubar". E acrescentou: "Mensalão
não é roubo, é jogo político." Ao senhor Barreto parece não ter
ocorrido que o dinheiro do mensalão não brotou em árvores; saiu de empresas
estatais - algumas das quais lhes financiam os filmes - ou de bolsos
privados em troca dos serviços prestados por tráfico de influência no
serviço público. É roubo, portanto. E, ainda que não fosse, é corrupção, é
desvio moral, é dissolução de costumes, é agressão ao preceito
constitucional da probidade e da impessoalidade no serviço público, é a
negação de princípios indispensáveis às sociedades democráticas e
civilizadas. Se são essas as companhias com as quais o presidente da
República pretende se apresentar ao setor cultural, pobres dos artistas,
pois já tiveram como porta-vozes gente de convicções mais altivas. Cabe
apontar que muitos dos que estiveram com o presidente no
inacreditável encontro condenaram as opiniões dos colegas. Estavam ali de
maneira legítima, emprestando apoio ao candidato que consideram o mais
adequado para presidir o País e com o qual têm afinidades políticas. Um
exemplo foi o ator Tonico Pereira. "Não achei legal o que eles disseram. Se
você não pensar nisso (a defesa da ética como valor de conduta)
como possibilidade, então é melhor desistir, eu persigo a ética na
política." A convicção de Paulo Betti sobre o imperativo das mãos sujas
como prática aceitável, bem como a defesa do vale-tudo em nome da causa
nobre feita por Luiz Carlos Barreto ou a preocupação exclusiva com o "jogo
do poder" manifestada por Wagner Tiso mostram total menosprezo pelos
esforços de aprimoramento nos quais se engaja a verdadeira vanguarda
cultural, social e política do Brasil e avalizam toda sorte de mazelas que
infelicitam e atrasam o País. Além de corroborarem a suspeita de que
para certo tipo de gente ética só é boa como marketing eleitoral. A
classe artística está, agora, em situação semelhante à da banda saudável da
política: obrigada a reagir se não quiser se confundir. O problema se
apresenta mais grave aos partidários de Lula que o apóiam não porque mandam
às favas a moralidade, mas porque concordam com ele, consideram-no o melhor
candidato, avaliam positivamente seu primeiro mandato e o vêem como capaz
de fazer um bom segundo governo. http://www.estado.com.br/editorias/2006/08/25/pol-1.93.11.20060825.18.1.xml
?
---
Não leve nada pro
lado pessoal. Apenas divirta-se.
Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages
Newsletter:
www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages Yahoo!
Groups Links
<*> To visit your group on the web, go
to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/
<*>
To unsubscribe from this group, send an email to: [EMAIL PROTECTED]
<*>
Your use of Yahoo! Groups is subject to: http://docs.yahoo.com/info/terms/
__._,_.___
---
Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages
Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages
YAHOO! GROUPS LINKS
__,_._,___
|