Eu não entendia a avaliação do governo Lula não atingir 90% péssima e 10% ruim.
E o seu desempenho nas intenções de votos.
Tá explicado.
 
Carlos Antônio.
Com agradecimentos ao Oriwa.


O que será que é considerado "uso da máquina administrativa e do dinheiro
público"...

"O desembolso com o programa Bolsa-Família deu um salto de 60% em apenas um
mês, saindo de R$ 597,7 milhões em junho para R$ 952,4 milhões em julho,
período que coincidiu com a melhora da avaliação do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, candidato à reeleição, apontada pelos institutos de pesquisa.
No Nordeste, região de maior popularidade de Lula e onde ele obtém maiores
intenções de voto, o aumento em julho foi ainda maior, atingindo 93% - de R$
245,8 milhões para R$ 473,8 milhões.

O casamento do ano eleitoral com a expansão do assistencialismo pode
explicar o bom desempenho do presidente Lula nas pesquisas de intenção
eleitoral, assim como a boa avaliação do seu governo. Os gastos com o
Bolsa-Família estão crescendo justamente no período imediatamente anterior à
eleição, como explica o economista Mansueto Almeida, assessor do presidente
do PSDB, Tasso Jereissati, em trabalho realizado a partir de dados do
Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

Até julho, os benefícios do Bolsa-Família consumiram R$ 4,3 bilhões,
faltando aproximadamente R$ 4 bilhões para serem despendidos até o fim do
ano. Até junho, porém, a média mensal era de R$ 577 milhões.

A partir daí, a média mensal (para se desembolsar todos os recursos orçados
para 2006) aumenta em 44%, para R$ 800 milhões, acompanhando meses
eleitoralmente decisivos, como julho, agosto, setembro e, em caso de segundo
turno, outubro.

Almeida frisou que não pode provar que o grande aumento dos desembolsos do
Bolsa-Família em julho tenha sido um expediente eleitoral. "O governo sempre
pode fazer alegações, como atraso na confecção dos cartões ou outros
problemas do gênero", ele explica.

O fato, porém, é que, do momento em que aumentou os recursos no orçamento
para o Bolsa-Família de cerca de R$ 4 bilhões em 2005, para R$ 8,4 bilhões
em 2006, o Congresso - na visão do economista - colocou nas mãos do governo
um poderoso instrumento de manipulação eleitoral.

Eleitorado - Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
(MDS), dirigido pelo ministro Patrus Ananias, o valor de desembolsos do
Bolsa-Família em julho traz embutida parcela de R$ 273 milhões do pagamento
de junho, não efetuado antes. Ainda assim, somando-se aquela parcela ao que
foi efetivamente pago em junho, chega-se a algo entre R$ 870 milhões e R$
950 milhões (dependendo de se usar os dados do MDS ou do Siafi, que
apresentam alguma discrepância), o que indicaria um salto de 60% a 70% em
relação à média até maio.

Para Marcos Coimbra, do Vox Populi, graças ao programa "o presidente Lula
quebra a resistência de um eleitorado dos grotões e das periferias das
grandes cidades, formado por mulheres de baixa renda e baixa escolaridade,
que resistia a votar nele, mas que, por influência do Bolsa-Família, muda de
idéia e passa a votar"."
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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