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É este tipo de gente que vem administrando o
país.
E há quem defenda.
Esse Paulo Bernardo devia ser esquarteja. Eu não
sei o que ele é na vida. Mas de planejamento e economia entende menos que o
Lula.
E que o FH que até entende mas é safado e conseguiu
com uma chantagem porca aprovar o confisco que é a CPMF.
Carlos Antônio.
10/10/2006 - 16h41Ministro propõe CPMF permanente e 10 a 15 anos para diminuir alíquotaDa Redação
Em São Paulo O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu nesta terça-feira que
a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) deixe de ser
temporária e se torne permanente.
Além disso, ele propôs que a redução da alíquota de 0,38% para 0,08% seja
feita "entre 10 e 15 anos", vinculada a um plano de longo prazo de diminuição
das despesas correntes do governo (gastos para manter a máquina, fora
investimento).
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Segundo o governo, não há condições de abrir mão dos R$ 32 bilhões arrecadados com a CPMF de forma imediata. Bernardo justificou que esse seria um sinal positivo de controle fiscal, "para alavancar de vez" o crescimento do país. Ele lembrou que a prorrogação da CPMF acaba em dezembro de 2007. Ele fez as propostas durante audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso. "É preciso esforço para reduzir a carga tributária, e todos concordam com isso" , disse o ministro. "Mas não dá para ser da noite para o dia" , completou. "Com redução de despesas fiscais, dá para abrir mão de uns R$ 20 bilhões dessa receita, sem precisar criar outro imposto em substituição à CPMF", completou. Ele justificou que um prazo de dez anos, "no mínimo", para a redução gradativa dessa alíquota "seria razoável para conciliar a diminuição nos gastos, o que caberia nos próximos dois mandatos de governo". Bernardo afirmou ser essa a sua posição como ministro do Planejamento, pois o Palácio do Planalto ainda não tem uma posição fechada sobre a prorrogação da CPMF. Mas ele defendeu que essa é uma discussão que precisa ser iniciada no Congresso "ainda neste ano". O ministro lembrou que também a Desvinculação de Receitas da União (DRU) deixa de vigorar no fim de 2007. Sua proposta é de elevar dos 20% atuais, para "25% ou 30%" da receita de todos os tributos, o que forma uma fonte de recursos que o governo federal pode aplicar livremente. (Com informações do Valor Online) --- Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages
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- [gl-L] É pra chorar ou pra cair de pau num cara desses? C... ccarloss
- Re: [gl-L] É pra chorar ou pra cair de pau num cara ... Paulo M.M. Lopes
