Isto e' de uma burrice bovina...
Qualquer imbecil, sabe que o que estao fazendo nao vai melhorar EM NADA, 
ABSOLUTAMENTE NADA, o problema da fraude/virus/etc.
Qualquer hacker de bosta, tem no minimo uma maquina remota 'owned' para 
atuar como gateway/proxy. O problema da vez, inclusive, sao as botnets.
Isto so e' tentativa de pegar os piratas de arquivos e etc.

Se quiserem fazer algo serio para acabar com isto, e' colocar em cana 
provedor e/ou upstream que nao responde a reclamacao de abuso, cana 
dura, acusar de cumplice por omissao, sei la, IANAL..



Gustavo Molina wrote:
> Eu acho bem mais grave que o pedágio na internet
> 
> http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1231864-EI306,00.html
> 
> Brasil
> Segunda, 6 de novembro de 2006, 08h20 
> Projeto pretende controlar livre acesso à Internet
> 
> Às vésperas da votação na Comissão de Constituição de Justiça do Senado, o 
> substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para
> três projetos de lei que tramitam em conjunto pelo Congresso Nacional, que 
> trata da regulamentação e repressão aos crimes de
> informática no Brasil, pode provocar uma mudança drástica na forma como se dá 
> hoje o acesso à Internet no Brasil.
> 
> O ponto mais polêmico é a identificação dos internautas que naveguem por 
> serviços brasileiros em que haja interatividade, ou seja,
> tenham a participação do usuário. Estão nesse leque as salas de bate-papo, 
> envio de mensagens eletrônicas e textos para blogs. O
> projeto também obriga a identificação de quem faz a captura de dados, como 
> músicas e imagens. O texto, conhecido por "Lei de
> Crimes de Informática", deve ser votado na próxima quarta-feira, 8 de 
> novembro, em Brasília. Se passar, será votado no plenário do
> Senado e em seguida é enviado à Câmara, também para votação.
> 
> Para António Tavares, presidente da Abranet (Associação Brasileira de 
> Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede
> Internet), caso aprovadas da forma que estão, as exigências podem levar os 
> provedores a oferecer seus serviços no exterior, onde
> tais obrigações inexistem. Segundo ele, isso acarretaria perda de empregos 
> diretos e indiretos, além de diminuição de
> investimentos no setor.
> 
> "A junção de vários projetos em um só é um trabalho insano e os resultados 
> podem ficar longe do esperado. Estão querendo
> reinventar a roda e assim colocar todo um sistema em risco", diz.
> 
> Tavares afirma que a Abranet defende a auto-regulação e participação da 
> sociedade e dos usuários, a exemplo do que há muitos anos
> se consolida práticas internacionais.
> 
> Aos provedores de acesso caberia impedir o acesso anônimo do usuário à rede e 
> o armazenamento de dados de conexões, como horários
> de entrada e saída, além do tempo de permanência na redes. Esses dados teriam 
> de ser guardados por três anos. O projeto prevê que
> os provedores passem a ser responsáveis pela veracidade das informações 
> prestadas pelo usuários, sob pena de responder
> judicialmente por possíveis incorreções. A pena para o acesso sem 
> identificação prévia seria de dois a quatro anos de reclusão.
> Nesse caso, o infrator ficaria detido até o juiz estabelecer uma fiança.
> 
> O presidente da entidade avalia que exigir co-responsabilidade dos provedores 
> na veracidade das informações prestadas é exagerado.
> "Querem passar para os provedores uma responsabilidade que não é deles", diz.
> 
> De acordo com o senador Azeredo, relator do projeto, inicialmente, a 
> manutenção dos dados aconteceria por dez anos. Em sucessivos
> acordos, o prazo baixou para cinco e agora três anos.
> 
> "Essa é uma situação que foi colocada para nós e vamos estudar para minimizar 
> qualquer impacto negativo para as empresas
> nacionais. Hoje, qualquer pessoa pode enviar uma mensagem, por exemplo, com 
> uso de identidade falsa. Isso não interessa a nenhuma
> pessoa de bem", diz Azeredo.
> 
> Além de senha, nome do usuário e número do IP (Protocolo Internet), que 
> identifica o computador, como acontece hoje, o provedor
> teria de arquivar também informações do internauta como nome e endereço 
> completo, data de nascimento, número do CPF, carteira de
> identidade e telefone. Para a segurança desses dados, os provedores terão de 
> cruzar os dados, por exemplo, com o Cadastro Nacional
> de Pessoas Físicas e Jurídicas.
> 
> Crimes
> A lista de condutas que passam a ser criminalizadas inclui dano por difusão 
> de vírus digital, falsificação de cartão de crédito ou
> débito, furto qualificado por uso de informática, furto de senhas, fraude de 
> informações, obtenção indevida de informação na rede
> e phishing - difusão maliciosa de código com a intenção de obter dados 
> pessoais dos usuários, como senhas bancárias. A prática
> mais comum é o envio de e-mails não solicitados, apontando o link para um 
> serviço falso, onde senhas são capturadas. As penas que
> estão sendo discutidas variam entra três e dez anos de detenção.
> 
> Para Demi Getschko, conselheiro do Comitê Gestor de Internet, uma nova 
> legislação específica para a Internet se faz desnecessária.
> "A Internet é muito dinâmica e essas leis podem se tornar obsoletas 
> rapidamente. Em apenas algumas situações novas, como a difusão
> de vírus, por exemplo, a tipificação se justifica. Para outros tipos de 
> crime, deve ser utilizada a legislação vigente."
> 
> Segundo ele, o projeto é exagerado, por exemplo, a obrigar as pessoas a se 
> identificarem em canais interativos. "Uma pessoa que vá
> ao correio colocar uma carta, ou mesmo usa um telefone público não necessita 
> fazer isso. Mas na Internet seria obrigado. Há muito
> exagero nesse sentido", diz.
> 
> Na última semana, as entidades enviaram ao senador um documento que revela a 
> inquietação do setor com a possibilidade das novas
> medidas serem colocadas em vigor. O documento alerta para o comprometimento 
> da inclusão digital no Brasil e a migração de
> prestadores de serviço, como os provedores, para fora do território nacional. 
> Isso traria uma dificuldade ainda maior para a busca
> - por parte das autoridades brasileiras - dos criminosos na rede.
> 
> Impacto
> O relator do projeto admite que é possível que haja algum impacto entre os 
> provedores para se adaptarem à lei em um primeiro
> momento, caso ela venha a ser aprovada. "Mas isso seria apenas em um primeiro 
> momento, como acontece com qualquer mudança. A
> partir daí, todos seriam beneficiados", diz Azeredo.
> 
> Segundo os provedores de rede de acesso e entidades relacionadas, a aprovação 
> do substitutivo não alcançará a finalidade a que se
> propõe, que é evitar o abuso e a violação do direito de terceiros. Entram aí 
> crimes contra os direitos humanos, como racismo, a
> pedofilia, e crimes contra o patrimônio.
> 
> A principal alegação dos que defendem o anonimato na rede recai para outros 
> perigos que o cadastramento dos usuários pode trazer.
> Isso porque os bancos de dados com informações de cunho pessoal podem ficar 
> expostos a uma possível devassa judicial, além do
> risco de extravio para fins ilegais.
> 
> As obrigações excessivas impostas pelo projeto, apontam as entidades 
> provedoras, vai custar mais para as empresas e os usuários
> podem ter de pagar mais pelos serviços.
> Redação Terra
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> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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