Aka, só repassei , este é o espirito da coisa, a original tá lá em baixo, quanto a Caliban não sei quem seja, ouvi dizer que não tem créditos pois vive em débitos, e pois que psicogarfa letras e otras cositas de igual e tão pouco valor, estelionato puro.
abçs Inutil Paisagem Composição: Tom Jobim/Aloysio de Oliveira Mas pra que Pra que tanto céu Pra que tanto mar, Pra que De que serve esta onda que quebra E o vento da tarde De que serve a tarde Inútil paisagem Pode ser Que não venhas mais Que não venhas nunca mais De que servem as flores que nascem Pelo caminho Se o meu caminho Sozinho é nada É nada É nada 2006/12/15, Antonio Kleber de Araujo <[EMAIL PROTECTED]>:
de que vale a onda que quebra no meio da tarde sem o credito do autor, ou da fonte a frase é nada.... Marco Antonio Figueiredo wrote: > > ashes and snow ( texto enviado por Caliban para Raven ) > <http://marcofigueiredo.multiply.com/journal/item/708> > > > > < http://marcofigueiredo.multiply.com/photos/hi-res/upload/[EMAIL PROTECTED]>saiba > que tu , e como todos que esta lerem > que este besta luto do benefício no viver de arte > economiza dor, e sobretudos , sorrisos gélidos e falsos, > sweters e cachecóis, neste frio de abrasar qualquer > economiza tambem lágrimas secas e ereções sórdidas > fartas de pálpebras recusadas e olheiras > guaximins sombrios da fake joie de vivre, > de que seu estomago está cheio e rôto > > porque te digo isso??? > > porque gosto de e como > te lambo, no regurgito que estas palavras fazem > no céu e no inferno de minha boca > ah! os termos aleatórios que se chocam > e te encantam como naja desferida > um cuspe hipnótico e fracassado > que roubam a graça na desgraçada > e abençoada vida > salve , salve > e vade retro > > que Satanás sou eu e é voce > > E lugar comum é o caralho. > > Eu improviso, > te aporrinho, > patético como uma ema engasgada com seu próprio ôvo > que carece de um enema > prá defecar a promitente vida plumea e inútil > de uma cria dura e de pés horrendos > pois picanha de piranha cai melhor > de sandálias Gladiator > neste prato em que mendigo sexo na Atlântica > à beira de um Atlântico sem nexo e sem sua óbvia rima > Copacabana, e ele errou, só me decifra correto > me ensina > > ( e quase mais ... e me serve um chopp ou uma vodka tambem agora, e > bem gelados por favor ) > > indiferentes a sua onda certinha > que quebra e me , de quebra, tambem > e nem me paga a conta da Casa e Video, > que gasto no todo em DVDs, > clássicos em PBs > > tudo isto cansativamente à beira de um Atlântico, > e que como te disse antes > lugar comum é o caralho, e me antecipo, > peço o churrasco que encomendo para mim > no fim, bem passado, e muito bem passado > sem bens > > pois agora tô fora de covas , e para sempre > just ashes > esparsas e saudades se forem > apenas, higiênicas lembranças > só cabeça e coração, > nem flor, nem vela, > tô fora da favela do estacionamento de corpos > vazei > > quanto a arte ??? > > faça-me um favor, meu rei : > > alcance-me um Plasil ! que tô à mil > > que eu , você , o decujo ponto pacífico no oceano, > leminskiado préviamente, > é no Atlântico > é toda esta nossa > presente e > > inutil paisagem > > > > -- > Marco Antonio Figueiredo > Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal > <http://marcofigueiredo.multiply.com/journal> > >
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