Carlos Marx  Antônio.

gostei do manifesto
só faltou o Internautas do mundo UNI-vos
ou o som da marseillese ao fundo.....

onde eu me alisto??

ccarloss wrote:

> A classe média sustentou a burrice do neoliberalismo, da globalização 
> estúpida, do bolsa família populista, do roubo descarado dos 
> políticos, o lucro dos larápios banqueiros e afundada em dívidas 
> marcha para a extinção.
> Era a morte profetizada há tempos quando assistíamos passivamente o 
> desenrolar dos acontecimentos.
> Quem quiser sobreviver terá que decidir e partir para a luta. E aí já 
> não importam os meios.
> Quebrem o congresso sim. Usem as peixeiras, foices, enxadas mas tirem 
> a canalha do poder. Não apenas os que estão agora. Os que vindos de 
> governos passados vivem à custa dos cofres públicos.
> Urgem medidas que não podemos adiar mais.
> Acabar com a CPMF. Na marra se for preciso.
> Acabar com as indecentes aposentadorias políticas.
> Acabar com as taxas e tarifas bancárias.
> Derrubar os juros.
> Se não sairmos da pasmaceira já, o amanhã pode ser tarde.
> Permaneçam acomodados e verão a condição de miserabilidade chegar 
> quando resolverem acordar.
> Só há um caminho e quem não o seguir estará condenado.
> O preço a pagar poderá ser alto, mas impedirá que embarquemos no trem 
> da morte à caminho do matadouro como gado.
> Chega de protestos e de clamores não atendidos.
> AÇÃO.
>  
> Carlos Antônio.
>  
>  
>  
> ----- Original Message -----
> *From:* Antonio Kleber de Araujo <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
> *To:* [email protected] 
> <mailto:[email protected]> ; 
> [EMAIL PROTECTED] 
> <mailto:[EMAIL PROTECTED]> ; 
> [EMAIL PROTECTED] 
> <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
> *Sent:* Thursday, December 21, 2006 9:39 AM
> *Subject:* [gl-L] [Fwd: Vc é Classe média e ainda votou no apedeuta? Rá!]
>
> conforme prometido
> eu não falo mais de politica, somente economia
>
>
> -------- Original Message --------
> EM BUSCA DE ANTÍDOTOS
> 20.12, 13h38
> por Christina Fontenelle, jornalista
> A revista Veja desse domingo fala sobre o "sufoco" da classe média. Eu
> já falo sobre isso há pelo menos três anos e acho inclusive que "sufoco"
> é elogio. Digo mais: a classe média ainda não sucumbiu porque se
> endividou até o último fio de cabelo. Como não haverá reabilitação
> econômica nenhuma, é uma questão de tempo para que sucumba de vez.
> Minto. Haverá a sobrevivência de um ciclo vicioso que manterá os que
> ganham entre 3 e 10 mil reais por mês trabalhando ininterruptamente e
> cada vez mais por menos, para sustentar, com 90% do que ganham, a
> "benevolência" do governo e da nomenklatura para com os "pobres
> necessitados" - bolsões de voto garantido que, por sua vez, jamais
> sairão da condição em que estão. Está montado o crime perfeito – o
> comunismo que se entranha, em silêncio perfeito.
> Danuza Leão disse em sua coluna deste domingo (17/12) que não sujará
> suas mãos cumprimentando mais nenhum deputado ou senador que não
> protestar contra o vergonhoso aumento de 90% que os parlamentares de
> Brasília concederam a si próprios. Ela diz ainda que se arrependeu de
> não ter anulado seu voto. Sou solidária à colunista, mas ela deveria ter
> usado seu espaço jornalístico para ter denunciado a falsidade
> democrático-eleitoreira que muitos de seus colegas menos privilegiados
> em termos de espaço na mídia tentaram fazer. No futuro, quando "a casa
> cair", como alerta a colunista, entrarão para história do país, nomes
> como os de Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Olavo de Carvalho, Jorge
> Serrão, Diego Casagrande e outros menos afamados colegas que usaram seu
> espaço, seu talento e arriscaram suas cabeças para gritar aos quatro
> cantos do mundo sobre o espetáculo de ascensão e queda da nossa frágil
> democracia – e seu desaparecimento, que era vindouro. Esses homens,
> esses colegas, não tinham armas além de suas vigorosas palavras. Mesmo
> assim não foram covardes. A Danuza fala em jogar uma pedrinha que
> agüente lançar. Terá se redimido. Mas, imperdoáveis serão, para a
> História do país, os que tinham canetas, leis e canhões e covardemente
> se omitiram. Destes ninguém se esquecerá – nem da "falha" histórica nem
> de seu egoísmo covarde.
> Muitos dizem que não há apoio popular para impeachment de Lula. Mentira.
> Mais de 60% da população rejeitou o atual governo nas urnas e milhões de
> famílias brasileiras estão se desfazendo nas vizinhanças de cada um de
> nós, todos os dias, por causa de crises financeiras. Milhões de
> brasileiros estão condenados ao ostracismo intelectual e econômico
> debaixo das vistas de todos. Milhares de olhos de brasileirinhos olham
> para cima em busca de futuro e percebem que estão condenados a vencer ou
> pela arte ou pelo esporte. Condenados sim, porque arte e esporte não
> constroem país nenhum – precisam sim de apoio dos que trabalharam para
> construí-los. Esportistas e artistas bem sucedidos são exceção. Não há
> quem possa acreditar em futuro se a única condição for ser um Pelé ou
> uma Bibi Ferreira.
> Nesta segunda-feira (18/12), o cientista político aposentado William
> Carvalho (61) se acorrentou em uma pilastra do Senado Federal para
> protestar contra o auto-reajuste dos parlamentares. Ficou acorrentado
> por cerca de 30 minutos, até ser retirado do local por seguranças do
> Senado, que quebraram a corrente com um alicate. O aposentado vai ter
> que responder na Justiça pelos crimes de desacato e perturbação da
> ordem. A gente torce para que tenha o mesmo destino de Bruno Maranhão -
> o chefe da turma que promoveu o quebra-quebra no Congresso: glória e
> riqueza patrocinadas pelo Estado. Também na tarde desta segunda-feira, e
> também por causa do reajuste dos parlamentares, Rita de Cássia Sampaio
> de Souza (45) esfaqueou com uma peixeira e pelas costas o deputado
> federal Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) quando ele deixava seu
> escritório, em Salvador (BA), acompanhado de amigos. Aceminho passa bem
> e está em observação no Hospital da Bahia. A mulher foi presa e
> encaminhada ao presídio feminino de Salvador, onde ficará até ser
> julgada. Bem, o STF derrubou o aumento - ontem, 19/12 - e não se sabe
> até que ponto a "loucura desesperada" desses dois cidadãos influenciou
> nesta decisão.
> Império da mentira, da vergonha, da roubalheira. Esse foi o futuro do
> país do futuro. Finjam e fujam o quanto quiserem as autoridades, os
> magistrados, os parlamentares, os militares, os homens de mídia – mas a
> responsabilidade os perseguirá por todos os dias do resto de suas vidas.
> A vitória da nomenklatura e a desenvoltura com que caminha pelo poder
> têm a parte que lhes deve. A experiência globalizadora e robotizadora
> também não lhes terá como agradecer. Mas isto não faria mesmo que
> devesse e ainda que pudesse. Nas suas costas largas carregarão o peso de
> culpas como as de aumentos criminosos a parlamentares e de indenizações
> indevidas – a última delas concedida à Ministra Dilma Russef, que
> planejou, em nome do comunismo, um assalto à residência que rendeu à
> causa US$ 2 milhões e 400 mil e, futuramente, medalha de Ordem do Mérito
> Militar.
> Há algum tempo atrás, quem andasse de farda, de toga ou com crachá de
> congressista, de alto funcionário de poderosas empresas estatais e
> também de poderosas empresas de mídia era observado ou com admiração ou
> com desconfiança, antes de merecer olhar de desdém, de raiva ou de coisa
> parecida. Era a dúvida – será também desonesto? Será também conivente?
> Será culpado? Hoje a incógnita paira apenas sobre pequeno detalhe:
> covardia conivente ou deleite? Mas estão todos carimbados: vergonha –
> medalha que todos ostentam.
> Para a turma dos que acreditam que "eu sozinho não adianta nada", um
> lembrete: cada soldado alemão que tenha pedido baixa do Exército de
> Hitler antes de sair pelo mundo massacrando judeus e populações inteiras
> terá tirado da lista de mortos pelos nazistas uma centena de pessoas.
> Valeu a pena. Todas as conquistas benéficas para a humanidade foram obra
> dos que acreditaram que "eu sozinho" poderia fazer a diferença. E fez. A
> História prova isso todos os dias. Muitos dirão que ela – a História –
> também está cheia de "heróis" mortos. É verdade. Mas, é melhor morrer
> como "inútil herói" do que assistir à "medíocre, dolorosa e lenta" morte
> de filhos e netos como "covarde vivo". A escolha não é das mais fáceis,
> também é verdade, mas é inevitável.
> Natal do crediário. Comerciante comum e mediano que mergulhar nessa onda
> (mesmo que seja mais por não ter saída do que por estar achando ótimo)
> que aguarde o mês de abril – será um festival de inadimplência, de
> desapropriações judiciais e de falências. Enquanto as mega-lojas
> prosperam derrubando a concorrência, oferecendo, até para comida,
> financiamentos em até 12 vezes, comparáveis aos de países cujos juros
> anuais não ultrapassam os 4% para o cidadão comum, nossas pequenas e
> médias casas comerciais vão falindo, às pencas. Mais gente no olho da
> rua, para formar o imenso exército de desesperados por emprego,
> garantindo a conservação de um batalhão de pessoas fazendo cada vez mais
> por menos – sorrindo e dando Graças a Deus.
> Nas mega-lojas onipresentes, produtos baratinhos. Coisa boa, da China. A
> indústria nacional que se dane – quem mandou cobrar caro? Pois é, mas as
> pessoas se esquecem de que mais ou menos 70% da exorbitância dos preços
> dos produtos nacionais é por causa da carga tributária e dos encargos
> com empregados. Tirem esse fardo da nossa indústria e vamos ver se
> teríamos concorrentes à altura para competir em preço e qualidade.
> Assunto batido esse de que produto chinês não poderia entrar em mercado
> capitalista sério. A China vai ficar com tudo – com a produção e com a
> tecnologia. Depois, vai vender o que quiser, para quem quiser e por
> quanto quiser. É uma límpida e clara questão de tempo.
> Quem está apostando que a questão das guerras futuras será de disputa
> por recursos naturais, como vem tentando fazer acreditar a indústria
> midiática alarmista, vai quebrar a cara. Tecnologia de produção de bens
> de consumo e de insumos tecnológico-industriais essenciais às sociedades
> desenvolvidas (e mão de obra capacitada) será a arma tão poderosa quanto
> a atômica ou a nanotecnológica para estar entre os poderosos do planeta.
> Historinha tão óbvia e tão velha – espanhóis, franceses, ingleses e
> portugueses já sabiam disso desde a época das grandes colonizações.
> Por essas e muitas outras razões é que o extermínio da classe média
> intelectualizada é essencial. Será substituída por outra, não tão bem
> abastada e cerebralmente lavada. Tecnologicamente especializada sim, até
> em culinária – mas filosoficamente pobre, paupérrima. Quando se chegar a
> esse ponto, em questão de décadas, não será nem mesmo mais necessária a
> existência de currais eleitorais de gente miserável. Tão cega,
> emburrecida e emcabrestada estará a nova classe média que será mais
> fácil e lucrativo controlá-la do que ter que desperdiçar dinheiro, tempo
> e recursos com gente inútil e desqualificada – controle de natalidade,
> legalização de aborto, encontros homo, tudo isso vai varrer essa
> "gentalha" do planeta na hora certa. Está tudo aí – em planos de ação
> cristalinos, para quem quiser ver.
> Quanto aos bandidos urbanos, aos terroristas e aos fanáticos religiosos,
> eles sobreviverão e existirão na medida em que justifiquem a venda de
> segurança – fórmula genialmente criada que impede que os cidadãos
> pratiquem a legítima defesa de seus costumes e de suas vidas e em que
> eles próprios pagam para ser controlados e oprimidos. Um mal,
> perfeitamente controlável, manipulável, subornável e indispensável à
> indústria dos controladores mundiais que criam insegurança e vendem
> segurança, para controlar e lucrar.
> A imprevisibilidade de certos "loucos" tem sim podido atrapalhar
> bastante os planos da inexorável ditadura global. Olavo de Carvalho fala
> sobre isso (sobre a neotirania) em seu último artigo para o Jornal do
> Comércio. Trabalhar em cima do senso daquilo que seria imprevisível é a
> linha de condução da intelectualidade que pretenda arquitetar planos de
> saída para o caos que se aproxima. Construir articulações sobre a
> imprevisibilidade das reações humanas – este é o caminho da
> contra-revolução emancipadora. Desconstruir a importância da economia
> financeira virtual, com mecanismos de inviabilização de certos tipos de
> troca – arma poderosa, capaz de garantir a sobrevivência de um mundo
> paralelo de resistência. Pensar nas saídas: missão para 2007. Viva a
> liberdade!
>
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> No leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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