Em qualquer caso, e não há dívida que acontecerão, é lamentar o ocorrido. 
Garanto que o número de lamentações será muito menor pelos erros que 
eventualmente venham a ocorrer do que as que existem com a situação hoje 
enfrentada.
No caso de morte, infelizmente o único a fazer é rezar uma missa e rogar para 
que não mais aconteça.
Isto está parecendo argumentação da turma dos "direitos humanos". Em todos os 
setores acontecem erros. Temos exemplos todos os dias. Ligue a tv hoje e ainda 
ouvirá falarem do metrô de São Paulo. Erros médicos são mais comuns que os 
noticiados. Eu não aceito como válidos os questionamentos sobre erros 
judiciários nos casos em que as evidências mostram irrefutavelmente a 
culpabilidade. 
Para não fazer uma lista quilométrica, citemos apenas quatro que ocuparam ainda 
há pouco tempo e os, três dos quais estão nas manchetes até agora. O Elias 
Maluco, que matou o Tim Lopes, a Suzane, que matou os pais, os incendiários de 
ônibus já identificados e estes monstrinhos
que mataram o João Helio. Não mereciam nem julgamento.
São defensáveis? É claro que normalmente os casos em que não há dúvidas na 
culpa são infinitamente mais numerosos que os passíveis de erros. 

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: Julio Arruda 
To: [email protected] 
Sent: Thursday, February 15, 2007 12:42 PM
Subject: Re: [gl-L] Maioridades penais


Rubens wrote:
> ...
>  ??> Sou a favor da pena de morte, da prisão perpétua, de 
>    > trabalhos forçados, e da extinção do salário reclusão.
>    > E mais, preso, dependendo do caso não tem direito a
>    > banho de sol, a visitas, a receber cartas nem a escre-
>    > ver, deve ser trancafiado em cela individual com porta
>    > maciça e apenas uma abertura para passagem de comida 
>    > em pratos de papelão e nada de talheres ainda que de
>    > plástico. Tem que comer com as mãos e cumprir inte-
>    > gralmente a pena a que for condenado. 
> 
>  GM| Tá. E nos casos em que se descobre só depois de anos
>    | que a pessoa era inocente ? E que no Brasil não são 
>    | poucos não.
> 
> 
>      Dá um tapinha nas costas, balbucia "foi maus, aê!",
>      dá 2 reáu pro ônibus e o acompanha até a porta de 
>      saida.  Precisa mais?
> 
>      (e se ficar de gracinha fazendo hora em frente à
>      penitenciária, desce o porrete e trancafia de novo!)
> 

E em caso de pena de morte, voce propoe o uso de necromancia ?


---

Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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