Tem como tirar as teclas sim mas dá trabalho. Eu viro o teclado de cabeça pra 
baixo e dou umas porradinhas. Só aí o que cai de sujeira já é uma festa. 
Depois, com uma lixa de unhas - cortando a ponta reta em vez de deixar curva - 
passo entre os espaços das teclas na horizontal e na vertical e mais sujeira 
sai. Isso por várias vezes. Mais uma virada e mais umas porradinhas e 
finalmente um pincel fino mas de cerdas duras e de boa qualidade para que elas 
não se soltem também entre os espaços das teclas. E pronto. Está limpo.
Lavar os teclados nem pensar e não acredito que ele faça isso. Se fizer 
aconselho a usar ácido muriático. O estrago será completo.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: akleber 
To: [email protected] 
Sent: Tuesday, May 01, 2007 10:13 AM
Subject: RES: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito!


acabo de ler meu texto graças a sua mensagem
meu teclado NATURAL da M$ de mais de 10 anos está abrindo o bico
cheio de sujeira....   blerghh

isto por que nunca soube tirar as teclas para limpa-lo
algunma dica??

soube que o engenheiro lava os seus teclados
isto eu nao tenho coragem de faze-lo



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De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de ccarloss
Enviada em: Monday, April 30, 2007 7:56 PM
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito!



Parafraseando Churchill:

Nunca antes na história da humanidade os bancos ganharam tanto de um único país.

Pesquisem onde quiserem. Até no substituto eletrônico de onisciência, o São 
Google, que acerta muito e erra tanto quanto qualquer outro meio, mas virou 
dogma dos pavlovianos internautas que não enxergam verdades além das fronteiras 
da rede. Em nenhum , NENHUM, lugar do planeta os bancos lucram tanto e exploram 
clientes e empregados como no Brasil.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: akleber 
To: [email protected] 
Sent: Monday, April 30, 2007 5:59 PM
Subject: RES: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito!


Não entendi
o que tinha o alkimim com aquelo texto
mesmo por que declara em letra de forma que o meireles representa a 
continua;cão da politica de valorização do real  iniciada pelo FHC

mesmo por que o alkimin era uam alternativa (infeliz eu confesso) a esta 
economia desastrada
mas os bancos não querem mudan';cas

nunca na hostoria do pais os bancos tiveram uma situação tão conforatável////



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De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Ex Die
Enviada em: Saturday, April 28, 2007 1:38 PM
Para: [email protected]
Assunto: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito!


Luis Nassif OnLine 
www.luisnassif.com.br
23/04/2007 

A manipulação da economia

No livro "Os Cabeças de Planilha", reconstituo o
início do Plano Real e a maneira como o plano foi
adaptado para permitir gordos lucros para instituições
financeiras ligadas a alguns dos formuladores.

A intenção do livro foi menos a de fazer um escândalo,
mais de abrir os olhos para um fenômeno pouco
perceptível para a maior parte da opinião pública: a
maneira como conceitos econômicos são manipulados,
para benefício de alguns grupos ou pessoas.

A economia não é ciência exata. Há muitos caminhos
teóricos alternativos para a definição de política
econômica. Além disso, 

Os efeitos das medidas econômicas não são facilmente
mensuráveis como, por exemplo, um cálculo de
engenharia. Medidas tomadas hoje podem resultar em
desastres daqui a alguns anos. E, muitas vezes, falta
discernimento para a opinião pública conseguir
estabelecer as relações de causalidade.

Essas características tornam as políticas econômicas
extraordinariamente suscetíveis de manipulação.
Especialmente quando não existe na mídia pensamento
crítico para denunciar as manipulações, as falsas
correlações apresentadas.

Quando falo em pensamento crítico, não é a voz isolada
de um ou outro analista. Nas modernas sociedades de
massa, o que conta é o coro, é a soma de vozes, é o
efeito manada.

De 1995 a janeiro de 1999 poucas foram as vozes
alertando para o desastre cambial. Uma semana antes da
explosão do câmbio, um canal de TV a cabo entrevistava
vários economistas para comprovar que "o mercado não
acredita na mudança cambial". Todos os economistas
entrevistados pertenciam à mesma empresa de
consultoria. Mas, em função desses truques de edição,
apareciam como se fossem "o mercado". 

Os cidadãos menos informados - incluídos sucessivos
presidentes da República - acaba acreditando que o
coro representa a verdade. Não se dão conta de que o
volume do coro é apenas conseqüência de se ter um
segmento organizado na economia -os cabeças de
planilha do mercado-e analistas amestrados, que
aceitam clichês, ou por ignorância ou por malícia.

No início do Real, quem ousasse mostrar os absurdos do
câmbio, e os benefícios trazidos para alguns dos
economistas, era taxado de adepto da "fracassomania",
integrante do "arco do atraso", e outras colocações
desqualificadoras.

Ao mesmo tempo, havia todo um coro mistificador,
elevando a reputação dos economistas às alturas.
Fulano é gênio, beltrano é brilhante, e todo esse jogo
de construção de reputações baseado apenas em clichês.

Os economistas do Real deram uma "tacada", com a
apreciação do câmbio em 1994. Alguns se tornaram
inacreditavelmente ricos. Quem pagou foi o país, com a
perda de uma enorme janela de oportunidade -perda que
se prolongou no governo Lula, quando o presidente
permitiu a Antonio Palocci e Henrique Meirelles trazer
de volta a apreciação cambial. 

A intenção do livro foi mostrar didaticamente como se
dá essa manipulação, de que maneira se criam clichês,
muitos sem pé nem cabeça, para dar sobrevida a um
modelo torto. E mostrar também o custo para o país
quando se tem uma mídia tão pouco crítica em relação
aos rumos da economia.
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