Alô, Ccarlinhoss, vai mais uma porradinha ai? :))))) Aliás, "porradinha" aqui é uma bebida, especie de "batida", capaz de derrubar o mais inveterado dos bebedores. Qto a limpeza do teclado... ah, também dou umas porradinhas, passo uma escovinha, etc. Isso, diariamente. Ha uma especie de secador proprio pra a limpeza de teclados, alguem ja experimentou? Conheço quem use secador normal de cabelos, com o jato em posição fria. Vamos ver se aparecem mais sugestões. Bom feriado pra vocês ai, no friozinho aconchegante! Aqui faz sol.... :-( Beijos, Vera
P.S. Notei agora que o safado não estah colocando o acento agudo nos textos digitados. Essa anomalia apareceu ontem.... Alguem sabe o que devo fazer para corrigi-la, please??? ----- Original Message ----- From: ccarloss To: [email protected] Sent: Tuesday, May 01, 2007 10:44 AM Subject: Re: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito! Tem como tirar as teclas sim mas dá trabalho. Eu viro o teclado de cabeça pra baixo e dou umas porradinhas. Só aí o que cai de sujeira já é uma festa. Depois, com uma lixa de unhas - cortando a ponta reta em vez de deixar curva - passo entre os espaços das teclas na horizontal e na vertical e mais sujeira sai. Isso por várias vezes. Mais uma virada e mais umas porradinhas e finalmente um pincel fino mas de cerdas duras e de boa qualidade para que elas não se soltem também entre os espaços das teclas. E pronto. Está limpo. Lavar os teclados nem pensar e não acredito que ele faça isso. Se fizer aconselho a usar ácido muriático. O estrago será completo. Carlos Antônio. ----- Original Message ----- From: akleber To: [email protected] Sent: Tuesday, May 01, 2007 10:13 AM Subject: RES: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito! acabo de ler meu texto graças a sua mensagem meu teclado NATURAL da M$ de mais de 10 anos está abrindo o bico cheio de sujeira.... blerghh isto por que nunca soube tirar as teclas para limpa-lo algunma dica?? soube que o engenheiro lava os seus teclados isto eu nao tenho coragem de faze-lo -------------------------------------------------------------------------------- De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de ccarloss Enviada em: Monday, April 30, 2007 7:56 PM Para: [email protected] Assunto: Re: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito! Parafraseando Churchill: Nunca antes na história da humanidade os bancos ganharam tanto de um único país. Pesquisem onde quiserem. Até no substituto eletrônico de onisciência, o São Google, que acerta muito e erra tanto quanto qualquer outro meio, mas virou dogma dos pavlovianos internautas que não enxergam verdades além das fronteiras da rede. Em nenhum , NENHUM, lugar do planeta os bancos lucram tanto e exploram clientes e empregados como no Brasil. Carlos Antônio. ----- Original Message ----- From: akleber To: [email protected] Sent: Monday, April 30, 2007 5:59 PM Subject: RES: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito! Não entendi o que tinha o alkimim com aquelo texto mesmo por que declara em letra de forma que o meireles representa a continua;cão da politica de valorização do real iniciada pelo FHC mesmo por que o alkimin era uam alternativa (infeliz eu confesso) a esta economia desastrada mas os bancos não querem mudan';cas nunca na hostoria do pais os bancos tiveram uma situação tão conforatável//// -------------------------------------------------------------------------------- De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Ex Die Enviada em: Saturday, April 28, 2007 1:38 PM Para: [email protected] Assunto: [gl-L] Essa turma queria eleger o Alkimin de qualquer jeito! Luis Nassif OnLine www.luisnassif.com.br 23/04/2007 A manipulação da economia No livro "Os Cabeças de Planilha", reconstituo o início do Plano Real e a maneira como o plano foi adaptado para permitir gordos lucros para instituições financeiras ligadas a alguns dos formuladores. A intenção do livro foi menos a de fazer um escândalo, mais de abrir os olhos para um fenômeno pouco perceptível para a maior parte da opinião pública: a maneira como conceitos econômicos são manipulados, para benefício de alguns grupos ou pessoas. A economia não é ciência exata. Há muitos caminhos teóricos alternativos para a definição de política econômica. Além disso, Os efeitos das medidas econômicas não são facilmente mensuráveis como, por exemplo, um cálculo de engenharia. Medidas tomadas hoje podem resultar em desastres daqui a alguns anos. E, muitas vezes, falta discernimento para a opinião pública conseguir estabelecer as relações de causalidade. Essas características tornam as políticas econômicas extraordinariamente suscetíveis de manipulação. Especialmente quando não existe na mídia pensamento crítico para denunciar as manipulações, as falsas correlações apresentadas. Quando falo em pensamento crítico, não é a voz isolada de um ou outro analista. Nas modernas sociedades de massa, o que conta é o coro, é a soma de vozes, é o efeito manada. De 1995 a janeiro de 1999 poucas foram as vozes alertando para o desastre cambial. Uma semana antes da explosão do câmbio, um canal de TV a cabo entrevistava vários economistas para comprovar que "o mercado não acredita na mudança cambial". Todos os economistas entrevistados pertenciam à mesma empresa de consultoria. Mas, em função desses truques de edição, apareciam como se fossem "o mercado". Os cidadãos menos informados - incluídos sucessivos presidentes da República - acaba acreditando que o coro representa a verdade. Não se dão conta de que o volume do coro é apenas conseqüência de se ter um segmento organizado na economia -os cabeças de planilha do mercado-e analistas amestrados, que aceitam clichês, ou por ignorância ou por malícia. No início do Real, quem ousasse mostrar os absurdos do câmbio, e os benefícios trazidos para alguns dos economistas, era taxado de adepto da "fracassomania", integrante do "arco do atraso", e outras colocações desqualificadoras. Ao mesmo tempo, havia todo um coro mistificador, elevando a reputação dos economistas às alturas. Fulano é gênio, beltrano é brilhante, e todo esse jogo de construção de reputações baseado apenas em clichês. Os economistas do Real deram uma "tacada", com a apreciação do câmbio em 1994. Alguns se tornaram inacreditavelmente ricos. Quem pagou foi o país, com a perda de uma enorme janela de oportunidade -perda que se prolongou no governo Lula, quando o presidente permitiu a Antonio Palocci e Henrique Meirelles trazer de volta a apreciação cambial. A intenção do livro foi mostrar didaticamente como se dá essa manipulação, de que maneira se criam clichês, muitos sem pé nem cabeça, para dar sobrevida a um modelo torto. E mostrar também o custo para o país quando se tem uma mídia tão pouco crítica em relação aos rumos da economia. -- __________________________________________________ Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger http://br.messenger.yahoo.com/
