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CA| Eu também não quis dizer que funcionários não possam ser
| substituídos e que há excelência em todos eles, Rubens.
| O que eu foquei é que não se pode relegar a uma vida de
| sacrifícios e privações quem cumpriu o seu tempo de
| serviço e quando mais precisa, tem os seus direitos
| reduzidos. Note que eu não falo em mordomias e nem em
| vantagens. Mas na manutenção de um salário digno que
| permita uma boa qualidade de vida quando esta já está no
| seu terço final.
O problema é que voce mistura coisas completamente
diferentes em um unico balaio... Uma coisa é desejar
"uma velhice digna para o ser humano". Outra coisa,
completamente diferente, é voce querer que o empre-
gador dele banque tudo isso.
Nao vejo porque tenha que ser o empregador a ficar
bancando aposentadoria de funcionario por mais 30,
40, 50 anos, enquanto ele viver, ainda mais recebendo
praticamente o mesmo salario e reajustes de quem está
na ativa. Isso nao é nem um pouco justo.
Quem tem que financiar sua propria aposentadoria é
o proprio trabalhador (pode ser via g*verno, o que
for, mas quem financia é ele e, ok, ate a empresa dele,
mas apenas enquanto ele permanece trabalhando nessa
empresa, depois disso é c'est fini! Tchau!). Empresa
nao é Lar de Caridade para Idosos, ou chegará uma hora
que seus custos com funcionarios irao explodir!
Se fosse em empresa privada, eu nem reclamaria. Pro-
blema dela se falir! Mas em empresas publicas, ban-
cadas também com dinheiro publico, como é o caso da
Petrobrás e dos Bancos do g*verno, quem é contribuinte
tem que reclamar e muito desses Fundos de Pensao.
[ ] Rubens
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