E a canalhice toda começou quando se implantou a CPMF pra "salvar a
saúde"....que não viu um tostão do maldito confisco até hoje e é o descalabro
que é no Brasil.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
From: AKA
To: [email protected]
Sent: Tuesday, August 07, 2007 11:23 PM
Subject: Re: [gl-L] A OAB e a CPMF
CC
segundo o proprio MANTEGA, declaracao dele esta semana a todos
jornais, sem a CPMF acaba a moleza dos vales familia...e bolsas
miseria...
ai eu quero ver aonde vai o nivel d e popularidade do mollusco
On 8/7/07, ccarloss <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
>
>
>
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>
>
>
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> Aí está a CPMF do pulha FH, que o PT e Lula combateram durante todo o
> governo anterior e que agora estão vendendo a família pra manter permanente.
>
> Carlos Antônio.
>
> Fonte: Informativo OAB
> http://www.oab.org.br:80/noticia.asp?id=10710
>
>
>
>
>
> Conselho Federal da OAB condena CPMF e a "voracidade fiscal"
>
> Brasília, 07/08/2007 – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil
> condenou hoje (07) veementemente a proposta de prorrogação da CPMF que o
> governo tenta aprovar no Congresso Nacional, salientando que a sociedade
> brasileira, "combalida pela voracidade fiscal de sucessivos governos, não
> suporta mais impostos". Em nota assinada por seu presidente, Cezar Britto, a
> entidade destaca que a sociedade tolerou até hoje a CPMF, que tinha caráter
> provisório, achando que ela melhoraria a estrutura da saúde no País."Mas nem
> a saúde beneficia-se de sua arrecadação, nem a provisoriedade está sendo
> acatada pelo Estado, que quer torná-la permanente", sustenta.
>
> A seguir, a íntegra da nota emitida pelo Conselho Federal da OAB:
>
> "O Conselho Federal da OAB condena veementemente a tentativa de prorrogação
> da CPMF, expediente tributário que, por desvio de finalidade, há muito
> perdeu sua razão de ser.
>
> Criado a pretexto de reforçar o caixa da saúde pública, tem sido utilizado
> de maneira diversa, destinado em regra para pagamento de juros ao sistema
> financeiro.
>
> A CPMF é imposto iníquo, cumulativo, condenado tecnicamente pelos
> tributaristas. Onera a produção, incidindo no custo final dos produtos,
> penalizando duplamente o consumidor.
>
> Prorrogá-lo é nova quebra de compromisso com a sociedade, que o tolerou em
> caráter provisório, tendo em vista a alegada necessidade imperiosa de
> melhorar a estrutura da saúde pública no país. Mas nem a saúde pública
> beneficia-se de sua arrecadação, nem sua provisoriedade está sendo acatada
> pelo Estado, que quer torná-lo permanente.
>
> A sociedade brasileira, combalida pela voracidade fiscal de sucessivos
> governos, não suporta novos impostos.
>
> Anseia, isto sim, que a alentada carga fiscal que já lhe pesa sobre os
> ombros produza retorno social mais consistente, à altura do sacrifício que
> lhe impõe."
>
> CEZAR BRITTO
> PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DA OAB
>
>
>
---
Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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