Pois  é, linda.

E estaremos ajudando a limpar o Brasil da escória do dinheiro sujo e ganhando o 
nosso honestamente.

Beijão.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: Fatima Conti 
To: [email protected] 
Sent: Saturday, September 01, 2007 9:50 PM
Subject: [gl-L] Re: Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan



Oi Carlos

Infelizmente, tendo em vista a freqüência do uso, pode ser um bom negócio.

Beijins
Fa
----------------------------------------------------------------
"As pessoas tem uma coisa em comum: são todas diferentes."
- Robert Zend
----------------------------------------------------------------


ccarloss escreveu:
> Fa,
>  
> Vamos propor ao sempre empreendedor Kleber sociedade numa fábrica de 
> malas, mochilas e cuecas?
> Seriam equipadas com rastreador e quem comprasse não saberia. Isso 
> facilitaria o trabalho da polícia em rastrear os maleiros, mochileiros e 
> cuequeiros.
>  
> Um beijão.
>  
> Carlos Antônio.
>  
>  
>  
> ----- Original Message -----
> *From:* Fatima Conti 
> *To:* destinatarios-nao-revelados: <mailto:destinatarios-nao-revelados:>
> *Sent:* Saturday, September 01, 2007 9:17 PM
> *Subject:* [gl-L] Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan
> 
> 
> Oi
> 
> Um comentário:
> "Acho que em país algum se vende tanta mala como no Brasil."
> 
> -- 
> Beijins
> Fa
> ----------------------------------------------------------------
> "Como se sabe que a carne de chester é de chester se nunca
>   ninguém viu um chester?"
> ----------------------------------------------------------------
> 
> 
> Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan
> 
> LEONARDO SOUZA
> ANDRÉA MICHAEL
> da Folha de S.Paulo, em Brasília
> 
> Uma nova denúncia de um suposto esquema de lavagem e desvio de dinheiro
> público envolvendo integrantes do PMDB pode complicar ainda mais a
> situação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O advogado
> Bruno de Miranda Lins, que foi casado com Flávia Garcia, assessora
> parlamentar de Renan, acusa em denúncia à Polícia Civil o pai da
> ex-mulher, o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho, de atuar para vários
> políticos do PMDB.
> 
> Em entrevista à revista "Época", Bruno disse que Coelho teria montado um
> esquema de arrecadação de dinheiro para Renan em ministérios controlados
> pelo PMDB, como a Previdência e a Saúde. Não especificou, porém, desde
> quando o esquema estaria em funcionamento. Afirmou que ele próprio foi
> buscar pessoalmente em pelo menos seis ocasiões o dinheiro da suposta
> propina. Numa delas, no BMG, teria pego R$ 3 milhões.
> 
> De fato, Coelho tem amplo trânsito e proximidade com muitos caciques
> peemedebistas, incluindo Renan e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em
> 2004, por exemplo, o presidente do Senado vendeu por R$ 600 mil uma casa
> no Lago Sul, bairro de classe alta de Brasília, para a Grupo de
> Assessoria Ltda., da qual Coelho é dono.
> 
> O empresário costuma freqüentar o gabinete de Jucá. A assessoria
> confirmou que Coelho visitava o senador, mas disse que ele não vai mais
> ao gabinete desde a rápida passagem de Jucá pelo Ministério da
> Previdência, em 2005, do qual se afastou após denúncia publicada pela
> Folha de que teria obtido R$ 750 mil em financiamentos do Banco da
> Amazônia de forma fraudulenta.
> 
> À polícia Bruno também disse que o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT),
> quando esteve na chefia do INSS, atuou para beneficiar o BMG na
> concessão de crédito consignado.
> 
> Prestado em setembro de 2006 ao delegado da Polícia Civil do DF João
> Kleiber Esper, o depoimento de Bruno é cercado de brigas, processos e
> ameaças por conta de sua separação. O documento ficou parado na gaveta
> de Esper por sete meses. Depois de percorrer mais algumas repartições na
> polícia do DF, o depoimento só foi enviado à PF há cerca de um mês.
> 
> Segundo a "Época", a corregedoria da polícia abriu sindicância para
> apurar por que o delegado demorou tanto para passar adiante um assunto
> que não era de sua competência. Investiga também se o depoimento teria
> sido usado em uma tentativa de chantagem contra o empresário Luiz Carlos
> Coelho e o senador Renan.
> 
> De acordo com a "Época", a polícia investiga a informação de que o
> delegado Esper e um amigo, o empresário Orlando Rodrigues da Cunha
> Filho, presidente da Hípica de Brasília, foram a um escritório de
> advocacia para tentar a extorsão. "Estive lá com o Orlando, sim. Até
> falamos sobre o depoimento, mas não pedi dinheiro", disse o delegado à
> revista.
> 
> Outro lado
> 
> Procurado pela Folha, Renan não ligou de volta. A assessoria de Jucá
> informou que ele foi operado ontem e não poderia se manifestar. As
> assessorias de Bezerra e do BMG negaram ter havido benefício indevido ao
> banco para operar com crédito consignado.
> 
> 01/09/2007 - 09h36
> 
> Retirado de
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u324891.shtml
> 
> Recebi de "Fábio Valente" na [ Mistura-Fina ]
> 


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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