Kleber, 

Mais uma fonte pra arrecadar=roubar dinheiro público eles já arranjaram. Estão 
tentando levar a toque de caixa a transposição do São Francisco, onde se sabe 
que rio mesmo o que vai correr é o de grana pro bolso dos lullistas.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: AKA 
To: [email protected] 
Sent: Sunday, September 02, 2007 8:42 AM
Subject: Re: [gl-L] Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan


primeiro vcs tem que decidir qual vai ser o TARGET, o cliente alvo

se os PTistas que carregam os dolares
se os bancos que pagam os dolares
se a PF (para fazer figuracao) e rastrear...


pela minha experiencia comercial o ideal eh continuar atendendo este
promissor mercado de ladroes corPTistas que tem mais tres anos de
roubalheira pela frente....
e tem muita grana para carregar

afinal o presidente " traido" t'a dando uma de corno manso e assumiu
os "traidores" **

afinal os caras ainda tem que roubar bastante para pagar os advogados,
esses sim profissionais no roubo....


** CC fico impressionado como pessoas de nivel superior, absolutamente
idiotas, ainda acreditam nesse discurso...

On 9/1/07, ccarloss <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
>
>
>
>
>
> Fa,
>
> Vamos propor ao sempre empreendedor Kleber sociedade numa fábrica de malas,
> mochilas e cuecas?
> Seriam equipadas com rastreador e quem comprasse não saberia. Isso
> facilitaria o trabalho da polícia em rastrear os maleiros, mochileiros e
> cuequeiros.
>
> Um beijão.
>
> Carlos Antônio.
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Fatima Conti
> To: destinatarios-nao-revelados:
> Sent: Saturday, September 01, 2007 9:17 PM
> Subject: [gl-L] Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan
>
>
> Oi
>
> Um comentário:
> "Acho que em país algum se vende tanta mala como no Brasil."
>
> --
> Beijins
> Fa
> ----------------------------------------------------------------
> "Como se sabe que a carne de chester é de chester se nunca
>   ninguém viu um chester?"
> ----------------------------------------------------------------
>
>
> Ex-aliado diz que levava dinheiro em malas para Renan
>
> LEONARDO SOUZA
> ANDRÉA MICHAEL
> da Folha de S.Paulo, em Brasília
>
> Uma nova denúncia de um suposto esquema de lavagem e desvio de dinheiro
> público envolvendo integrantes do PMDB pode complicar ainda mais a
> situação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O advogado
> Bruno de Miranda Lins, que foi casado com Flávia Garcia, assessora
> parlamentar de Renan, acusa em denúncia à Polícia Civil o pai da
> ex-mulher, o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho, de atuar para vários
> políticos do PMDB.
>
> Em entrevista à revista "Época", Bruno disse que Coelho teria montado um
> esquema de arrecadação de dinheiro para Renan em ministérios controlados
> pelo PMDB, como a Previdência e a Saúde. Não especificou, porém, desde
> quando o esquema estaria em funcionamento. Afirmou que ele próprio foi
> buscar pessoalmente em pelo menos seis ocasiões o dinheiro da suposta
> propina. Numa delas, no BMG, teria pego R$ 3 milhões.
>
> De fato, Coelho tem amplo trânsito e proximidade com muitos caciques
> peemedebistas, incluindo Renan e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em
> 2004, por exemplo, o presidente do Senado vendeu por R$ 600 mil uma casa
> no Lago Sul, bairro de classe alta de Brasília, para a Grupo de
> Assessoria Ltda., da qual Coelho é dono.
>
> O empresário costuma freqüentar o gabinete de Jucá. A assessoria
> confirmou que Coelho visitava o senador, mas disse que ele não vai mais
> ao gabinete desde a rápida passagem de Jucá pelo Ministério da
> Previdência, em 2005, do qual se afastou após denúncia publicada pela
> Folha de que teria obtido R$ 750 mil em financiamentos do Banco da
> Amazônia de forma fraudulenta.
>
> À polícia Bruno também disse que o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT),
> quando esteve na chefia do INSS, atuou para beneficiar o BMG na
> concessão de crédito consignado.
>
> Prestado em setembro de 2006 ao delegado da Polícia Civil do DF João
> Kleiber Esper, o depoimento de Bruno é cercado de brigas, processos e
> ameaças por conta de sua separação. O documento ficou parado na gaveta
> de Esper por sete meses. Depois de percorrer mais algumas repartições na
> polícia do DF, o depoimento só foi enviado à PF há cerca de um mês.
>
> Segundo a "Época", a corregedoria da polícia abriu sindicância para
> apurar por que o delegado demorou tanto para passar adiante um assunto
> que não era de sua competência. Investiga também se o depoimento teria
> sido usado em uma tentativa de chantagem contra o empresário Luiz Carlos
> Coelho e o senador Renan.
>
> De acordo com a "Época", a polícia investiga a informação de que o
> delegado Esper e um amigo, o empresário Orlando Rodrigues da Cunha
> Filho, presidente da Hípica de Brasília, foram a um escritório de
> advocacia para tentar a extorsão. "Estive lá com o Orlando, sim. Até
> falamos sobre o depoimento, mas não pedi dinheiro", disse o delegado à
> revista.
>
> Outro lado
>
> Procurado pela Folha, Renan não ligou de volta. A assessoria de Jucá
> informou que ele foi operado ontem e não poderia se manifestar. As
> assessorias de Bezerra e do BMG negaram ter havido benefício indevido ao
> banco para operar com crédito consignado.
>
> 01/09/2007 - 09h36
>
> Retirado de
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u324891.shtml
>
> Recebi de "Fábio Valente" na [ Mistura-Fina ]
>
>
> ---
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> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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