Respondendo a Guilherme:

> A "promoção" exige 15 dias de consumo no Brasil e apenas
> 14 dias das uruguaias e argentinas (como se, nessa altura,
> 1 dia fizesse diferença).

  Taí uma coisa interessante ... porque 14 lá e 15 aqui?

  Deve  ser  algo  associado a cultura, demonstrando que não
  tem  nenhum  bobinho  por  trás  da peça publicitária, que
  aliás continua mesmo depois da "promoção".

  Penso  que  as questões "medicinais" não devem ser levadas
  em  conta, mesmo porque não se trata de remédio mas apenas
  de  um  produto para consumo, como o conhecido Yakuti (era
  isso  mesmo?),  que prometia mais ou menos a mesma coisa e
  foi fartamente consumido com entregadores levando de porta
  em porta aquele frasquinho plástico com um treco esquisito
  e amarelado mas de sabor agradável (eu gostava).

  Mal certamente não faz (na esperança de que as "toridades"
  sanitárias cumpram seu papel de fiscalizar essas coisas) e
  na  pior  das  hipóteses lembra as pessoas de que devem se
  preocupar com a alimentação.

  Mas  de  minha parte a questão não era discutir a eficácia
  do  produto  e afirmei logo de cara que não tenho o perfil
  pra  isso,  já que sou cagão com hora marcada e das poucas
  coisas  que  ainda funcionam aqui (epa!) o intestino é uma
  delas, questionei a posição de chutar a propaganda como se
  não tivesse nenhuma eficácia.

  Considero  que  o  simples fato de estarmos discutindo ela
  aqui  demonstra  que pelo menos foi vista e é lembrada, ou
  seja,  mal  feita ou bem feita (depende do ponto de vista,
  claro) cumpriu bem seu papel.

  E entendo perfeitamente porque em uma pessoa com problemas
  intestinais  a  propaganda  causa  desconforto (talvez até
  seja  este  o  objetivo)  creio  que  é  o  mesmo  tipo de
  desconforo que causa uma propaganda de hemorróida a quem a
  tem  e  vê  um sujeito andando a cavalo com um sorriso nos
  lábios, como se o remédio permitisse aquilo.

  Mesma  coisa  com  propaganda de absorvente íntimo, sempre
  causa  desconforto  em  todo  mundo,  mas  certamente    é
  exatamente  o  que  pretendem  seus  criadores, lembrar as
  pessoas   que   devem   comprar   coisas  que  normalmente
  prefeririam  que nem existisse... ou melhor, não existisse
  a causa da existência do produto.

  Se  a  questão  é  simplesmente  ser  idiota, neste caso a
  propaganda  da Danone não é mais que a de qualquer cerveja
  e  as  outras  99% de propaganda que aparecem em nossa TV,
  alias  as  maiores  inimigas  (ou  seria  amigas)  do  meu
  controle remoto.

  Aliás,  as  propagandas  de carro especialmente parece que
  estão  participando de algum concurso de imbecilidade, tem
  umas  que  me fazem justamente pensar se vale a pena andar
  com  um  carro  que  tem  como  garoto  propaganda  o tipo
  ridículo de pessoas que colocam como seus proprietários.

  E  não é por falta de "idéia" já que recebo constantemente
  propagandas  de  fora  que  são abosolutamente geniais, dá
  vontade  comprar  o  carro  depois  de  ver ... mas sempre
  passa.
 
    Grande abraço,

        Divino  Leitão
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    Pra rir e pensar (não necessariamente nesta ordem)
    O homem que não comete erros geralmente não faz nada. Edward John Phelps

   


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