Excelente ideia Marco! Com isso teremos uma posição do grupo e com a certeza de que não deixamos escapar nenhum ponto importante. Abraço, Paulo
-----Mensagem original----- De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Marco Viana Enviada em: domingo, 15 de fevereiro de 2015 10:54 Para: IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada Assunto: Re: [Irriga-l] RES: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS Bom dia Paulo Temos sim que contra argumentar. E seria importante uma carta bem estruturada. Temos feito algumas argumentações nessa direção que entendo poderiam nos ajudar. Vamos realizar um evento no dia 12/03 na UNESP de Ilha solteira onde o tema principal e exatamente esse. Poderíamos no final fo evento discutir e formular uma carta. Um dos grandes objetivos do GIFC e entender e buscar esclarecimentos sobre o uso da agua. E o momento, mais do que nunca e agora. Em 14/02/2015 21:29, Paulo Cesar Sentelhas <[email protected]> escreveu: > > Prezado Marco > > Concordo plenamente com suas colocações e julgo que o GIFC deveria enviar uma > carta ao editor da revista contra-argumentando as colocações do professor. Eu > sei que boa parte do estrago está feita, mas devemos nos posicionar de forma > firme e clara. Me assusta essas matérias que só apresentam um lado da > história, sem contra-argumentações diante de um assunto tão importante quanto > este. > > Caso aceite minha sugestão e precisar de ajuda na formatação da carta, por > favor, me avise, que terei o maior prazer em colaborar. > > Abraço, > > Paulo > > > > > > De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de > Marco Viana - RPA Consultoria Enviada em: sábado, 14 de fevereiro de > 2015 09:50 > Para: '[email protected]: Grupo de Discussão > em Agricultura Irrigada'; > "'undisclosed-recipients:'"@debian-email.email.locaweb.com.br > Assunto: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > > > > Bom dia > > > > Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente > redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? > > Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de orientação ao > irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o nosso papel. > > Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas > cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle esquece > que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água nas > industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção, pois > vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa mesma > água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana. > > Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver desemprego > em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB nacional que uma > redução de produtividade traria prejuízos astronômicos para a economia > nacional. > > Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois percebemos > que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando vemos um > professor pregando algo assim. > > > > Abraços > > > > > > > > > > Marco Viana > RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. > Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas Ribeirão Preto, SP, Brasil, > CEP 14020-060 > Fone: 55 16 3237-4249 > Celular: 55 16 981.752662 > > > > De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de > Rodrigo Vieira Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 > Para: undisclosed-recipients: > Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS > > > > > > ---------- Mensagem encaminhada ---------- > De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> > Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 > Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS > Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" > <[email protected]>, "[email protected]" > <[email protected]>, "[email protected]" > <[email protected]> > > > Para conhecimento. > > > > De: Gerlane Alves de Sousa > Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 > Para: Secretaria Nacional de Irrigação > Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS > > > > MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 > > > > Época > > Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” > > http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02 > /paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html > > Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio de > Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma que > agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas lavouras, mesmo > que isso signifique redução na colheita. Segundo o professor, a medida seria > bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade agrícola, como > Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito Santo onde as perdas com > estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o equivalente a 15% de sua receita > anual. Para compensá-los de uma eventual redução na colheita, o governo > pagaria uma indenização, como incentivo a economia de água. Canedo diz que o > custo para os cofres públicos seia menor do que os gastos para compensar a > crise hídrica. > > >> Reportagens sobre a crise da água > > ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que consideram > desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? > Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de > água e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido > comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água são > gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela > população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a > agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está > errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de > Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é > pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre > presente, para estimular o uso correto da irrigação. > > ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? > Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio > técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método mais > eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata > simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais > utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores > rurais, o que não seria justo. > > ÉPOCA – Qual a solução possível? > Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do tamanho > que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós fizermos > as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem para > corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. > > ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na economia > dos municípios? > Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão sempre > maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas coisas > ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais, estaduais > e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A água não acaba > de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o pessoal de Cachoeiro > de Itapemirim já sabia que era muito provável uma estiagem. Para ouvidos > leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma família em que apenas o pai > tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será financeiramente difícil e avisa > à família que poupará dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana, > por exemplo, não pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água > começar com antecedência, ninguém sofrerá muito. > > ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é responsável > pela crise? > Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca > urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a utilização > da água para consumo. > > ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? > Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos água, > evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o > orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um > país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos > hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A culpa > é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão grave, se > tivéssemos um comportamento minimamente organizado. > > > > G1 > > Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês > > http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazen > da-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html > > > > Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção de > flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com que 15 > milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos mananciais. O > investimento foi de R$ 500 mil. > > A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é ligado à > estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles vão > garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise hídrica. > > > > Diário do Grande ABC > > Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na > região > > http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232 > 566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-r > egiao?referencia=minuto-a-minuto-topo > > Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta semana, > e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, tomou um susto > ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno de 10,61% mais > caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela falta de água, > justificam os estabelecimentos, que fez com que agricultores tivessem de > despender mais recursos com a irrigação, custo que foi repassado ao > consumidor. > > Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta básica > pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de > Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada com os sete dias > anteriores, saindo por R$ 472,97. > > Em Destaque > > Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara > sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta > semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza > > Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que > voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – alta > de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor foram a > batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em média R$ > 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a R$ 2,74. > > O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma que, > na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A alface, > ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). > > Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os > agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção do > setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e percebemos > que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em > todos os lugares.” > > A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente Joacir > Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à estiagem e > investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que realizar por conta > da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os alimentos pesou muito, e os > clientes não param de reclamar”, diz. > > É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou indignado > ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera preocupação > porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso vai parar.” > > A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando percebeu > que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para aumentar uma > salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de ideia.” > > ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes > importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. “Grãos e > raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos congelados como > ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a culinarista Ana > Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos preços. > > Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também reduz os > gastos com alimentação. > > CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é aproveitar > alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como ingredientes da > caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço na região. O quilo > do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do maracujá sai por R$ > 4,99. > > > Reuters Brasil > > Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração > federal > > http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 > > SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o > monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração > pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de > racionamento no país. > > Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o > Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer informações > referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do Sistema do > Projeto Esplanada Sustentável. > > Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem ser > inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de cada > órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. > > A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e > Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, > estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água > pelos órgãos em até 60 dias. > > A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas pelos > órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais estão o > desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e lâmpadas em > ambientes desocupados. > > Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a > definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e gramados > e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da água e de > captação da água de chuva em novos projetos de edificações. > > A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos > reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações > para o abastecimento energético e hídrico do país. > > > > Montesclaros.com > > Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas > > http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 > > O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no > abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água deverão > ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De acordo com > proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de Recursos > Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá reduções de 20% > do volume diário de captação de água para consumo humano, 30% para as > captações de água para consumo industrial e de 30% para irrigação para a > agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa elaborada pelo > conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado foram questionados > pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e possíveis alterações no > texto, outra reunião do conselho será marcada, quando haverá a votação e as > medidas poderão ser adotadas. > > > > > > Gerlane Alves > Assessoria de Comunicação Social > > Ministério da Integração Nacional > Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 > > Site: www.mi.gov.br > Facebook: facebook.com/br.integracao > > Twitter: twitter.com/br_integracao > > _______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l _______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
