Prezados,
com relação à Comunicação Institucional do GIFC, sugiro evoluir na produção de
um texto de fácil compreensão por leigos na seguinte linha básica (estou
sugerindo alguns argumentos, mas creio que podem haver outros):
Mitos e verdades relacionados à crise hídrica e a produção de cana-de-açúcar no
Estado de São Paulo
1) Agricultura consome 70% da água em São Paulo.
Mito ou verdade? MITO
Na 21ª Semana Mundial da Água, realizada em Estocolmo, na Suécia, em 2011, foi
divulgado que o uso doméstico de água no mundo representa 10% do consumo total,
sendo 20% do consumo ligado ao uso industrial e 70% para a agricultura.
Contudo, informações do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de
São Paulo (DAEE) apontam que, no Estado, a irrigação consome 43% da água, sendo
seguida pelo uso urbano (32%) e depois uso industrial (25%).
2) No Estado de São Paulo está faltando água por culpa da cana-de-açúcar.
Mito ou verdade? MITO
A ilustração abaixo mostra a atual situação de demanda em comparação com a
disponibilidade de água em cada uma das 22 bacias hidrográficas do Estado.
Cabe explicar que a chamada “vazão de referência” representa uma quantidade de
água disponível por unidade de tempo que garanta os usos múltiplos outorgados
(autorizados pelo DAEE) ou estimados para cada bacia, somada a um montante
adicional que garanta a manutenção dos ecossistemas terrestres e aquáticos dos
corpos hídricos da bacia.
Logo, a ilustração nos mostra que a situação atual é gravíssima na bacia do
Alto Tietê (onde está a capital do Estado), sendo crítica nas bacias
Piracicaba/Capivari/Jundiaí e Mogi-Guaçu. Mas não é crítica nas outras 18
bacias.
A próxima ilustração, onde se verifica o mapa de ocupação da cana-de-açúcar no
Estado de São Paulo - dados de 2014 -, aponta que as bacias hidrográficas onde
há cana (zonas em verde) são, na sua imensa maioria, as que se acham com a sua
vazão de referência demandando abaixo de 50% da disponibilidade. A exceção
ocorre apenas em parte das bacias Mogi-Guaçu e Piracicaba/Capivari/Jundiaí.
Desta forma, a grosso modo, onde há crise hídrica no Estado de São Paulo não é
onde se cultiva cana. Não há relação, portanto, entre região que se produz
cana-de-açúcar e bacia onde falta água.
3) Para ser produzida, cana-de-açúcar usa água que faz falta nas cidades.
Mito ou verdade? MITO
Conforme levantamento feito pelo Programa “Cana pede Água”, na safra 2011/2012
apenas 2,31% da área de cana do Estado de São Paulo receberam irrigação com
água. O que aconteceu foi que 30,33% dos canaviais paulistas receberam
irrigação com vinhaça (a famosa fertirrigação), um resíduo da fermentação
alcoólica do caldo de cana, e não com água.
A cana-de-açúcar é, portanto, produzida quase que exclusivamente no Estado de
São Paulo usando a água que vem das chuvas. É uma cultura de sequeiro.
Praticamente não se usa água captada de rios, lagos e poços para irrigar cana,
não havendo, assim, conflito de água entre cana-de-açúcar e outros usos no
Estado de São Paulo.
4) Cana-de-açúcar gasta muita água para ser produzida. Melhor seria
privilegiar o uso desta água para outras culturas.
Mito ou verdade? MITO
Estima-se que, enquanto a pegada hídrica (PH) para produzir uma tonelada de
cana-de-açúcar no Brasil seja de 137 metros cúbicos, este número suba mais de
16 vezes para produzir uma tonelada de soja (PH = 2.202 metros cúbicos de água
por tonelada de soja), mais de 26 vezes para uma tonelada de arroz (PH = 3.624
m3/t), mais de 81 vezes para uma tonelada de café (PH = 11.195 m3/t) e mais de
141 vezes para uma tonelada de carne bovina ((PH = 19.435 m3/t).
A cana-de-açúcar é das culturas mais eficientes em converter água em produto
final.
5) Chove menos onde se cultiva cana-de-açúcar do que em matas nativas.
Mito ou verdade? MITO
Se considerarmos que a evapotranspiração anual (soma de água evaporada e
transpirada pelas plantas em forma de vapor) de 1 hectare de Mata Atlântica
costuma representar pouco menos de 800 mm, enquanto a cana-de-açúcar de
sequeiro apresenta entre 1.200 e 1.400 mm de evapotranspiração anual, a cana
chega a contribuir com até 75% mais vapor para formação de nuvens e chuva do
que a Mata Atlântica.
Abraços,
Ricardo Pinto
-----Mensagem Original-----
From: Paulo Cesar Sentelhas
Sent: Monday, February 16, 2015 1:18 PM
To: '[email protected]: Grupo de Discussão em Agricultura
Irrigada'
Subject: [Irriga-l] RES: RES: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
Excelente ideia Marco!
Com isso teremos uma posição do grupo e com a certeza de que não deixamos
escapar nenhum ponto importante.
Abraço,
Paulo
-----Mensagem original-----
De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Marco
Viana
Enviada em: domingo, 15 de fevereiro de 2015 10:54
Para: IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada
Assunto: Re: [Irriga-l] RES: RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
Bom dia Paulo
Temos sim que contra argumentar.
E seria importante uma carta bem estruturada.
Temos feito algumas argumentações nessa direção que entendo poderiam nos ajudar.
Vamos realizar um evento no dia 12/03 na UNESP de Ilha solteira onde o tema
principal e exatamente esse.
Poderíamos no final fo evento discutir e formular uma carta.
Um dos grandes objetivos do GIFC e entender e buscar esclarecimentos sobre o
uso da agua.
E o momento, mais do que nunca e agora.
Em 14/02/2015 21:29, Paulo Cesar Sentelhas <[email protected]> escreveu:
>
> Prezado Marco
>
> Concordo plenamente com suas colocações e julgo que o GIFC deveria enviar uma
> carta ao editor da revista contra-argumentando as colocações do professor. Eu
> sei que boa parte do estrago está feita, mas devemos nos posicionar de forma
> firme e clara. Me assusta essas matérias que só apresentam um lado da
> história, sem contra-argumentações diante de um assunto tão importante quanto
> este.
>
> Caso aceite minha sugestão e precisar de ajuda na formatação da carta, por
> favor, me avise, que terei o maior prazer em colaborar.
>
> Abraço,
>
> Paulo
>
>
>
>
>
> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de
> Marco Viana - RPA Consultoria Enviada em: sábado, 14 de fevereiro de
> 2015 09:50
> Para: '[email protected]: Grupo de Discussão
> em Agricultura Irrigada';
> "'undisclosed-recipients:'"@debian-email.email.locaweb.com.br
> Assunto: [Irriga-l] RES: Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>
>
>
> Bom dia
>
>
>
> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente
> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ?
>
> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de orientação ao
> irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o nosso papel.
>
> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas
> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle esquece
> que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água nas
> industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção, pois
> vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa mesma
> água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana.
>
> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver desemprego
> em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB nacional que uma
> redução de produtividade traria prejuízos astronômicos para a economia
> nacional.
>
> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois percebemos
> que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando vemos um
> professor pregando algo assim.
>
>
>
> Abraços
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Marco Viana
> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios.
> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas Ribeirão Preto, SP, Brasil,
> CEP 14020-060
> Fone: 55 16 3237-4249
> Celular: 55 16 981.752662
>
>
>
> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de
> Rodrigo Vieira Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41
> Para: undisclosed-recipients:
> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS
>
>
>
>
>
> ---------- Mensagem encaminhada ----------
> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]>
> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS
> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])"
> <[email protected]>, "[email protected]"
> <[email protected]>, "[email protected]"
> <[email protected]>
>
>
> Para conhecimento.
>
>
>
> De: Gerlane Alves de Sousa
> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26
> Para: Secretaria Nacional de Irrigação
> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS
>
>
>
> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015
>
>
>
> Época
>
> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária”
>
> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02
> /paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html
>
> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio de
> Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma que
> agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas lavouras, mesmo
> que isso signifique redução na colheita. Segundo o professor, a medida seria
> bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade agrícola, como
> Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito Santo onde as perdas com
> estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o equivalente a 15% de sua receita
> anual. Para compensá-los de uma eventual redução na colheita, o governo
> pagaria uma indenização, como incentivo a economia de água. Canedo diz que o
> custo para os cofres públicos seia menor do que os gastos para compensar a
> crise hídrica.
>
> >> Reportagens sobre a crise da água
>
> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que consideram
> desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo?
> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de
> água e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido
> comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água são
> gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela
> população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a
> agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está
> errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de
> Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é
> pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre
> presente, para estimular o uso correto da irrigação.
>
> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores?
> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio
> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método mais
> eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata
> simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais
> utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores
> rurais, o que não seria justo.
>
> ÉPOCA – Qual a solução possível?
> Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do tamanho
> que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós fizermos
> as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem para
> corrigir a falta de água destinada ao consumo humano.
>
> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na economia
> dos municípios?
> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão sempre
> maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas coisas
> ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais, estaduais
> e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A água não acaba
> de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o pessoal de Cachoeiro
> de Itapemirim já sabia que era muito provável uma estiagem. Para ouvidos
> leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma família em que apenas o pai
> tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será financeiramente difícil e avisa
> à família que poupará dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana,
> por exemplo, não pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água
> começar com antecedência, ninguém sofrerá muito.
>
> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é responsável
> pela crise?
> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca
> urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a utilização
> da água para consumo.
>
> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste?
> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos água,
> evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o
> orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um
> país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos
> hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A culpa
> é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão grave, se
> tivéssemos um comportamento minimamente organizado.
>
>
>
> G1
>
> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês
>
> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazen
> da-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html
>
>
>
> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção de
> flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com que 15
> milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos mananciais. O
> investimento foi de R$ 500 mil.
>
> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é ligado à
> estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles vão
> garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise hídrica.
>
>
>
> Diário do Grande ABC
>
> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na
> região
>
> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232
> 566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-r
> egiao?referencia=minuto-a-minuto-topo
>
> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta semana,
> e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, tomou um susto
> ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno de 10,61% mais
> caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela falta de água,
> justificam os estabelecimentos, que fez com que agricultores tivessem de
> despender mais recursos com a irrigação, custo que foi repassado ao
> consumidor.
>
> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta básica
> pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de
> Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada com os sete dias
> anteriores, saindo por R$ 472,97.
>
> Em Destaque
>
> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara
> sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta
> semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza
>
> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que
> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – alta
> de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor foram a
> batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em média R$
> 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a R$ 2,74.
>
> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma que,
> na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A alface,
> ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40).
>
> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os
> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção do
> setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e percebemos
> que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em
> todos os lugares.”
>
> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente Joacir
> Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à estiagem e
> investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que realizar por conta
> da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os alimentos pesou muito, e os
> clientes não param de reclamar”, diz.
>
> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou indignado
> ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera preocupação
> porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso vai parar.”
>
> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando percebeu
> que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para aumentar uma
> salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de ideia.”
>
> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes
> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. “Grãos e
> raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos congelados como
> ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a culinarista Ana
> Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos preços.
>
> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também reduz os
> gastos com alimentação.
>
> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é aproveitar
> alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como ingredientes da
> caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço na região. O quilo
> do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do maracujá sai por R$
> 4,99.
>
>
> Reuters Brasil
>
> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração
> federal
>
> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213
>
> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o
> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração
> pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de
> racionamento no país.
>
> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o
> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer informações
> referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do Sistema do
> Projeto Esplanada Sustentável.
>
> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem ser
> inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de cada
> órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações.
>
> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e
> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento,
> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água
> pelos órgãos em até 60 dias.
>
> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas pelos
> órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais estão o
> desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e lâmpadas em
> ambientes desocupados.
>
> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a
> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e gramados
> e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da água e de
> captação da água de chuva em novos projetos de edificações.
>
> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos
> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações
> para o abastecimento energético e hídrico do país.
>
>
>
> Montesclaros.com
>
> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas
>
> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286
>
> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no
> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água deverão
> ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De acordo com
> proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de Recursos
> Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá reduções de 20%
> do volume diário de captação de água para consumo humano, 30% para as
> captações de água para consumo industrial e de 30% para irrigação para a
> agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa elaborada pelo
> conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado foram questionados
> pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e possíveis alterações no
> texto, outra reunião do conselho será marcada, quando haverá a votação e as
> medidas poderão ser adotadas.
>
>
>
>
>
> Gerlane Alves
> Assessoria de Comunicação Social
>
> Ministério da Integração Nacional
> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726
>
> Site: www.mi.gov.br
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