Amigos:
Ainda bem que todos estamos na mesma direção!
Como sempre colocamos, há 03 universos distinto: a Academia, e
Pesquisa e a Vida Real, todos com a melhor das intenções porém em
planos distintos, que não se comunicam!
Os congressos ão importantes, porém se observarmos o CONIRD as
palestras principais, são de pessoas que, na maioria, apenas desfilam
dados secundários, sem responder às mais simples questões:
Como resolver?
Qual o custo?
Creio que dão muito mais valor a títulos do que à ART´s e CAT´s, e
isto é uma pena, porque devemos juntar as "expertisiments" (?)
diversas, até porque quem se dedica aos estudos de forma mais
contundente não consegue ganhar experiência e praticidade no campo da
"Vida Real".
Sempre tentamos enviar propostas aos mandatários para facilitar a VIDA
REAL e os demais setores também, porém que nem sempre são ouvidas e
compreendidas pelos que deveriam apoiar para o bem da ARTE da
IRRIGAÇÃO! Creio que esta dificuldade advém mais por insegurança
(falta de prática e medo de errar) do que por "vapores" outros!
ABS
RV
Em 29 de junho de 2015 10:28, Fernando Rodriguez
<[email protected] <mailto:[email protected]>> escreveu:
Caro Professor Tangerino,
Em nenhum momento quiz atacar ou minimizar a ABID, pelo contrário,
o espiríto da abordagem foi mais no sentido de fortalecê-la cada
vez mais. Sei o quanto isto é díficil e requer força hercúlea e
determinação.
A questão é que, além do esforço e determinação que tem sido
feito, isto todos nós somos testemunhas, é preciso rever
estratégias e tornar os eventos mais atrativos e desafiadores,
pelo menos é a forma como tenho sentido e conseguido ver as coisas
dentro dos limites da meu conhecimento, concepção, percepção e
experiência, mesmo que modesta. Promover divisão e destruição é
muito fácil. O duro mesmo é construir.
Confesso que quando me manifestei fiquei preocupado que pudesse
ter outra interpretação. Mas como a coisa mais degradante de um
ser humano é a omissão, resolvi correr o risco, e ir explicando,
esclarecendo e discutindo para que não paire dúvidas todas as
vezes que se fizer necessário.
Concordo plenamente com as manifestações do Professor e Amigo
Tangerino. Todos os diversos segmentos que integram e abrangem a
agricultura irrigada devem ser envolvidos e mais, ainda, serem
comprometidos. Temos que ter muito cuidado com o discurso, pois o
duro são as interpretações das meias verdades, que depois são
duras de serem desfeitas ou esclarecidas.
Os pontos técnicos são essenciais e você os destacou com muita
propriedade. Não podemos nunca esquecer deles, mas temos que ter
em conta que muitos deles para serem alavancados precisam de apoio
institucional.
Essa questão levantada pelo Prof. Tangerino é da mais alta
relevância, e reflete em todos os campos. Tenho atuado no Plano
Nacional de Segurança Hídrica, e nos contatos com as unidades
federadas para fazer o inventário das intervenções necessárias,
praticamente não tenho visto a presença dos segmentos da
agricultura irrigada. É uma omissão geral em todas as unidades
federadas até agora visitadas (14 estados). Parece que esse
subsetor da agricultura não tem nada a ver com a água. As reuniões
com as Unidades Federadas, são articuladas, agendadas e
organizadas entre a ANA, cada Unidade Federada e o Ministério da
Integração Nacional. Pasmem, a Secretaria Nacional de Irrigação é
vinculada a esse Ministério e até agora não se mostrou. Não é no
mínimo curioso?
Sou de opinião que devemos colocar as questões de forma franca,
honesta, e ir, dentro das críticas, reações e constribuições dos
diversos segmentos, construindo estratégias para o fortalecimento
técnico, político e institucional da agricultura irrigada. As
vezes parece desagradável ouvir certas abordagens mas elas
precisam vir à tona e serem debatidas com muita propriedade e sem
paixão mas com razão. Temos que ter na crítica a visão construtiva
e não destrutiva.
------------------------------------------------------------------------
*De:* [email protected] <mailto:[email protected]>
*Enviada:* Segunda-feira, 29 de Junho de 2015 00:35
*Para:* [email protected]
<mailto:[email protected]>
*Assunto:* [Irriga-l] Estatisticas, como participar e novidades do
GIFC
Boa noite a todos!
Fernando, parabens pela oportuna manifestação! Este espaço foi
criado exatamente para que possamos divulgar, discutir, ecoar,
amplificar o debate em torno da agricultura irrigada. Espaço nem
sempre adequadamente aproveitado, mas lembramos que ele existe e
pode e deve ser utilizado.
Assino embaixo todos os argumentos e questionamentos.
Apenas destaco que para agir é preciso um ponto ou local de
união/reunião de todos os stakeholders. Seria tarde utilizar o XXV
CONIRD para promover esta discussão e posicionamento do setor?
Aliás, quem seria o setor? Fabricantes, professores
universitários, irrigantes, funcionários públicos ou de Estatais
que labutam com a agricultura irrigada? Na minha opinião, todos
fazem parte da agricultura irrigada. E todos devem estar e
caminhar juntos, mas onde todos nos encontraremos? E começaremos a
discutir o setor em todas as suas vertentes.
Defendo aqui a ABID no que tem feito desde a sua retomada. Se nao
não fosse a ABID a agricultura irrigada estaria ainda mais
"abandonada". Vejo o Helvecio lutando e lutando.... e tentando
convencer a diferentes profissionais e os parceiros de verdade,
são aqueles do local do congresso do ano, depois, estes parceiros
"desaparecem" e mesmo os CONIRDs deixando a sua marca por onde
passou a mudança se mostra pequena. Alguns o chamam de
persistente, na verdade é um Guerreiro!
Em plena crise hidrica, temos uma deficiencia técnica enorme,
desde os aspectos macros/estruturais até a questão do uso da água
no dia a dia. Tenho acompanhado as ações na Califonia com os 4
anos de crise hídrica e as feitas aqui, com um jogo de empurra
empurra entre os governos Federal e Estadual para saber de quem é
a culpa e sem as ações concretas para se garantir a segurança
hídrica no futuro próximo nos deixam com vergonha.
No ponto de vista on farm, todos parecer saber o que é
evapotranspiração no sentido amplo, mas poucos saberiam
diferenciar e/ou estimar a evapotranspiração de referencia, da
cultura, da potencial, da real ou atual e precisamos de fato,
implementar a passos largos o manejo da irrigação, e nem vou
discutir se devemos faze-lo via solo ou via atmosfera, mas devemos
faze-lo.
Outros profissionais ainda defendem laminas pesadas em aspersão em
detrimento à baixas pressoes e baixas precipitações e o escoamento
da agua no solo é real e farto. E assim damos oportunidade ao
oportunismo de disseram que somos os responsáveis pela crise hídrica.
Toquei em alguns pontos técnicos que estou envolvido diretamente,
pois cabe a nós professores formar e informar, mas de fato
precisamos discutir a agricultura irrigada ao inves de
simplesmente pensarmos em irrigação.
É de conhecimento de muitos com quem estão mais perto que sempre
sonhei com uma ABID forte, nos moldes da Irrigation Association
americana (https://www.irrigation.org/) com seus cursos de
certificação e auditoria e o "Show" quando as novidades
tecnologicas estariam sendo lançadas anualmente. Mas ainda não vi
a menor condição de avançar nesta direção, pela simples falta de
comprometimento.
Por fim, descartando os eventos da area de Agrometeorologia e
Recursos Hídricos, temos tres eventos na area da agricultura
irrigada, com caracteristicas bem distintas:
- CONBEA
- INOVAGRI Meeting
- CONIRD
Não vou aqui entrar no mérito como são são feitos e a que publico
atingem, mas já há algum tempo me manifestei que as entidades que
os promovem devem sentar-se à mesa e tomar algumas decisoes
estratégicas. Realmente, tres eventos no mesmo segundo semestre de
um mesmo ano, pode não ser uma ideia adequada.
No mais, sempre estaremos a disposição para contribuir para e pela
modernização da nossa agricultura irrigada e da preservação dos
recursos hídricos.
Recebam todos um apertado abraço e tenhamos uma excelente e
produtiva semana!
Fernando Tangerino
Em 28 de junho de 2015 17:54, Fernando Rodriguez
<[email protected]
<http://../../../undefined//[email protected]>>
escreveu:
Caros Colegas,
Ao ler este e-mail me veio uma sensação de vazio, e de que
algo está faltando. Mais um congresso? É isto que estamos
precisando neste momento? Não é um momento de reflexão? De
pensar o futuro? De refletir sobre o nosso papel perante a
sociedade? Além de outras inúmeras questões que me vieram à
cabeça, as quais me levaram a compartilhar estas ponderações a
este seleto grupo.
Num momento em que algumas das instituições das Nações Unidas
mostram e alertam como serão atendidas as demandas de
alimentos no meado deste século, ou seja, daqui a um pouco
mais de três décadas, onde a América Latina terá papel
preponderante, e dentro dela este nosso gigante Brasil, não é
chegada a hora de tomarmos alguma iniciativa mais concreta.
Essas instituições têm deixado claro que a maior parte da
oferta de alimentos para essa população do meado do século
virá da agricultura irrigada. O que estamos montando de
estratégias para enfrentar este desafio? A história certamente
nos cobrará.
Ao analisar a temática posta pelo e-mail recebido, com mais
calma e atenção, o vazio aumentou mais ainda. Não que as
questões colocadas não sejam importantes. Mas será que são
essas as questões do momento? Será que não falta alguma
abordagem mais estratégica que precisa ser colocada para
enfrentar os desafios de um futuro não muito distante?
Nem de longe é tocado nos aspectos institucionais, que hoje
guiam os aspectos técnicos e o que é pior os tem fragilizados.
Longe de mim disseminar discórdias, mas temos que pensar no
futuro para não corarmos de vergonha nesse horizonte do
porvir. Seremos submetidos a julgamentos sob a acusação de
ter-se omitido e desprezado o alerta, quando ainda havia tempo
para conviver com a democracia e a correr riscos para defender
uma causa, uma ideia, um segmento legítimo da sociedade. É
hora de nos posicionarmos e deixar claro que tipo de
comportamento esperamos de nossos políticos, de nossos
profissionais e de nossos cientistas. Esse assunto é de vital
importância para as indagações que esse alerta nos coloca de
como contribuir para a produção de alimentos, fibras e
agroenergéticos neste século com o mínimo de pressão sobre o
meio ambiente, de forma, portanto, sustentável.
Precisamos sim, ser cuidadosos, mas não omissos, para não
despertar alarme exagerado até que o ritmo da pressão fique
mais evidente. Esta omissão pode custar empregos e
prosperidades, além de aumentar o ônus da pobreza local.
Pessoa ou instituição alguma, por mais competente, respeitada
e notável que seja, possui o monopólio da verdade infalível.
O que está acontecendo com a tecnologia? A Ciência busca a
verdade, mas estamos ficando pasmos com a rapidez com que os
técnicos e cientistas têm se subjugado a serviço dos
interesses políticos. Abate-se sobre eles uma apatia geral, e
muitas vezes uma disposição serviçal que se confunde com a
prostituição. O que está havendo? Estamos perdendo o senso de
que o político não pode viver sem o técnico e este não pode
viver sem o político? Não é chegado o momento de que é preciso
construir uma agenda que seja politicamente correta com
embasamento técnico necessário e indispensável.
É impressionante a passividade da classe técnica-científica,
perante a política, acatando cegamente situações dúbias com o
/argumentum ad verecundiam/. Nos últimos tempos o debate sobre
ciência tem se limitado a círculos fechados e quando aberto à
sociedade quase nunca tem sido prioritariamente sobre a
ciência, tem sido sobre política.
Esta é uma forma de ditadura. Todo profissional técnico ou
cientista, consciente do seu dever perante a sociedade é um
sofredor, pois para manter sua posição, está tendo que fazer
sacrifícios financeiros, pôr em risco seu emprego e o
progresso na carreira, recebendo em troca apenas a satisfação
de preservar seus princípios morais.
É chegada a hora de nos posicionarmos, não exigindo cargos,
mas indicando os perfis dos profissionais que devem ocupar
determinados cargos. Veja o vexame, uma Secretaria Nacional de
Irrigação, com poucos anos de vida já teve à sua frente, creio
que cerca de 8 pessoas diferentes, quase dois por ano. O que a
nossa representação fez ou faz perante estes fatos. E nesses
anos todos o que essa Secretaria apresentou de resultado? Só
agora uma tímida reavaliação territorial do potencial da
agricultura irrigada, um passo importante, não resta dúvidas,
mas que ainda carece de aprimoramento. Nessa quase uma década
de existência só esse produto? É muito pouco, pelo menos no
meu modesto entender. Nem a regulamentação de Lei, mesmo tendo
uma Secretaria Nacional. Repetindo-se o que ocorreu há mais de
trinta anos quando não se dispunha de uma estrutura.
Passaram-se cinco anos para regulamentar a primeira lei que
instituiu a Política Nacional de Irrigação.
Jamais uma instituição de representação deve exigir cargos,
para ficar mais à vontade para cobrar resultados, mas, sim
saber exigir que esses resultados aconteçam. A definição de um
perfil nada mais é do que uma contribuição construtiva. Outras
instituições, das quais participo têm assumido essa postura e
com resultados alvissareiros. Essa postura deixa pouco espaço
para aventureiros.
Esta não é uma crítica a ninguém, mas uma manifestação para
evitar precipitação, imprudência e impulsividade que precisa
ser posta na mesa, para que cada um tire suas próprias
conclusões e avalie o que tem que ser feito.
Vamos continuar com os Congressos anuais? Não seria mais
prudente e sensato espaçar mais os Congressos para que tenha
mais peso e densidade?. No intervalo entre um e outro
congresso promover eventos regionais e temáticos para buscar
soluções de problemas desses locais, que até podem ser
multiplicados em outras regiões.
Esse Congresso da forma e periodicidade como está sendo
conduzido está fragilizado, desgastado, perdeu a densidade que
um Congresso Nacional deve ter. Tem dirigente de instituições
públicas e privadas que já começam a se manifestar por esse
excesso.
Houve um período em que se fez necessário essa concentração,
pois passou-se um período de ausência dos CONIRDs e muitos
trabalhos ficaram represados. Já não é mais o caso. Creio que
é hora de repensarmos sobre essa questão.
Abraços a todos.
------------------------------------------------------------------------
*De:* [email protected]
<http://../../../undefined//[email protected]>
*Enviada:* Sexta-feira, 26 de Junho de 2015 12:17
*Para:* [email protected]
<http://../../../undefined//[email protected]>
*Assunto:*[Irriga-l] Estatisticas, como participar e novidades
do GIFC
Bom dia!
Atualmente no IRRIGA-L, que se propoe a ser um Grupo de
Discussão em Agricultura Irrigada temos atualmente inscritos
377 pessoas das mais diferentes regioes, mas pouco se manifestam.
Penso que alguns ainda não registraram em suas agendas o
endereço para envio de mensagens e possam então ter dúvidas de
como enviar uma nova mensagem. Vamos ajudar!
Basta enviar a mensagem e os arquivos attachados para:
[email protected]
<http://../../../undefined//[email protected]>
Pronto, todos receberão. Vamos aproveitar mais este canal de
comunicação colocado a disposição de todos?
*XXV CONIRD* - *Sergipe nos espera*
*30/06/2015 - terça-feira*! Está chegando a data limite para
submissão de trabalhos ao XXV CONIRD <http://www.abid.org.br/>
- Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem (CONIRD)
<http://www.abid.org.br/> que terá como tema a "Agricultura
irrigada no semiárido brasileiro" e acontecerá de 8 a 13 de
novembro em Aracajú - SE e Os artigos podem ser de natureza
científico ou técnico. As normas para envio de trabalhos e as
datas importantes estão disponíveis
<http://www.abid.org.br/congressos/normas.htm>.
A ABID acredita na agricultura irrigada e seus efeitos
multiplicadores e assim sendo, estimula a participação no
CONIRD de todos os profissionais ou estudantes que tenham
atividades "antes e depois da porteira". Os temas a serem
explorados noXXV CONIRD
<http://www.abid.org.br/congressos/congressos.htm>são:
• Gestão da Agricultura Irrigada, em seus diversos aspectos de
administração e capacitação de pessoas, bem como econômicos,
sociais e ambientais, incluindo-se estudos e pesquisas das
cadeias de valores dos negócios com base na agricultura
irrigada, da introdução da irrigação e drenagem nas
propriedades, das diversas infraestruturas necessárias, como
da energia elétrica, de reservação das águas, etc.;
• Gestão da água na microbacia, procedimentos de outorga e
licenciamento ambiental;
• Conservação da água e solo e desenvolvimento sustentável da
irrigação;
• Reuso de água na produção agrícola e florestas plantadas;
• Agrometeorologia e mudanças climáticas;
• Engenharia de irrigação;
• Manejo da irrigação;
• Quimigação e Fertirrigação;
• Drenagem agrícola e recuperação de solos salinos;
• Agricultura de precisão na irrigação.
Em Aracaju, a ABID - Associação Brasileira de Irrigação e
Drenagem <http://www.abid.org.br/> faz parceria da
Universidade Federal de Sergipe (UFS), sob a coordenação do
Professor Raimundo Rodrigues Gomes Filho (+55 79 98160807
<tel:%28%2B55%2079%2098160807>) e o XXV será uma grande
oportunidade para muitos intercâmbios acadêmicos, incluindo-se
facilidades de alojamento para estudantes. O e-mail utilizado
para enviar trabalhos é: [email protected]
<http://../../../undefined//[email protected]>
Detalhes em http://www.abid.org.br <http://www.abid.org.br/> A
Secretaria Técnica está a cargo de Patrícia Vaz de Mello
Lavall
<http://../../../undefined//[email protected]>.
Uma ótima notícia aos estudantes é que está sendo preparado um
esquema alternativo de hospedagem visando baratear a
participação, abrindo oportunidades à uma parcela maior de
estudantes.
<http://3.bp.blogspot.com/-rjbln1CxXzk/VX46lUOpfUI/AAAAAAAAQU4/F25MWEn_AEc/s1600/25_conird_2015_banner.jpg>
Os CONIRDs
<http://www.abid.org.br/congressos/congressos.htm> têm sido
integrantes de parcerias anuais da ABID
<http://www.abid.org.br/>com uma das unidades federativas do
Brasil, em um trabalho itinerante, com os Estados que vêm se
candidatando para esse fim. Um dos principais objetivos é o de
trabalhar anualmente com ênfase no estado parceiro,
fomentando-se os planos e projetos para atender a agricultura
irrigada no estado e no Brasil, perseguindo-se as melhores
tecnologias e inovações para maior eficiência no uso da água e
demais recursos naturais. O foco nas bacias hidrográficas, com
melhor ordenamento da gestão compartilhada dos recursos
hídricos, tendo-se como base os marcos legais a serem
obedecidos para harmonizar os múltiplos interesses na
utilização da água, faz do alcance socioeconômico da
agricultura irrigada um estratégico setor para o
desenvolvimento brasileiro.
*Pod Irrigar - Encontro em Bebedouro mostrou a viabilidade da
irrigação e fertirrigação em cana*
Na última quinta-feira, dia 18 de junho de 2015 aconteceu em
Bebedouro a 21ª Reunião do GIFC - Grupo de Irrigação e
Fertirrigação de Cana-de-açúcar -, entidade que tem entre os
seus objetivos promover, incentivar e fomentar a evolução dos
conhecimentos de toda e qualquer forma de irrigação e
fertirrigação de cana-de-açúcar, além de dedicar-se ao
aperfeiçoamento dos processos e técnicas de irrigação e
fertirrigação de cana-de-açúcar com vistas à qualidade e
produtividade, à preservação do meio ambiente, à conservação
de energia e à segurança operacional, atuando em prol do
desenvolvimento tecnológico deste segmento.
A edição [Pod Irrigar] - o Pod Cast da Agricultura Irrigada
que foi ao ar ontem trata desta reunião. Vamos conferir o que
aconteceu por lá? São só três minutos!
[PodIrrigar] Encontro do GIFC em Bebedouro mostrou viabilidade
da irrigação e fertirrigação em cana-de-açúcar
http://podcast.unesp.br/podirrigar-25062015-podirrigar-encontro-do-gifc-em-bebedouro-mostrou-a-viabilidade-da-irrigacao-e-fertirrigacao-em-cana-de-acucar
Abraços a todos e tenhamos um ótimo fim de semana!
Fernando
--
Fernando Braz Tangerino Hernandez
Área de Hidráulica e Irrigação (Hydraulics and Irrigation Division)
DEFERS - Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos
Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira
UNESP - Universidade Estadual Paulista (São Paulo State University)
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