Bom dia!

Fernando, entendi perfeitamente a sua posicao, tanto que o parabenizei e assinei embaixo. Devemos sempre fortalecer as Instituições. Desejei também contribuir para o debate ainda maior. Temos com o nosso time de estudantes aqui da UNESP investido ao longo dos anos da divulgação da importância da agricultura irrigada e do entendimento de que devemos conhecer e interpretar as variáveis envolvidas com o uso da água. Defendendo a democratização do conhecimento e da informação e a transparência das ações e para tanto investimentos em diferentes canais de comunicação em diferentes linguagem para isso já há alguns anos.

Tentamos de toda maneira inverter a pauta negativa imposta pela imprensa, mas nem sempre conseguimos. Veja a "cabeça" desta entrevista transformada em PodCast onde a Jornalista, mesmo depois de 1 hora e vinte minutos de entrevista, consegue cometer uma impropriedade ao enunciar a nossa fala. [PodAcqua] Culpar agricultura por estiagem é distorção, afirma especialista em irrigação
http://podcast.unesp.br/podacqua-01072015-podacqua-culpar-agricultura-por-estiagem-e-distorcao-afirma-especialista-em-irrigacao

Precisamos avançar muito ainda, a própria mitigação da crise hídrica aqui guarda colossais diferenças com o que se faz na California, que tem uma situação muito mais drástica.

Rodrigo tem tido uma grande experiencia e com sucesso na batalha pelo melhor uso da água e coloca muito bem a necessidade de ajustar os discursos com a vida real.

Realmente temos um grande trabalho pela frente!
À propósito, as demandas por celulose crescem, as florestas plantas também e estamos começando a quebrar mais um paradigma, depois de defendermos junto com tantos outros profissionais o uso da irrigação em cana, iniciamos um trabalho de provocar o setor florestal a pensar na irrigação.

O maior projeto de irrigação por gotejamento em eucaliptus foi implantado no MS pela MMX que após seu colapso abandonou esta área de 500 hectares e assim o artigo "PERSPECTIVAS PARA A SILVICULTURA IRRIGADA", de autoria de Vinicius Evangelista Silva e Fernando Braz Tangerino Hernandez, publicado na última edição da Revista Irrigazine (Ano X, n°42. página 28) lança a provocação sobre o uso da irrigação como meio de otimização da produção.

Recebam todos um forte abraço e tenhamos um ótimo FDS!

Fernando Tangerino



On 29/06/2015 10:52, Rodrigo Vieira wrote:
Amigos:
Ainda bem que todos estamos na mesma direção!
Como sempre colocamos, há 03 universos distinto: a Academia, e Pesquisa e a Vida Real, todos com a melhor das intenções porém em planos distintos, que não se comunicam! Os congressos ão importantes, porém se observarmos o CONIRD as palestras principais, são de pessoas que, na maioria, apenas desfilam dados secundários, sem responder às mais simples questões:
Como resolver?
Qual o custo?
Creio que dão muito mais valor a títulos do que à ART´s e CAT´s, e isto é uma pena, porque devemos juntar as "expertisiments" (?) diversas, até porque quem se dedica aos estudos de forma mais contundente não consegue ganhar experiência e praticidade no campo da "Vida Real". Sempre tentamos enviar propostas aos mandatários para facilitar a VIDA REAL e os demais setores também, porém que nem sempre são ouvidas e compreendidas pelos que deveriam apoiar para o bem da ARTE da IRRIGAÇÃO! Creio que esta dificuldade advém mais por insegurança (falta de prática e medo de errar) do que por "vapores" outros!
ABS
RV




Em 29 de junho de 2015 10:28, Fernando Rodriguez <[email protected] <mailto:[email protected]>> escreveu:

    Caro Professor Tangerino,
    Em nenhum momento quiz atacar ou minimizar a ABID, pelo contrário,
    o espiríto da abordagem foi mais no sentido de fortalecê-la cada
    vez mais. Sei o quanto isto é díficil e requer força hercúlea e
    determinação.
    A questão é que, além do esforço e determinação que tem sido
    feito, isto todos nós somos testemunhas, é preciso rever
    estratégias e tornar os eventos mais atrativos e desafiadores,
    pelo menos é a forma como tenho sentido e conseguido ver as coisas
    dentro dos limites da meu conhecimento, concepção, percepção e
    experiência, mesmo que modesta. Promover divisão e destruição é
    muito fácil. O duro mesmo é construir.
    Confesso que quando me manifestei fiquei preocupado que pudesse
    ter outra interpretação. Mas como a coisa mais degradante de um
    ser humano é a omissão, resolvi correr o risco, e ir explicando,
    esclarecendo e discutindo para que não paire dúvidas todas as
    vezes que se fizer necessário.
    Concordo plenamente com as manifestações do Professor e Amigo
    Tangerino. Todos os diversos segmentos que integram e abrangem a
    agricultura irrigada devem ser envolvidos e mais, ainda, serem
    comprometidos. Temos que ter muito cuidado com o discurso, pois o
    duro são as interpretações das meias verdades, que depois são
    duras de serem desfeitas ou esclarecidas.
    Os pontos técnicos são essenciais e você os destacou com muita
    propriedade. Não podemos nunca esquecer deles, mas temos que ter
    em conta que muitos deles para serem alavancados precisam de apoio
    institucional.
    Essa questão levantada pelo Prof. Tangerino é da mais alta
    relevância, e reflete em todos os campos. Tenho atuado no Plano
    Nacional de Segurança Hídrica, e nos contatos com as unidades
    federadas para fazer o inventário das intervenções necessárias,
    praticamente não tenho visto a presença dos segmentos da
    agricultura irrigada. É uma omissão geral em todas as unidades
    federadas até agora visitadas (14 estados). Parece que esse
    subsetor da agricultura não tem nada a ver com a água. As reuniões
    com as Unidades Federadas, são articuladas, agendadas e
    organizadas entre a ANA, cada Unidade Federada e o Ministério da
    Integração Nacional. Pasmem, a Secretaria Nacional de Irrigação é
    vinculada a esse Ministério e até agora não se mostrou. Não é no
    mínimo curioso?
    Sou de opinião que devemos colocar as questões de forma franca,
    honesta, e ir, dentro das críticas, reações e constribuições dos
    diversos segmentos, construindo estratégias para o fortalecimento
    técnico, político e institucional da agricultura irrigada. As
    vezes parece desagradável ouvir certas abordagens mas elas
    precisam vir à tona e serem debatidas com muita propriedade e sem
    paixão mas com razão. Temos que ter na crítica a visão construtiva
    e não destrutiva.


    ------------------------------------------------------------------------

    *De:* [email protected] <mailto:[email protected]>
    *Enviada:* Segunda-feira, 29 de Junho de 2015 00:35

    *Para:* [email protected]
    <mailto:[email protected]>
    *Assunto:* [Irriga-l] Estatisticas, como participar e novidades do
    GIFC

    Boa noite a todos!
    Fernando, parabens pela oportuna manifestação! Este espaço foi
    criado exatamente para que possamos divulgar, discutir, ecoar,
    amplificar o debate em torno da agricultura irrigada. Espaço nem
    sempre adequadamente aproveitado, mas lembramos que ele existe e
    pode e deve ser utilizado.
    Assino embaixo todos os argumentos e questionamentos.
    Apenas destaco que para agir é preciso um ponto ou local de
    união/reunião de todos os stakeholders. Seria tarde utilizar o XXV
    CONIRD para promover esta discussão e posicionamento do setor?
    Aliás, quem seria o setor? Fabricantes, professores
    universitários, irrigantes, funcionários públicos ou de Estatais
    que labutam com a agricultura irrigada? Na minha opinião, todos
    fazem parte da agricultura irrigada. E todos devem estar e
    caminhar juntos, mas onde todos nos encontraremos? E começaremos a
    discutir o setor em todas as suas vertentes.
    Defendo aqui a ABID no que tem feito desde a sua retomada. Se nao
    não fosse a ABID a agricultura irrigada estaria ainda mais
    "abandonada". Vejo o Helvecio lutando e lutando.... e tentando
    convencer a diferentes profissionais e os parceiros de verdade,
    são aqueles do local do congresso do ano, depois, estes parceiros
    "desaparecem" e mesmo os CONIRDs deixando a sua marca por onde
    passou a mudança se mostra pequena. Alguns o chamam de
    persistente, na verdade é um Guerreiro!
    Em plena crise hidrica, temos uma deficiencia técnica enorme,
    desde os aspectos macros/estruturais até a questão do uso da água
    no dia a dia. Tenho acompanhado as ações na Califonia com os 4
    anos de crise hídrica e as feitas aqui, com um jogo de empurra
    empurra entre os governos Federal e Estadual para saber de quem é
    a culpa e sem  as ações concretas para se garantir a segurança
    hídrica no futuro próximo nos deixam com vergonha.
    No ponto de vista on farm, todos parecer saber o que é
    evapotranspiração no sentido amplo, mas poucos saberiam
    diferenciar e/ou estimar a evapotranspiração de referencia, da
    cultura, da potencial, da real ou atual e precisamos de fato,
    implementar a passos largos o manejo da irrigação, e nem vou
    discutir se devemos faze-lo via solo ou via atmosfera, mas devemos
    faze-lo.
    Outros profissionais ainda defendem laminas pesadas em aspersão em
    detrimento à baixas pressoes e baixas precipitações e o escoamento
    da agua no solo é real e farto. E assim damos oportunidade ao
    oportunismo de disseram que somos os responsáveis pela crise hídrica.
    Toquei em alguns pontos técnicos que estou envolvido diretamente,
    pois cabe a nós professores formar e informar, mas de fato
    precisamos discutir a agricultura irrigada ao inves de
    simplesmente pensarmos em irrigação.
    É de conhecimento de muitos com quem estão mais perto que  sempre
    sonhei com uma ABID forte, nos moldes da Irrigation Association
    americana (https://www.irrigation.org/) com seus cursos de
    certificação e auditoria e o "Show" quando as novidades
    tecnologicas estariam sendo lançadas anualmente. Mas ainda não vi
    a menor condição de avançar nesta direção, pela simples falta de
    comprometimento.
    Por fim, descartando os eventos da area de Agrometeorologia e
    Recursos Hídricos, temos tres eventos na area da agricultura
    irrigada, com caracteristicas bem distintas:
    - CONBEA
    - INOVAGRI Meeting
    - CONIRD
    Não vou aqui entrar no mérito como são são feitos e a que publico
    atingem, mas já há algum tempo me manifestei que as entidades que
    os promovem devem sentar-se à mesa e tomar algumas decisoes
    estratégicas. Realmente, tres eventos no mesmo segundo semestre de
    um mesmo ano, pode não ser uma ideia adequada.
    No mais, sempre estaremos a disposição para contribuir para e pela
    modernização da nossa agricultura irrigada e da preservação dos
    recursos hídricos.
    Recebam todos um apertado abraço e tenhamos uma excelente e
    produtiva semana!
    Fernando Tangerino

    Em 28 de junho de 2015 17:54, Fernando Rodriguez
    <[email protected]
    <http://../../../undefined//[email protected]>>
    escreveu:

        Caros Colegas,

        Ao ler este e-mail me veio uma sensação de vazio, e de que
        algo está faltando. Mais um congresso? É isto que estamos
        precisando neste momento? Não é um momento de reflexão? De
        pensar o futuro? De refletir sobre o nosso papel perante a
        sociedade? Além de outras inúmeras questões que me vieram à
        cabeça, as quais me levaram a compartilhar estas ponderações a
        este seleto grupo.

        Num momento em que algumas das instituições das Nações Unidas
        mostram e alertam como serão atendidas as demandas de
        alimentos no meado deste século, ou seja, daqui a um pouco
        mais de três décadas, onde a América Latina terá papel
        preponderante, e dentro dela este nosso gigante Brasil, não é
        chegada a hora de tomarmos alguma iniciativa mais concreta.
        Essas instituições têm deixado claro que a maior parte da
        oferta de alimentos para essa população do meado do século
        virá da agricultura irrigada. O que estamos montando de
        estratégias para enfrentar este desafio? A história certamente
        nos cobrará.

        Ao analisar a temática posta pelo e-mail recebido, com mais
        calma e atenção, o vazio aumentou mais ainda. Não que as
        questões colocadas não sejam importantes. Mas será que são
        essas as questões do momento? Será que não falta alguma
        abordagem mais estratégica que precisa ser colocada para
        enfrentar os desafios de um futuro não muito distante?

        Nem de longe é tocado nos aspectos institucionais, que hoje
        guiam os aspectos técnicos e o que é pior os tem fragilizados.

        Longe de mim disseminar discórdias, mas temos que pensar no
        futuro para não corarmos de vergonha nesse horizonte do
        porvir. Seremos submetidos a julgamentos sob a acusação de
        ter-se omitido e desprezado o alerta, quando ainda havia tempo
        para conviver com a democracia e a correr riscos para defender
        uma causa, uma ideia, um segmento legítimo da sociedade. É
        hora de nos posicionarmos e deixar claro que tipo de
        comportamento esperamos de nossos políticos, de nossos
        profissionais e de nossos cientistas. Esse assunto é de vital
        importância para as indagações que esse alerta nos coloca de
        como contribuir para a produção de alimentos, fibras e
        agroenergéticos neste século com o mínimo de pressão sobre o
        meio ambiente, de forma, portanto, sustentável.

        Precisamos sim, ser cuidadosos, mas não omissos, para não
        despertar alarme exagerado até que o ritmo da pressão fique
        mais evidente. Esta omissão pode custar empregos e
        prosperidades, além de aumentar o ônus da pobreza local.

        Pessoa ou instituição alguma, por mais competente, respeitada
        e notável que seja, possui o monopólio da verdade infalível.

        O que está acontecendo com a tecnologia? A Ciência busca a
        verdade, mas estamos ficando pasmos com a rapidez com que os
        técnicos e cientistas têm se subjugado a serviço dos
        interesses políticos. Abate-se sobre eles uma apatia geral, e
        muitas vezes uma disposição serviçal que se confunde com a
        prostituição. O que está havendo? Estamos perdendo o senso de
        que o político não pode viver sem o técnico e este não pode
        viver sem o político? Não é chegado o momento de que é preciso
        construir uma agenda que seja politicamente correta com
        embasamento técnico necessário e indispensável.

        É impressionante a passividade da classe técnica-científica,
        perante a política, acatando cegamente situações dúbias com o
        /argumentum ad verecundiam/. Nos últimos tempos o debate sobre
        ciência tem se limitado a círculos fechados e quando aberto à
        sociedade quase nunca tem sido prioritariamente sobre a
        ciência, tem sido sobre política.

        Esta é uma forma de ditadura. Todo profissional técnico ou
        cientista, consciente do seu dever perante a sociedade é um
        sofredor, pois para manter sua posição, está tendo que fazer
        sacrifícios financeiros, pôr em risco seu emprego e o
        progresso na carreira, recebendo em troca apenas a satisfação
        de preservar seus princípios morais.

        É chegada a hora de nos posicionarmos, não exigindo cargos,
        mas indicando os perfis dos profissionais que devem ocupar
        determinados cargos. Veja o vexame, uma Secretaria Nacional de
        Irrigação, com poucos anos de vida já teve à sua frente, creio
        que cerca de 8 pessoas diferentes, quase dois por ano. O que a
        nossa representação fez ou faz perante estes fatos. E nesses
        anos todos o que essa Secretaria apresentou de resultado? Só
        agora uma tímida reavaliação territorial do potencial da
        agricultura irrigada, um passo importante, não resta dúvidas,
        mas que ainda carece de aprimoramento. Nessa quase uma década
        de existência só esse produto? É muito pouco, pelo menos no
        meu modesto entender. Nem a regulamentação de Lei, mesmo tendo
        uma Secretaria Nacional. Repetindo-se o que ocorreu há mais de
        trinta anos quando não se dispunha de uma estrutura.
        Passaram-se cinco anos para regulamentar a primeira lei que
        instituiu a Política Nacional de Irrigação.

        Jamais uma instituição de representação deve exigir cargos,
        para ficar mais à vontade para cobrar resultados, mas, sim
        saber exigir que esses resultados aconteçam. A definição de um
        perfil nada mais é do que uma contribuição construtiva. Outras
        instituições, das quais participo têm assumido essa postura e
        com resultados alvissareiros. Essa postura deixa pouco espaço
        para aventureiros.

        Esta não é uma crítica a ninguém, mas uma manifestação para
        evitar precipitação, imprudência e impulsividade que precisa
        ser posta na mesa, para que cada um tire suas próprias
        conclusões e avalie o que tem que ser feito.

        Vamos continuar com os Congressos anuais? Não seria mais
        prudente e sensato espaçar mais os Congressos para que tenha
        mais peso e densidade?. No intervalo entre um e outro
        congresso promover eventos regionais e temáticos para buscar
        soluções de problemas desses locais, que até podem ser
        multiplicados em outras regiões.

        Esse Congresso da forma e periodicidade como está sendo
        conduzido está fragilizado, desgastado, perdeu a densidade que
        um Congresso Nacional deve ter. Tem dirigente de instituições
        públicas e privadas que já começam a se manifestar por esse
        excesso.

        Houve um período em que se fez necessário essa concentração,
        pois passou-se um período de ausência dos CONIRDs e muitos
        trabalhos ficaram represados. Já não é mais o caso. Creio que
        é hora de repensarmos sobre essa questão.

        Abraços a todos.



        ------------------------------------------------------------------------

        *De:* [email protected]
        <http://../../../undefined//[email protected]>
        *Enviada:* Sexta-feira, 26 de Junho de 2015 12:17
        *Para:* [email protected]
        <http://../../../undefined//[email protected]>
        *Assunto:*[Irriga-l] Estatisticas, como participar e novidades
        do GIFC


        Bom dia!

        Atualmente no IRRIGA-L, que se propoe a ser um Grupo de
        Discussão em Agricultura Irrigada temos atualmente inscritos
        377 pessoas das mais diferentes regioes, mas pouco se manifestam.

        Penso que alguns ainda não registraram em suas agendas o
        endereço para envio de mensagens e possam então ter dúvidas de
        como enviar uma nova mensagem. Vamos ajudar!

        Basta enviar a mensagem e os arquivos attachados para:
        [email protected]
        <http://../../../undefined//[email protected]>

        Pronto, todos receberão. Vamos aproveitar mais este canal de
        comunicação colocado a disposição de todos?

        *XXV CONIRD* - *Sergipe nos espera*

        *30/06/2015 - terça-feira*!  Está chegando a data limite para
        submissão de trabalhos ao XXV CONIRD <http://www.abid.org.br/>
        - Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem (CONIRD)
        <http://www.abid.org.br/> que terá como tema a "Agricultura
        irrigada no semiárido brasileiro" e acontecerá de 8 a 13 de
        novembro em Aracajú - SE e Os artigos podem ser de natureza
        científico ou técnico. As normas para envio de trabalhos e as
        datas importantes estão disponíveis
        <http://www.abid.org.br/congressos/normas.htm>.

        A ABID acredita na agricultura irrigada e seus efeitos
        multiplicadores e assim sendo, estimula a participação no
        CONIRD de todos os profissionais ou estudantes que tenham
        atividades "antes e depois da porteira". Os temas a serem
        explorados noXXV CONIRD
        <http://www.abid.org.br/congressos/congressos.htm>são:

        • Gestão da Agricultura Irrigada, em seus diversos aspectos de
        administração e capacitação de pessoas, bem como econômicos,
        sociais e ambientais, incluindo-se estudos e pesquisas das
        cadeias de valores dos negócios com base na agricultura
        irrigada, da introdução da irrigação e drenagem nas
        propriedades, das diversas infraestruturas necessárias, como
        da energia elétrica, de reservação das águas, etc.;

        • Gestão da água na microbacia, procedimentos de outorga e
        licenciamento ambiental;

        • Conservação da água e solo e desenvolvimento sustentável da
        irrigação;

        • Reuso de água na produção agrícola e florestas plantadas;

        • Agrometeorologia e mudanças climáticas;

        • Engenharia de irrigação;

        • Manejo da irrigação;

        • Quimigação e Fertirrigação;

        • Drenagem agrícola e recuperação de solos salinos;

        • Agricultura de precisão na irrigação.

        Em Aracaju, a ABID - Associação Brasileira de Irrigação e
        Drenagem <http://www.abid.org.br/> faz parceria da
        Universidade Federal de Sergipe (UFS), sob a coordenação do
        Professor Raimundo Rodrigues Gomes Filho (+55 79 98160807
        <tel:%28%2B55%2079%2098160807>) e o XXV será uma grande
        oportunidade para muitos intercâmbios acadêmicos, incluindo-se
        facilidades de alojamento para estudantes. O e-mail utilizado
        para enviar trabalhos é: [email protected]
        <http://../../../undefined//[email protected]>
        Detalhes em http://www.abid.org.br <http://www.abid.org.br/> A
        Secretaria Técnica está a cargo de Patrícia Vaz de Mello
        Lavall
        <http://../../../undefined//[email protected]>.
        Uma ótima notícia aos estudantes é que está sendo preparado um
        esquema alternativo de hospedagem visando baratear a
        participação, abrindo oportunidades à uma parcela maior de
        estudantes.

        
<http://3.bp.blogspot.com/-rjbln1CxXzk/VX46lUOpfUI/AAAAAAAAQU4/F25MWEn_AEc/s1600/25_conird_2015_banner.jpg>

        Os CONIRDs
        <http://www.abid.org.br/congressos/congressos.htm> têm sido
        integrantes de parcerias anuais da ABID
        <http://www.abid.org.br/>com uma das unidades federativas do
        Brasil, em um trabalho itinerante, com os Estados que vêm se
        candidatando para esse fim. Um dos principais objetivos é o de
        trabalhar anualmente com ênfase no estado parceiro,
        fomentando-se os planos e projetos para atender a agricultura
        irrigada no estado e no Brasil, perseguindo-se as melhores
        tecnologias e inovações para maior eficiência no uso da água e
        demais recursos naturais. O foco nas bacias hidrográficas, com
        melhor ordenamento da gestão compartilhada dos recursos
        hídricos, tendo-se como base os marcos legais a serem
        obedecidos para harmonizar os múltiplos interesses na
        utilização da água, faz do alcance socioeconômico da
        agricultura irrigada um estratégico setor para o
        desenvolvimento brasileiro.

        *Pod Irrigar - Encontro em Bebedouro mostrou a viabilidade da
        irrigação e fertirrigação em cana*

        Na última quinta-feira, dia 18 de junho de 2015 aconteceu em
        Bebedouro a 21ª Reunião do GIFC - Grupo de Irrigação e
        Fertirrigação de Cana-de-açúcar -, entidade que tem entre os
        seus objetivos promover, incentivar e fomentar a evolução dos
        conhecimentos de toda e qualquer forma de irrigação e
        fertirrigação de cana-de-açúcar, além de dedicar-se ao
        aperfeiçoamento dos processos e técnicas de irrigação e
        fertirrigação de cana-de-açúcar com vistas à qualidade e
        produtividade, à preservação do meio ambiente, à conservação
        de energia e à segurança operacional, atuando em prol do
        desenvolvimento tecnológico deste segmento.
         A edição [Pod Irrigar] - o Pod Cast da Agricultura Irrigada
        que foi ao ar ontem trata desta reunião. Vamos conferir o que
        aconteceu por lá? São só três minutos!


        [PodIrrigar] Encontro do GIFC em Bebedouro mostrou viabilidade
        da irrigação e fertirrigação em cana-de-açúcar
        
http://podcast.unesp.br/podirrigar-25062015-podirrigar-encontro-do-gifc-em-bebedouro-mostrou-a-viabilidade-da-irrigacao-e-fertirrigacao-em-cana-de-acucar


        Abraços a todos e tenhamos um ótimo fim de semana!

        Fernando

-- Fernando Braz Tangerino Hernandez
        Área de Hidráulica e Irrigação (Hydraulics and Irrigation Division)
        DEFERS - Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos
        Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira
        UNESP - Universidade Estadual Paulista (São Paulo State University)
        Caixa Postal 34 (P.O. Box 34)
        15.385-000  -  ILHA SOLTEIRA - SP - BRASIL
        Phone: (0##18) 3743-1939  <tel:18%29%203743-1939>  / 3743-1959
        Bolsista de Produtividade em Pesquisa 2
        www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php  
<http://www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php>  (Institucional)
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  (sítio pessoal)
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BV-CDI:http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/4461/fernando-braz-tangerino-hernandez/
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Acadêmico:http://scholar.google.com.br/citations?hl=pt-BR&user=d73nywoAAAAJ
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-- Fernando Braz Tangerino Hernandez
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