"Cl�udio Sampaio (Patola)" wrote:
> 
> Em Qui, 2001-11-15 �s 14:50, Lisias Toledo escreveu:

>         Al�m do mais, /usr n�o � necessariamente read-only. Voc� pretende fazer
> updates, nem que seja um update de seguran�a? Bem, vai ter que mexer no
> /usr.

Remount, u�... Vc remonta a /usr como rw, faz as updates, e depois a
joga para ro de novo. Menos uma parti��o pra dar erro l�gico.

 
>         O esquema de parti��es �, na verdade, uma id�ia dos anos 70, muito
> antiga. Hoje eu j� acho que n�o faz mais tanto sentido. 

Hummm... Tbm sou dos anos 70... Ser� ent�o por isto que o que eu digo
n�o faz mais tanto sentido tamb�m???????  8-P 8-P 8-P 8-P


> Quando algo de
> um disco r�gido � perdido, raramente voc� perde somente uma parti��o, o
> disco todo vai pro saco. Ent�o colocar todo o computador com um �nico
> filesystem root que seja todo o disco r�gido n�o � algo ruim, em minha
> opini�o. Ali�s, � o que eu fa�o na minha m�quina caseira.

Agora � s� opini�o (e experi�ncia).

Eu uso e abuso das parti��es. Se n�o for por outro motivo, agiliza os
backups. O problema de se jogar tudo numa parti��ozona s� � que vc joga
todo mundo no mesmo barco : dados fixos passam a atrapalhar a vida dos
transientes, e o FS tem mais trabalho para evitar fragmenta��o. Por isto
n�o misturo os dados tempor�rios (/tmp e /usr/tmp) com os dados pessoais
(/home). Que por sinal, n�o s�o misturados com o /usr (que praticamente
nunca muda) nem com o root (diminui a possibilidade do sistema ficar
"imboot�vel").

Quanto aos HDs, b�o... J� vi muito HD ter morte r�pida, mas j� vi muito
ter morte lenta, com os setores estragando aos poucos. Por sinal, tenho
um justamente com este problema.

Criar v�rias parti��es com prop�sitos definidos ajuda na hora de
recuperar os dados. Eu sinto isto na pele, vc n�o perde tempo
recuperando bin�rios, por exemplo.

 
>         Se for pra usar o paradigma de volumes diferentes para cada filesystem,
> que se use ent�o de vez o LVM para se ter flexibilidade com as
> 'parti��es' (na verdade logical volumes), que voc� vai poder fazer
> crescer e diminuir � revelia - e obviamente n�o faz muito sentido usar
> LVM sem colocar journaled filesystems! � o que eu fa�o na minha m�quina
> do trabalho.

LVM � bacana, mas no meu caso eu ainda acho que um planejamento mais
cuidadoso da instala��o tende a ser mais proveitoso. Eu ainda n�o vi um
/usr precisar de mais de 1.2 giga. Logo, este � o tamanho padr�o das
minhas /usr (que s�o r/o). Ok, temos as /opt e as /usr/local. Mas estas
possuem a sua pr�pria parti��o (e s�o r/w - eu vivo instalando porcaria
nelas). /opt � link simb�lico para /usr/local, diga-se de passagem.

O /usr/src nem te digo que possui sua pr�pria parti��o tbm. Compilar
programas (em especial o kernel) gera milhares de arquivos tempor�rios.
Pra qu� complicar a vida do FileSystem? Joga este calhama�o de lixo
bin�rio numa parti��o s�. Se a compila��o for um sucesso, eu vou apagar
tudo mesmo.

Por fim, quando a este novo paradigma sobre FS Banco de Dados, eles
devem sofrer os mesmos gargalos que estudei quando paguei a cadeira de
Banco de Dados... Quanto mais dados uma tabela possuir, mais mem�ria
para controlar a aloca��o, mais processamento para evitar fragmenta��o,
maior a necessidade de redund�ncia para evitar gargaloos de peformance
(e mais trabalho para manter a consist�ncia) e maior a dor de cabe�a
para evitar corrup��o dos dados. 

Pelo menos aparentemente, acredito que todo este overhead n�o valha a
pena para algumas classes de dados.

--
[]s,
Pink.

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