nóis qué isso sim. tudo.

rituais coletivos de transformação de objetos

experiências tecnomágicas

MET+EMET

METreciclagem

Der Golem

[EMAIL PROTECTED]:~$ mklife

fazer o pixel no celular, ouvir rádio com wi-fi, desenhar
capacete imersivo com mini LCDs de videogame portátil,
por aí e mais. conversar com máquinas. não pela técnica,
mas comunhão, aprendizado, evento espiritual. tecnomagia.

pra quem é tosco ainda como eu, conseguir compilar
um software qualquer é fase de jogo, etapa vencida,
vitória sobre o desconhecido, imponderável.

bricolaba que tem gente no mundo inteiro atenta. atentos
uns aos outros, atentos pro que a gente falafaz.

[EMAIL PROTECTED]:~$ mkGID

SHARED OBJECTS: GID, Generic Information Device (GID, by Matt Ratto)

Steve Cisler: "We know the importance of mobile/cell phones for people
in and out of
prison! However, the costs are hard to calculate from what I have been
hearing. Most of
the phone companies prefer the walled garden, enclosing the value
added services in
contrast to the Internet and DIY/hacker ethics.

Bricolabs might do some street level research on possibilities for
freer cell phone services,
if not through policy changes, then through tech innovation. Example:
In Peru they say
"lo que llama, paga" he who calls, pays. So incoming calls (local and
international) are
free. What kind of services could be provided that way?"
The goal of this project is to create an open, reworkable hardware test bed
for a generic information device. Using standardized components and
open source software, bricolab participants (and others such as design
schools or private companies) can create custom information devices for
their own particular contexts and needs. The development and design of
the resultant devices will be shared as "how to's" on a publically
accessible internet site, encouraging shared expertise and the development
of a generic information infrastructure both within the bricolabs project as
well as by external individuals and groups. The GID will thus serve as a
"shared object" facilitating cross-bricolab communication as well as the
involvement of design schools and private companies.
While the ultimate solution is to design and manufacture components
developed specifically to foster innovative "reworking", an initial step
involves using off-the-shelf components. One possible candidate for this
is the "gumstix" line of small form-factor motherboards and expansion
cards. Linux operating systems and open source applications have been
already been developed for the gumstix line, and LCD touch screens, wifi,
and other input and output peripherals can be easily attached.

efef

On 6/8/07, Daniel Pádua <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
4:27 PM
  glerm: tou pesquisando um monte de links desde anteontem
   vou escrever um realato agora
   dumas fichas que cairam
4:28 PM vou tentar fazer um relato em video tb
  aqui por chat é difícil de argumentar
   mas tem a ver basicamente com os seguintes temas:
 4:29 PM me: ok
  glerm: * cuidado com a fetichização da tecnologia - usar a tecnologia como 
redescoberta de um processo artesanal em algo que virou espetaculo industrial 
de consumo em moto contínuo
  em algo = de algo
 4:30 PM * imersão NÃO é oficina =
   uma oficina mostra processos ja conhecidos para resultados ja esperados, 
possui uma maior espectativa de coisa acabada e de utilitarismo
 4:31 PM - uma imersão é um experimento, onde não necessáriamente sabe-se onde 
vai chegar, busca-se caminhos - resultados podem surpereender ou frustar - mas 
sempre abrindo novos caminhos
4:32 PM me : fino
 glerm : nesse sentido temos uma diferença basica entre=
  (ja dentro de imersão tambem)
4:34 PM - tentar fazer algo "lúdico", que vai divertir, "surpreender", "substituir" um 
desejo atual do que fazer com a tecnocnologia- ex: fazer um isntrumento musical, com um som esperado, com um desenho 
bonito ou até mesmo similar a algo que atualmente povoa o imaginario de consumo tecnologico (ex: fazer um sampler ao 
estilo drumpad, um tambor digital, um "ipod" de ogg)
4:36 PM me : o importante é o sentimento na base da produção
  glerm: - supreender-se com a reedescoberta e possibilidade de reutilização de materias 
que ja encontramos na nossa "ecologia" (ex: conseguir gravar um pequeno sample 
numa cmos de bios dos computadore mais encontrados na doação do banco x para o pontode 
cultura y,  conseguir fazer aparecer um pixel num celular nokia que esta sendo descartado 
em massa porque saiu um novo)
  o que quero dizer é que o caso 1 é possivel
4:37 PM e mais "espetaculoso"
   mas isso nao faz o 2 menos importante, ou "artístico"
 4:38 PM veja que o caso da bios ou do monitor de celular, não é necessáriamente 
"utilitarista", por isso ele é pesquisa em estado bruto
  ele tras a descoberta de uma potencia
   acho que o primeiro caso estimula pra a busca do segundo
4:39 PM  e tudo isso sob o fantasma do maior problema
   que é a ideia de produto
  a grande pergunta
  "ta mas o que aa gente vai fazer com isso"
  me: a gente vai se divertir horas
 4:40 PM e usar como experiencia pra resolvermos nossos próprios problemas
 4:41 PM glerm: isso a simples resposta de - vamos tornar o processo de uso de 
equipamentos eletronicos mais artesanal, divertido, humano. vamos entender que 
além do consumo de gadgets futuristas, simplemente existe um conhecimento que 
esta ligando pessoas de diferentes lugares, potencializando comunicação, 
expressão de contemporaneidade...
  ela deve ser muito mais suficiente
 4:42 PM do que - eu fiz uma mesa igual a surface da microsoft
   eu fiz um drumpad igual ao do dj do mano brown
4:43 PM  pois olhe que doido
  se o car asó quer fazer um drumpad
  entao ele só precisa desmontar um joystick
   e acabou
   aí vem aquela historia de arduino que eutava falando
  de cair a ficha
 me: saquei
4:44 PM glerm : de realmente incitar uma percepção de que manipular eletrcidade 
póde ser como manipular madeira, argila
  me: (então, talvez eu fique dia 13 pra moderar a mesa de metareciclagem)
  glerm: e olhe só ainda:
   NÃO É MANIPULAR ARDUINO!
   é manipular eletrecidade
4:45 PM  me: sim, é ELETRICIDADE
  glerm: parece que essas marcas
  elas vao devorando tudo
 me: analógico-digitalmente, não só binariamente
 glerm : sim sim
4:46 PM esse papo de analogico em diferença em contraponto a digital
  é balela eletricofóbica
   eletronicofóbica
  me: hehehe
  glerm: é tudo argila
4:47 PM  tudo madeira e coro de bode
  me: eletronicofobia que a indústria vende
  glerm: é uma época em que a tecnocracia ganha muito dinheiro escondendo a 
engenharia no porão
 4:48 PM me: sim, e a gente pasta achando qu prédios são imutáveis
  glerm: colocando o engenheiro num pedestal de "mago", de inteligencia 
racional esculpida em bronze
 me: sim, pra garantir privilégios pra uma máfia egoísta/preguiçosa
4:52 PM glerm : me preocupa muito a necessidade de tirar as pessoas da frente 
do computador, sem tirar aquilo que a gent eganhou com isso - que foi a 
presença simultanea alem da geografia. a percepção de simultaniedade
  por outro lado fica-se como na televisao
 4:53 PM procurando qual a mais nova saída
   qual a web2.0
  a web3.0
   e nao é nada disso
  me: é. tu não acha que a falta de mobilidade dos dispositivos reforça a 
cultura da poltrona?
  glerm: é simplemente entender que ja estamos conectados
   e achar novas maneiras pra isso por si
4:54 PM  tem a ver
  mas o pronlemão
   é que a gente nao pode demandar isos da insutria
   industria
  esse é o ponto
   a industria ja sabe disso
  me: de certa maneira a apple tá ligada nisso, mas não como o pessoal da 
openmoko
  glerm: ja ta parindo seus iphones e etc
 4:55 PM mas vao ser como as ruas cheias de outdoors
   e nao como uma fogueira no mato com os amigos
  que tem que tar ligado disso somos nós
4:56 PM eu quero tentar basear a idéia dos prototipos
  no objetivo de que eles tem que sair do computador
   eles começam precisando dessas conexão usb e etc
   mas a gente tem que conseguir chegar num ponto de reciclar as memorias rom
   de criar novos displays
4:57 PM de tornar isso tao banaç quanto o controle remoto de portão
  o objetivo é:
   vou fazer um trubisquinho
4:58 PM  que conversa com o seu
  o que conversa com a nossa rede



daniel pádua

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