Da ref. 20 para 21 --> um ano. Entrei em 2004 e estou na ref 21.
Assim, aumento apenas para ref 20 não me ajudaria.

Entretanto, se for um aumento de 35% na ref 20, obrigatoriamente as
ref à frente tem que ser reajustadas. Isso porque eu ganharia menos
estando na ref 21 do que quem está na ref 20. Penso que deveria
ocorrer uma realinhada, do tipo todo mundo abaixo da ref 24 seria
"promovido" a ela, para não ocorrer esse disparate (ref maior ganhando
menos que ref menor)
--- Em [email protected], "Rogério Galhardi"
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu
>
> Cláudia,
>
> de acordo com as regras de promoção de referência, estabelecida pela
SUPGP,
> somente após 3 anos o empregado faz jus a mudança de referência.
>
> Então, esta medida afetaria diretamente, sim, a todos os concursados que
> ingressaram nos últimos concursos (2004 e 2005).
>
>
>
>
> Em 31/05/06, Claudia Amorim <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> >
> > Bom Dia
> >
> > Pelo que entendi dessa proposta de negociar o piso, é o primeiro
> > nivel da carreira apenas. Não iria refletir nos seguintes, por
> > exemplo quem já esta a um ano no Serpro e ainda é considerado novato
> > não pegaria essa mudança pois já passou para referencia seguinte,
> > além do que só aumentar a base pode provocar problemas até para nós
> > novatos de meses pois se isso não for feito agora mais daqui a alguns
> > meses com um novo plano, nós já teriamos mudado de referencia e então
> > tb não seriamos beneficiados.
> > Esta tentativa do Serpro de negociar com o Dest essa mudança na base,
> > segundo o Diretor Sergio Rosa, seria como um novo plano de carrgos.
> > Que foi reprovado pois o Dest não autoriza a mudança mantendo o
> > percentual de 7% na mudança de referencia.
> > Creio que o ideal mesmo era sim, como já aconteceu em outras empresa,
> > sermos promovidos de referencia para uma que tivesse o salário mais
> > de acordo com o mercado... mediante claro avaliação de desempenho. E
> > ser dado a todos(todos os funcionários em geral do serpro) um aumento
> > substacial talvez com escalonamento como já foi citado anterioremente.
> >
> > Abraços Claudia Amorim
> >
> >
> >
> > --- Em [email protected], "Fernando Rodrigues"
> > <[EMAIL PROTECTED]> escreveu
> > >
> > > Pelo que foi colocado pela fenadados, a empresa deu abertura para
> > negociar o
> > > piso durante a discussão, mas aparentemente não é interesse da
> > direção do
> > > movimento fazê-lo, apesar de ser de interesse de boa parte dos
> > funcionários,
> > > que podem deixar de ser funcionários em poucos meses ou anos se
> > isso não for
> > > pra frente. A questão é conseguir mobilizar as pessoas interessadas
> > no
> > > aumento do piso e levá-las para as assembléias locais.
> > >
> > > Acredito que custa pouco tentar negociar isso agora, apesar da
> > direção do
> > > movimento ser contrária (como normalmente é em relação a qualquer
> > > reivindicação da base, preferem suas idéias esdrúxulas e seus ideias
> > > sindicais de 1930). A existência de ideais democráticos nessas
> > estruturas
> > > antigas é rara, não costumam estar dispostas a discutir, buscam
> > imposições
> > > da direção para baixo, não costumam escutar a base quando não é do
> > interesse
> > > da direção da fenadados.
> > >
> > > Esperar um novo plano de cargos acho que não é produtivo, ele só
> > sairá
> > > depois do ano que vem e se tem um problema atual na empresa.
> > >
> > >
> > > []'s.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > On 5/30/06, daniellimaCG <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > > >
> > > >  Caros,
> > > >
> > > > Muito já foi discutido a respeito desta questão das perdas
> > > > históricas e, sinceramente, acredito que são praticamente
> > > > irrecuperáveis. Nenhum governo vai assumir o ônus de repor
> > > > perdas de governos anteriores, não será assim com o PT,
> > > > nem com o PSDB, nem com qualquer outro P*** que venha a
> > > > comandar esse País. Além do que, ao assinar o ACT dos anos
> > > > em que ocorreram as perdas, em momentos em que não houve a
> > > > mobilização necessária, os trabalhadores, de certa forma,
> > > > aceitaram estas perdas. Em função disso, todos os anos
> > > > vemos estas cláusulas constarem na pauta de reinvidicação
> > > > e serem solenemente descartadas por ambos os lados durante
> > > > as negociações até a assinatura do ACT.
> > > >
> > > > Então por que estas cláusulas continuam a constar na ata?
> > > > Por uma questão política sim. Para que possam embasar as
> > > > demais reinvidicações e para dar força de mobilização aos
> > > > trabalhadores para evitar que isto venha a ocorrer
> > > > novamente.
> > > >
> > > > Por outro lado, este é um ano de eleição e o governo atual
> > > > já sinalizou que quer repor as perdas que causou aos
> > > > servidores, certamente para usar isso a seu favor em
> > > > Outubro. Isso nos dá margem para lutar para que estas
> > > > medidas se estendam também a nós. Sendo assim, essa
> > > > proposta que aprovamos em Recife está totalmente embasada
> > > > (4,63% de IPCA + 2,37% de Aumento real concedido pelo DEST
> > > > ao setor elétrico + 9,71% de perdas do governo Lula),
> > > > o que a torna "defendível" e, conseqüêntemente, mais
> > > > factível.
> > > >
> > > > Mudando um pouco de assunto, Wesley, salvo engano, você é
> > > > de BH não é? Você poderia explicar uma informação que nos
> > > > foi passada na assembléia de hoje de que Minas Gerais
> > > > tinha aprovado a greve mas não conseguiu realizá-la e
> > > > o pessoal trabalhou normalmente. Ficamos todos sem
> > > > entender como isso foi possível. Não podemos fraquejar
> > > > agora.
> > > >
> > > > []'s
> > > >
> > > > Daniel
> > > >
> > > > --- Em [email protected], "Wesley Cabral"
> > <[EMAIL PROTECTED]>
> > > > escreveu
> > > >
> > > > >
> > > > > Caro Tiago,
> > > > >
> > > > > Se pedir as perdas foi uma questão puramente politica ela não
> > > > deveria estar
> > > > > na pauta inicial.
> > > > > Se não podemos cobrar de uma nova diretoria as perdas das
> > passsadas,
> > > > o PT
> > > > > vai trocar a diretoria do serpro agora e não darão aumento
> > nenhum
> > > > para nós.
> > > > >
> > > > > A discução que se diz do piso, nada mais é que um aumento
> > > > diferenciado com
> > > > > vistas a uma diminuição da amplitude da tabela salarial. Isto é
> > > > muito usado
> > > > > quando se dá um abono com um valor fixo, que é posteriormente
> > > > incorporado ao
> > > > > salário.
> > > > >
> > > > > Este é o momento sim. Temos que discutir e colocar as idéias. E
> > > > conseguir o
> > > > > máximo que cada um pode alcançar.
> > > > >
> > > > > []´s
> > > > >
> > > > > Wesley
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Em 30/05/06, Tiago Bastos <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > >
> > > > > >      Wesley,
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > desde o início ficou muito claro que as perdas históricas
> > > > pertencentes à
> > > > > > proposta inicial foi mais uma forma de registro político do
> > que
> > > > qualquer
> > > > > > outra coisa. É impossível você querer que uma diretoria,
> > > > politicamente e
> > > > > > economicamente, aceite arcar com más administrações do
> > passado.
> > > > Creio sim,
> > > > > > esta proposta ser sábia, e deixa claro que a discussão do piso
> > > > deva ser
> > > > > > retomada nas discussões a respeito do PGCS. É muito
> > improvável,
> > > > que dentro
> > > > > > de uma campanha salarial, uma proposta de mudança de piso
> > > > diferenciada (que
> > > > > > a meu ver deveria acontecer) passe por uma plenária nacional
> > do
> > > > sindpd e
> > > > > > chegue à empresa. Isso terá que ser revisto na mudança do
> > plano de
> > > > > > carreiras. Creio sim essa proposta ser sábia e possível de ser
> > > > atendida.
> > > > > > Estou começando a perceber, pelo menos na minha regional, que
> > uma
> > > > luta por
> > > > > > uma proposta onde os percentuais são impraticáveis, está
> > > > desmotivando muita
> > > > > > gente e tornando o movimento mais fraco. Precisamos conhecer
> > bem a
> > > > história
> > > > > > dessas campanhas salariais para ver que uma proposta desse
> > tipo
> > > > será sim
> > > > > > possível. Um abraço.
> > > > > >
> > > > > > ------------------------------
> > > > > > From: *"Wesley Cabral" <[EMAIL PROTECTED]>*
> > > >
> > > > > > Reply-To: [EMAIL PROTECTED]
> > > > > > To: [EMAIL PROTECTED]
> > > > > > Subject: *Re: [serpro] CONTRA-PROPOSTA*
> > > > > > Date: *Tue, 30 May 2006 14:46:09 -0300*
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > E as perdas historicas?
> > > > > >
> > > > > > Puramente cair de 98 para 14, dá descredito as propostas dos
> > > > > > trabalhadores. Tem que ter uma clausula que viabilize os 98,
> > e não
> > > > puramente
> > > > > > esquece-lo.
> > > > > >
> > > > > > Esta proposta nao ataca a fala da empresa de piso. E deixa uma
> > > > arma para
> > > > > > ser usada pela empresa.
> > > > > >
> > > > > > Pessoal, quero deixar bem claro, que temos que ser sabios.
> > > > > >
> > > > > > Qualquer contraproposta dos empregados tem que:
> > > > > > Referenciar os 98%, instituir um valor a ser pago
> > inicialmente,
> > > > prevendo
> > > > > > pagamento futuro do restante, sem contar que seja dada uma
> > > > abertura ao piso
> > > > > > para que a empresa não use essa arma.
> > > > > >
> > > > > > []´s
> > > > > >
> > > > > > Wesley
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Em 30/05/06, tbastos2004 <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > > >
> > > > > > >    Pessoal,
> > > > > > >
> > > > > > >   é cresecente entre as representações regionais dos
> > trabalhadores
> > > > > > > de que é a hora da apresentação de uma contra-proposta;
> > para que não
> > > > > > > percamos mais tempo neste jogo de empurra-empurra.
> > Portanto, hoje,
> > > > > > > às 11:30 Horas foi votada em assembléia do Sindpd-PE
> > juntamente com
> > > > > > > todos os trabalhadores serprianos uma contra-proposta que
> > irá ser
> > > > > > > apresentada em plenária nacional. É importante salientar
> > que tal
> > > > > > > proposta é de extrema preocupação com a responsabilidade
> > econômica,
> > > > > > > política e ética do movimento para com a empresa. Achamos
> > muito mais
> > > > > > > importante apresentarmos cifras factíveis a perder tempo com
> > > > > > > percentuais absurdos como andam circulando. Gostaria que
> > todos
> > > > > > > apreciassem a mesma e levassem em discussão nas assembléias
> > das
> > > > > > > vossas regionais. Segue:
> > > > > > >
> > > > > > > - Reposição das perdas do ano = 4,63% (IPCA);
> > > > > > > - Reposição das perdas da categoria no atual governo =
> > 9,71%  ;
> > > > > > > - Aumento real = 2,37% (valor proposto pelo setor elétrico
> > e aceito
> > > > > > > pelo DEST);
> > > > > > > - Aumento dos demais benefícios (ticket, auxílo creche,
> > etc) =
> > > > > > > 14,34%  (4,63 + 9,71 );
> > > > > > > - Pagamento imediato da PPLR;
> > > > > > > - O não aumento do percentual de participação no plano de
> > saúde;
> > > > > > > - Isonomia entre os trabalhadores (Licença Prêmio e
> > Anuênio);
> > > > > > > - Retomada imediata após a campanha salarial da discussão a
> > respeito
> > > > > > > do PGCS;
> > > > > > > - Permanência das demais cláusulas da proposta inicial.
> > > > > > >
> > > > > > >   Achamos ser a melhor proposta apresentada até o momento.
> > > > > > > Permanecemos em greve.
> >
>





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