Concordo com o colega Henrique, deveria ter aumento de acordo com o sálario não dá para dar aumento de 35% para quem ganha 13.000 e para os que ganham Mil e pouco como a maioria que entrou no concurso recente... e 4,XXX% para que recebe 1.039
é rídiculo...

Em 31/05/06, Claudia Amorim <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

  Só que isso não esta sendo corretamente explicitado. POr isso
tantos questionamentos. O que eu acho sinceramente era a empresa
abertamente propos isso sendo formalmente registrado em ata para que
todos possam efetivamente ver quem não esta querendo negociar e por
quais motivos. Mas não devemos esquecer que o indice de 4,xx%
ofertado é um valor infimo em relação ao que outros como
eletricitários que recebaram 7% , funcionalismo e judiciário na casa
dos 20%, Técnicos do Banco Central e outros indo pelo mesmo caminho.
Pq Serpro e Dataprev é sempre assim, achatamento ano após ano. Mesmo
que nós novatos ganhem esses 35% (confesso iria adorar minhas contas
e dividas tb) receber 4,xx% hoje e no ano seguinte outro percentual
infimo, e no ano seguinte outro assim e por ai vai(vejo isso a 4 anos
seguindos) logo, logo  nosso salário vai estar achatado novamente
como dos antigos. È fogo vc ouvir um colega aqui falar que ganha x
salários anteriormente, que ficava feliz em vir para empresa, que a
empresa sempre foi uma mãe etc etc mas que hoje em dia a empresa vem
achatando a ano, ano e não v mais nos novos ou nos colegas aquela
emoção de antes de falar e ter alegria em vir para empresa.... creio
que isso deve ser considerado a moral esta ficando baixa e para os
novos o espirito não esta se envolvendo como no passado os hoje
antigos, se envolveram e se dedicaram.

Enfim, reflexões e desabafos.





--- Em [email protected], "Rogério Galhardi"
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu
>
> Cláudia,
>
> de acordo com as regras de promoção de referência, estabelecida
pela SUPGP,
> somente após 3 anos o empregado faz jus a mudança de referência.
>
> Então, esta medida afetaria diretamente, sim, a todos os
concursados que
> ingressaram nos últimos concursos (2004 e 2005).
>
>
>
>
> Em 31/05/06, Claudia Amorim <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> >
> > Bom Dia
> >
> > Pelo que entendi dessa proposta de negociar o piso, é o primeiro
> > nivel da carreira apenas. Não iria refletir nos seguintes, por
> > exemplo quem já esta a um ano no Serpro e ainda é considerado
novato
> > não pegaria essa mudança pois já passou para referencia seguinte,
> > além do que só aumentar a base pode provocar problemas até para
nós
> > novatos de meses pois se isso não for feito agora mais daqui a
alguns
> > meses com um novo plano, nós já teriamos mudado de referencia e
então
> > tb não seriamos beneficiados.
> > Esta tentativa do Serpro de negociar com o Dest essa mudança na
base,
> > segundo o Diretor Sergio Rosa, seria como um novo plano de
carrgos.
> > Que foi reprovado pois o Dest não autoriza a mudança mantendo o
> > percentual de 7% na mudança de referencia.
> > Creio que o ideal mesmo era sim, como já aconteceu em outras
empresa,
> > sermos promovidos de referencia para uma que tivesse o salário
mais
> > de acordo com o mercado... mediante claro avaliação de
desempenho. E
> > ser dado a todos(todos os funcionários em geral do serpro) um
aumento
> > substacial talvez com escalonamento como já foi citado
anterioremente.
> >
> > Abraços Claudia Amorim
> >
> >
> >
> > --- Em [email protected], "Fernando Rodrigues"
> > <[EMAIL PROTECTED]> escreveu
> > >
> > > Pelo que foi colocado pela fenadados, a empresa deu abertura
para
> > negociar o
> > > piso durante a discussão, mas aparentemente não é interesse da
> > direção do
> > > movimento fazê-lo, apesar de ser de interesse de boa parte dos
> > funcionários,
> > > que podem deixar de ser funcionários em poucos meses ou anos se
> > isso não for
> > > pra frente. A questão é conseguir mobilizar as pessoas
interessadas
> > no
> > > aumento do piso e levá-las para as assembléias locais.
> > >
> > > Acredito que custa pouco tentar negociar isso agora, apesar da
> > direção do
> > > movimento ser contrária (como normalmente é em relação a
qualquer
> > > reivindicação da base, preferem suas idéias esdrúxulas e seus
ideias
> > > sindicais de 1930). A existência de ideais democráticos nessas
> > estruturas
> > > antigas é rara, não costumam estar dispostas a discutir, buscam
> > imposições
> > > da direção para baixo, não costumam escutar a base quando não é
do
> > interesse
> > > da direção da fenadados.
> > >
> > > Esperar um novo plano de cargos acho que não é produtivo, ele só
> > sairá
> > > depois do ano que vem e se tem um problema atual na empresa.
> > >
> > >
> > > []'s.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > On 5/30/06, daniellimaCG <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > > >
> > > >  Caros,
> > > >
> > > > Muito já foi discutido a respeito desta questão das perdas
> > > > históricas e, sinceramente, acredito que são praticamente
> > > > irrecuperáveis. Nenhum governo vai assumir o ônus de repor
> > > > perdas de governos anteriores, não será assim com o PT,
> > > > nem com o PSDB, nem com qualquer outro P*** que venha a
> > > > comandar esse País. Além do que, ao assinar o ACT dos anos
> > > > em que ocorreram as perdas, em momentos em que não houve a
> > > > mobilização necessária, os trabalhadores, de certa forma,
> > > > aceitaram estas perdas. Em função disso, todos os anos
> > > > vemos estas cláusulas constarem na pauta de reinvidicação
> > > > e serem solenemente descartadas por ambos os lados durante
> > > > as negociações até a assinatura do ACT.
> > > >
> > > > Então por que estas cláusulas continuam a constar na ata?
> > > > Por uma questão política sim. Para que possam embasar as
> > > > demais reinvidicações e para dar força de mobilização aos
> > > > trabalhadores para evitar que isto venha a ocorrer
> > > > novamente.
> > > >
> > > > Por outro lado, este é um ano de eleição e o governo atual
> > > > já sinalizou que quer repor as perdas que causou aos
> > > > servidores, certamente para usar isso a seu favor em
> > > > Outubro. Isso nos dá margem para lutar para que estas
> > > > medidas se estendam também a nós. Sendo assim, essa
> > > > proposta que aprovamos em Recife está totalmente embasada
> > > > (4,63% de IPCA + 2,37% de Aumento real concedido pelo DEST
> > > > ao setor elétrico + 9,71% de perdas do governo Lula),
> > > > o que a torna "defendível" e, conseqüêntemente, mais
> > > > factível.
> > > >
> > > > Mudando um pouco de assunto, Wesley, salvo engano, você é
> > > > de BH não é? Você poderia explicar uma informação que nos
> > > > foi passada na assembléia de hoje de que Minas Gerais
> > > > tinha aprovado a greve mas não conseguiu realizá-la e
> > > > o pessoal trabalhou normalmente. Ficamos todos sem
> > > > entender como isso foi possível. Não podemos fraquejar
> > > > agora.
> > > >
> > > > []'s
> > > >
> > > > Daniel
> > > >
> > > > --- Em [email protected], "Wesley Cabral"
> > <[EMAIL PROTECTED]>
> > > > escreveu
> > > >
> > > > >
> > > > > Caro Tiago,
> > > > >
> > > > > Se pedir as perdas foi uma questão puramente politica ela
não
> > > > deveria estar
> > > > > na pauta inicial.
> > > > > Se não podemos cobrar de uma nova diretoria as perdas das
> > passsadas,
> > > > o PT
> > > > > vai trocar a diretoria do serpro agora e não darão aumento
> > nenhum
> > > > para nós.
> > > > >
> > > > > A discução que se diz do piso, nada mais é que um aumento
> > > > diferenciado com
> > > > > vistas a uma diminuição da amplitude da tabela salarial.
Isto é
> > > > muito usado
> > > > > quando se dá um abono com um valor fixo, que é
posteriormente
> > > > incorporado ao
> > > > > salário.
> > > > >
> > > > > Este é o momento sim. Temos que discutir e colocar as
idéias. E
> > > > conseguir o
> > > > > máximo que cada um pode alcançar.
> > > > >
> > > > > []´s
> > > > >
> > > > > Wesley
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Em 30/05/06, Tiago Bastos <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > >
> > > > > >      Wesley,
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > desde o início ficou muito claro que as perdas históricas
> > > > pertencentes à
> > > > > > proposta inicial foi mais uma forma de registro político
do
> > que
> > > > qualquer
> > > > > > outra coisa. É impossível você querer que uma diretoria,
> > > > politicamente e
> > > > > > economicamente, aceite arcar com más administrações do
> > passado.
> > > > Creio sim,
> > > > > > esta proposta ser sábia, e deixa claro que a discussão do
piso
> > > > deva ser
> > > > > > retomada nas discussões a respeito do PGCS. É muito
> > improvável,
> > > > que dentro
> > > > > > de uma campanha salarial, uma proposta de mudança de piso
> > > > diferenciada (que
> > > > > > a meu ver deveria acontecer) passe por uma plenária
nacional
> > do
> > > > sindpd e
> > > > > > chegue à empresa. Isso terá que ser revisto na mudança do
> > plano de
> > > > > > carreiras. Creio sim essa proposta ser sábia e possível
de ser
> > > > atendida.
> > > > > > Estou começando a perceber, pelo menos na minha regional,
que
> > uma
> > > > luta por
> > > > > > uma proposta onde os percentuais são impraticáveis, está
> > > > desmotivando muita
> > > > > > gente e tornando o movimento mais fraco. Precisamos
conhecer
> > bem a
> > > > história
> > > > > > dessas campanhas salariais para ver que uma proposta desse
> > tipo
> > > > será sim
> > > > > > possível. Um abraço.
> > > > > >
> > > > > > ------------------------------
> > > > > > From: *"Wesley Cabral" <[EMAIL PROTECTED]>*
> > > >
> > > > > > Reply-To: [EMAIL PROTECTED]
> > > > > > To: [EMAIL PROTECTED]
> > > > > > Subject: *Re: [serpro] CONTRA-PROPOSTA*
> > > > > > Date: *Tue, 30 May 2006 14:46:09 -0300*
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > E as perdas historicas?
> > > > > >
> > > > > > Puramente cair de 98 para 14, dá descredito as propostas
dos
> > > > > > trabalhadores. Tem que ter uma clausula que viabilize os
98,
> > e não
> > > > puramente
> > > > > > esquece-lo.
> > > > > >
> > > > > > Esta proposta nao ataca a fala da empresa de piso. E
deixa uma
> > > > arma para
> > > > > > ser usada pela empresa.
> > > > > >
> > > > > > Pessoal, quero deixar bem claro, que temos que ser sabios.
> > > > > >
> > > > > > Qualquer contraproposta dos empregados tem que:
> > > > > > Referenciar os 98%, instituir um valor a ser pago
> > inicialmente,
> > > > prevendo
> > > > > > pagamento futuro do restante, sem contar que seja dada uma
> > > > abertura ao piso
> > > > > > para que a empresa não use essa arma.
> > > > > >
> > > > > > []´s
> > > > > >
> > > > > > Wesley
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Em 30/05/06, tbastos2004 <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > >
> > > > > > >
> > > > > > >    Pessoal,
> > > > > > >
> > > > > > >   é cresecente entre as representações regionais dos
> > trabalhadores
> > > > > > > de que é a hora da apresentação de uma contra-proposta;
> > para que não
> > > > > > > percamos mais tempo neste jogo de empurra-empurra.
> > Portanto, hoje,
> > > > > > > às 11:30 Horas foi votada em assembléia do Sindpd-PE
> > juntamente com
> > > > > > > todos os trabalhadores serprianos uma contra-proposta
que
> > irá ser
> > > > > > > apresentada em plenária nacional. É importante salientar
> > que tal
> > > > > > > proposta é de extrema preocupação com a responsabilidade
> > econômica,
> > > > > > > política e ética do movimento para com a empresa.
Achamos
> > muito mais
> > > > > > > importante apresentarmos cifras factíveis a perder
tempo com
> > > > > > > percentuais absurdos como andam circulando. Gostaria que
> > todos
> > > > > > > apreciassem a mesma e levassem em discussão nas
assembléias
> > das
> > > > > > > vossas regionais. Segue:
> > > > > > >
> > > > > > > - Reposição das perdas do ano = 4,63% (IPCA);
> > > > > > > - Reposição das perdas da categoria no atual governo =
> > 9,71%  ;
> > > > > > > - Aumento real = 2,37% (valor proposto pelo setor
elétrico
> > e aceito
> > > > > > > pelo DEST);
> > > > > > > - Aumento dos demais benefícios (ticket, auxílo creche,
> > etc) =
> > > > > > > 14,34%  (4,63 + 9,71 );
> > > > > > > - Pagamento imediato da PPLR;
> > > > > > > - O não aumento do percentual de participação no plano
de
> > saúde;
> > > > > > > - Isonomia entre os trabalhadores (Licença Prêmio e
> > Anuênio);
> > > > > > > - Retomada imediata após a campanha salarial da
discussão a
> > respeito
> > > > > > > do PGCS;
> > > > > > > - Permanência das demais cláusulas da proposta inicial.
> > > > > > >
> > > > > > >   Achamos ser a melhor proposta apresentada até o
momento.
> > > > > > > Permanecemos em greve.
> >
>





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