Citando Rui Correia <[email protected]>:

Por exemplo no meu local de trabalho (num Instituto Público) em geral tenho permissões de envio de mensagens pessoais (como esta) em quantidade moderada (e que não vinculam a instituição) mas não mensagens institucionais (oficiais) que apenas podem ser enviadas por quem foi superiormente autorizado. A distinção dos e-mails pessoais dos institucionais pode ser diferenciada na assinatura da mensagem (algo como exemplifico abaixo)


Desculpa lá, mas sendo "advogado do diabo" e virando a mesa, não será
que um e-mail teu, vindo de um endereço de correio electrónico de uma
instituição, não possa ser legitimamente interpretado como sendo uma
posição oficial da instituição?
Dois pesos e duas medidas, para casos semelhantes?
Ou achas que não é tão simbólico e eficaz utilizar um endereço privado,
quanto colocar um termo de responsabilidade como o que tu colocas?
Francamente!!!

Para tratar de tudo que é pessoal não utilizo nem endereços do meu
empregador, nem endereços de clientes. Eu acho que esta é a forma
mais clara e óbvia de se poder fazer a distinção entre uma utilização
pessoal e uma utilização em representação de empregador, ou cliente.
Já fiz de outras formas no Passado, mas de momento, acho que esta é
a que faz mais sentido.

Não acho que seja necessariamente a única forma de se
fazer tal distinção, há algumas mais óbvias, outras menos. Eu acho
que esta é a melhor, mas não digo que não hajam outras igualmente
legitimas e também eficazes.




cumprimentos
Diogo
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