o que
e uma pena, eu acho...já que ninguém mais se lembra dos sambas tanta quanto
se lembra dos sambas mais antigos e mais elaborados msucalmente.
Mesmo hoje em dia, quando se toca algum dos sambas p/ animar um bloco ou
banda, aqui no RJ, são aqueles bem antigos...dos novos poucos são
lembrados..e alguns apenas os refrões-chicletes, criados justamente p/
grudar na cabeça da gente.
Mas como criticar isso se a grana é mesmo tão alta e quem vive de música
sempre recebe tão pouco e por tão pouco tempo?
abs
Tania
ps..quando vc vem ao RJ???
----- Original Message -----
From: "Eduardo S. Martins" <[EMAIL PROTECTED]>
To: "Tania Méliga" <[EMAIL PROTECTED]>; "tribun-samba-choro"
<[email protected]>
Sent: Friday, October 19, 2007 9:14 AM
Subject: Re: [S-C] O que vcs acham disso?
Tânia, foi justamente quando o samba-enredo começou a fazer sucesso e vender
disco ("Pega no Ganzê" do Zuzuca") que a sua disputa virou uma briga de
foice, passando a valer, mais do que a qualidade do samba, outros fatores,
como a politicagem da direção da escola beneficiando este ou aquele
compositor, o número de panfletos feitos com a letra do samba, o número de
lanches pagos para as pessoas baterem palma na eleição do samba, etc...E aí
surgiu esse fenômeno de um samba ser composto por 5 pessoas :-) :-) :-) :-)
:-) Some-se a isso o fato do samba ter que ser acelerado para que 4 mil
pessoas possam passar pelo sambódromo em 80 minutos, está pronta a receita
desta lixaiada de sambas que surgem todo ano.
abs.
Eduardo Martins
----- Original Message -----
From: "Tania Méliga" <[EMAIL PROTECTED]>
18/10/2007 15:58:00
Arlindo Cruz defende samba da Grande Rio e diz que dinheiro também conta na
hora da disputa
Raphael Azevedo
Rio - Antes mesmo de sair o resultado na disputa no Império Serrano - onde é
um dos favoritos - Arlindo Cruz já pode comemorar uma vitória no carnaval de
2008. Ele é um dos autores do samba da Grande Rio, ao lado de Emerson Dias,
Edu da Penha, Mingau, Maurição e Carlos Senna.
Diferentemente dos dois últimos anos quando não apareceu oficialmente no
prospecto - mesmo com a notícia nos bastidores de que o samba era seu -
desta vez, Arlindo decidiu assinar. "Esse ano minha escola de coração está
no Grupo de Acesso A. Por isso, resolvi disputar na Grande Rio. O pessoal de
Caxias me adora e tem um carinho muito grande por mim", explicou.
Quanto à assinatura, o bamba diz que apenas não assinou desde o começo das
eliminatórias por uma restrição da ala. "Queria assinar desde o início, mas
existia uma regra da escola de que apenas quatro poderiam colocar o nome.
Fiquei um bom tempo amadurecendo a idéia e depois conversei com a diretoria
até resolver", esclareceu. Arlindo não pôde ir à final, devido a um show em
Nova Friburgo, mas durante a disputa esteve três vezes na quadra.
A direção da Grande Rio também não vê problemas no fato. Segundo o diretor
de harmonia da tricolor, Dudu Azevedo, a parceria campeã pediu à diretoria
para que os nomes de Arlindo e dos outros parceiros fossem incluídos.
Boa remuneração
Levado a compor na década de 80 através de seu amigo Beto Sem Braço, Arlindo
defende a arte do samba-enredo. "Acho importante fazer samba-enredo, porque
vivo do samba e não posso deixar de fazer parte da trilha sonora do maior
espetáculo da Terra. Acho até que todos os meu amigos como Zeca e Jorge
Aragão deveriam disputar também", analisou.
O dinheiro ganho com a gravação também é um fator preponderante.
"Mercadologicamente, é a maior remuneração de música que existe e ainda tem
os direitos de arena. Não ficamos ricos, mas dá pra curtir".
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