Esse sangue tá com hepatite, é um embuste. ehehehe
 
 
 
 
 
 
 
 
 
-------------------------------------------------> Ailton Magioli> Do Estado de 
Minas > Washington Possato/Divulgação > > Diogo Nogueira não nega a herança 
genética: possui o mesmo timbre do pai, João Nogueira> > > O Brasil pode até 
ter perdido um jogador de futebol, mas acabou conquistando um intérprete de 
primeira linha para o time do samba. A estréia da promissora carreira, em dose 
dupla, vem com o CD e DVD Diogo Nogueira ao vivo, gravado no Teatro João 
Caetano, do Rio, que a EMI está lançando. “Queria ser jogador de futebol, 
tentei até os 23 anos, no Esporte Clube Cruzeiro, do Rio Grande do Sul. Uma 
lesão no joelho me levou de volta à música, que também vivo desde a infância”, 
relata o jovem cantor, cuja herança genética vocal é perceptível até na fala. À 
primeira audição do disco, qualquer dúvida se desfaz. > > Filho de João 
Nogueira, Diogo, de 26 anos, que tem o samba nas veias, é mais uma revelação da 
Lapa carioca, onde o gênero passa por período de revitalização intensa. 
Talentos como ele, Teresa Cristina, Moyseis Marques e Casuarina, entre outros, 
fazem do tradicional circuito da boemia palco de sua música. “Cantei no Carioca 
da Gema, Sacrilégio, Rio Scenarium, Clube Democrático e outras casas”, lista 
Diogo. Bastou atender os convites para shows e rodas de samba na Lapa e não 
teve como segurar a carreira. > > “Sempre cantei, nunca toquei instrumentos”, 
revela o sambista que, além de cantar muito bem, faz letras e músicas com o 
talento legado pelo pai. “As pessoas sempre comentaram sobre meu timbre ser 
igual ao dele”, afirma, orgulhoso da “voz de trovão”. “Mas não o imito”, 
ressalta Diogo que, não por acaso, gosta mais do samba à moda antiga. “Tudo 
evolui na vida e no mundo e a evolução do samba vai muito bem. Mas há coisas 
difíceis de entender. Às vezes, por exemplo, entra um grupo para cantar samba, 
depois vem outro e não muda nada”, critica, referindo-se ao pagode romântico, 
que prolifera principalmente via São Paulo. “O samba moderno é o que está na 
Lapa, no Rio, que tem o pagode mas também a tradição do samba”, explica, 
citando como exemplos os grupos Revelação e o Exaltasamba, “que mantêm tal 
casamento”. > > Diogo tem passagem também por segmento criticado ultimamente, o 
do samba-enredo. Venceu dois concursos recentes da Portela, ao lado de 
parceiros. “Entrei nesse mercado por amor, não para usar como recurso 
financeiro”, diz o autor de Os deuses do Olimpo na terra do carnaval, uma festa 
do esporte, da saúde e da beleza, tema do ano passado da Portela, além do deste 
ano, sobre a natureza. “Tive a sorte de ganhar a primeira vez e agora 
novamente”, comemora o portelense, que torce para a escola desde pequeno. Ele 
elogia a ala feminina da escola, ainda restrita (são quatro compositoras): “São 
mulheres inteligentes, aguerridas. Deveria haver mais”, reivindica. > > Acervo 
> Antes da estréia na EMI, Diogo Nogueira começou a negociar com a Universal 
Music. O projeto inicial era um disco-tributo ao pai, cuja idéia está de pé. 
Detentor do acervo de João Nogueira, o filho revela possuir pelo menos 100 
composições inéditas do pai, entre as quais parcerias com Paulo César Pinheiro, 
Paulo César Feital e Carlinhos Vergueiro. No DVD, um dos momentos mais tocantes 
é quando João começa a cantar o clássico Espelho, em imagem projetada na tela, 
seguido pelo filho. > > Quando montou o show para apresentar o trabalho a 
executivos de gravadora, Diogo Nogueira confessa que não esperava ser 
convidado, de imediato, para gravar o DVD. “Não foi decisão minha, mas da 
empresa”, conta, afirmando que o fato de gravar ao vivo não o assustou porque 
nunca havia tido experiência de estúdio. “Foi até melhor, apesar do pouco tempo 
de carreira”, reconhece. > > No repertório, das 20 faixas, estão presentes sete 
de autoria de João Nogueira, algumas de sua própria, como o samba-enredo da 
Portela do ano passado e composições de outros autores. > > Entre os famosos da 
platéia registrados pela câmera, Beth Carvalho, a madrinha do samba com quem 
Diogo já tinha se apresentado. “Cantei com ela, Alcione e outros. Isso é 
tranqüilo para mim”, revela o cantor, que recebe também como convidados no CD e 
no DVD o violonista Marcel Powell, filho de Baden Powell; o cantor Xande de 
Pilares e o rapper Marcelo D2, fã declarado de João Nogueira. “O versar, tão 
comum no partido alto, nada mais é do que o rap”, afirma Diogo, explicando o 
casamento do samba com o gênero. Já o funk carioca não atrai o filho de João 
Nogueira, “por denegrir a imagem da mulher nas letras”. > > > DIOGO NOGUEIRA AO 
VIVO > CD e DVD do sambista. EMI, 20 faixas. R$ 34,50. > > > > 
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