É Haroldo...depende de como você vê as coisas.

Sambistas de São Paulo e Rio de Janeiro reunidos, fazendo uma grande roda de
confraternização na rua, cantando sambas esquecidos no tempo, uns ainda
inéditos. Samba na rua, de graça, no alcance de todos, sem nenhum tipo de
restrição, traduzindo na forma mais clara a expressão eternizada por Candeia
de que a arte é livre e aberta. Samba sem nenhum viés comercial ou
financeiro, samba pelo samba. Samba direto, sem rodeios, misturando músicos
e amadores. Tenha certeza que isso é coisa muito rara hoje em dia. Talvez
não aconteça nem em MARTE. Acho que você não teve tanta sorte assim de não
ter ido.

Um abraço,

Ricardo Brigante (Samba da Ouvidor)



2010/8/25 haroldo ( Banda da Barra ) <[email protected]>

> Ufa ! Que custo pra conseguir ter a minha senha reconhecida !
> Complementando o texto anterior,acho que ligar ou não o som e uma questão de
> criterio.Se  vai rolar num ambiente tipo Bip Bip,não ha nececidade.Mas na
> Ouvidor lotada me parece  que a razão não falou mais alto.Se,de todo,o grupo
> não amplifica por ser essa uma de suas caracteristicas,estava tocando no
> lugar erado.O pessoal,tal como em outras rodas que lotam,quer
> cantar,participar,soltar os bichos,aplaudir.Sair de casa,pagar a cerveja
> cara,enfrentar a super lotaçao e não ouvir nada,caraca isso e coisa que não
> acontece nem em marte !!!Sorte minha que não pude ir.Abraços,Haroldo
>
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