É muito simples: o Brasil ("esse país" como os politicos sempre dizem),
pode aprovar um padrão que contém erros e indefinições.Aprovado, o padrão pode ser usado por outras empresas de software que ao tentar implementar, irão se deparar com os erros e indefinições. Dai cada um tem de se virar pra encontrar uma solução para contornar os erros do padrão. Conclusão: não haverá compatibilidade entre duas implementações do mesmo padrão. Bagunça geral, com beneficios claros para a unica empresa que se diz capaz de produzir um documento no padrão que ela mesma definiu e que com certeza irá dar direitos de cobrar dos outros (patentes, etc...) a compatibilidade: "Se você implementou deste jeito, ficou igual ao nosso, e não esta claro no padrão, você copiou a gente". Andre Cavalcante escreveu: > Em 13/08/07, Renato S. Yamane <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: >> [EMAIL PROTECTED] escreveu: >>> ABNT - Manobra Golpista? >>> >>> A Redação do PSL-Brasil foi informada por Deivi Kunh, representante do >> SERPRO >>> no evento, que a ABNT, de forma golpista, propôs a mudança do local da >>> reunião que vai definir a posição brasileira. Em vez de manter na data >> do dia >>> 23 de agosto em Brasilia, propuseram e venceram a votação para alterar >> para >>> São Paulo. >> Eu, sinceramente não vejo nada de "golpista" em mudar a reunião para a >> capital FINANCEIRA do país. >> >> Você poderia me informar onde está o suposto "golpe"? >> >> Att, >> Renato >> >> > Renato, isso se deve ao fato de a Microsoft ter mais poder de fogo em São > Paulo que em Brasília. De fato esta vai ser uma decisão política e > infelizmente as decisões políticas no Brasil acabam não sendo tão > democráticas quanto parecem. No mais a Microsoft tem um duro caminho, mas > que dificilmente não vai conseguir trilhar: tornar o OpenXML um padrão e > torná-lo um padrão sem alterações. Para tanto, fica claro que eles vão > forçar a barra para que países como o Brasil, em que não há um consenso, > simplesmente se abstenham (abstenção não tem recomendações, como no caso de > um não). Eles precisam que o "padrão" não sofra muitas alterações (de > preferência nenhuma) até porque já existe um software no mercado que salva > no padrão (o MS Office 2007). Já pensou se eles tivessem que modificar algo > que tornaria os documentos do MS Office 2007 obsoletos? > > André Cavalcante > Manaus, AM. -- Olivier Hallot Scinergy Consulting Tel (021) 8822-8812 Rio de Janeiro, Brasil http://www.scinergy.com.br
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