Em 15/10/07, Willian Itiho Amano <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> Ainda acho que é gambiarra. Ele tem que reconhecer o "é" e pronto. Não
> ficar
> enchendo o saco. Se ele não tem gorretor gramatical (coogroo não está tão
> bom assim, tanto que não vem incorporado) e o "é" é uma conjugação correta
> do verbo "ser" então ele tem que simplesmente aceitar e não fazer com que
> fiquemos fazendo gambiarra.
> Esse erro deve ser corrigido para a próxima versão.
>

Não acho que esse tipo de problema tenha que ser tratado por corretores
gramaticais, já que, de qualquer forma, isso ainda é um erro ortográfico.
Talvez, o senhor tenha querido dizer que o corretor ortográfico devesse
fazer uso dos mesmos recursos que os corretores gramaticais (para
interpretar o texto e ponderar o que o o escritor queria dizer). Entretanto,
a IA (aplicada em corretores gramaticais) ainda está muito crua para lidar
com determinados aspectos lingüísticos em qualquer língua (especialmente em
português) e acabaria "enchendo o seu saco" da mesma forma.

Para finalizar o debate, devo dizer que não considero isso um erro (uma vez
que aparentemente foi intencional), nem considero uma gambiarra (o MSWord,
por exemplo, tratava desse tipo de situação dessa mesma forma — não sei as
versões atuais, pois há muito não o utilizo), logo não acho que será (nem
acho que deva ser) corrido na próxima versão (seja lá quando ela vier). Como
solução para esse impasse, poderia-se dar a sugestão de disponibilizarem (em
alguma janela de opções/configurações) a opção de o corretor ortográfico
ignorar esses casos (de dupla grafia). Mas pra mim, o botão "ignorar tudo"
está de bom tamanho, não me enche o saco.

P.S.: Eu sempre senti falta desse recurso no corretor ortográfico do
BrOffice, uma vez que a função primordial desse tipo de ferramenta é
procurar enganos e erros de digitação, não ensinar as pessoas a escrever. A
ausência (ou aplicação incorreta) de acentos é um erro de digitação
freqüente e pode ter resultados catastróficos no sentido de uma frase. Para
quem não tem revisor (o profissional), ou seja, o usuário caseiro (já que se
espera que empresas que de alguma forma tratam com comunicação empreguem
esse tipo de profissional), isso é uma mão na roda.

(Perdoe o excesso de parênteses, é que como não pretendo estender o assunto,
procurei explicar ao máximo meu ponto de vista.)

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Márcio Vinícius Pinheiro
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