Olá Comunidade,

Ruy, acho que o melhor para a sua empresa seria que além de converter, que a 
empresa mostre como fez para que você não tenha que ficar sempre pagando alguém 
para fazer isto.

Se treinar os teus colaboradores do suporte, quando houver necessidade, vocês 
mesmos farão as conversões futuras.

Nós fazemos desta forma por aqui. Quando nos contratam, reunimos os documentos 
e modificamos na medida do possível para se adequar ao BrOffice.org. Chamamos o 
"dono do documento" e mostramos algumas adaptações. Ficando "OK", entregamos o 
arquivo modificado e explicamos como fizemos para o pessoal do suporte.

Como temos um número já determinado de documentos a serem convertidos, não nos 
preocupamos em ensinar na empresa como fazemos isto. Aqueles que conseguimos 
converter (de forma manual ou não) será pago, o que sobrar, será descontado.... 
mais ou menos assim.


Até mais,

Lucas Filho
Open-Ce Tecnologias e Serviços
http://www.open-ce.com

Coordenador Estadual GUBRO-Ceará 
www.broffice.org/gubro-ce

Blog Pessoal
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Agradecemos a Deus por tudo



----- Mensagem original ----
De: Alexandre Magno Brito de Medeiros <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [email protected]
Enviadas: Terça-feira, 28 de Outubro de 2008 16:38:50
Assunto: Re: [usuarios OOo] Mensurar Arquivos

Eu não posso definir a resposta. Nem tenho experiência com isso. Mas
vou jogar uma idéia e dar uma sugestão.

Exsitem arquivos que são perfeitamente convertidos diretamente, e
existem arquivos que apresentam uma conversão com falhas. Isso depende
dos recursos que eles usam: tabelas, alinhamentos etc. Sendo assim, eu
proponho você investigar o que geralmente não é bem convertido, e
formular um método de cobrança flexível e mais justo, valorando os
procedimentos extras (executados manualmente).

No caso daqueles arquivos que podem completamente convertidos sem
intervenção humana, você pode cobrar por quantidade páginas (por causa
da quantidade de processamento, que aumenta). Na realida, um valor
base para documentos com um número máximo de páginas, e depois
adicionais, por página.

No caso daqueles arquivos que exigem intervenção humana você cobraria
o equivalente ao mensurado segundo os parâmetros do primeiro caso
(acima) acrescido de extras equivalentes a cada procedimento humano.

Por exemplo, se você descobre que textos em duas colunas e tabelas não
fazem uma boa conversão automática, requerendo intervenção humana,
então para um documento que tenha duas tabelas, você acrescenta um
extra de 2X reais. Se o documento é duas colunas você acrescenta um
extra de Y reais, e por aí vai...

É com você valorar quanto cobrar na base, por página adicional
convertida de modo automático, e por cada tipo de procedimento humano
extra.

Alexandre Magno

2008/10/28 Ruy Junior <[EMAIL PROTECTED]>:
> Olá amigos da comunidade, Boa Tarde.
>
>  Estou criando um plano de migração para legados existentes em minha 
> instituição. Estou com uma dúvida que é a seguinte: Eu terei que migrar os 
> arquivos que estão no formato Microsoft para o formato ODF, mas infelizmente 
> não sei como será cobrado isso por uma empresa, por exemplo:
>
> Qual seria a melhor forma de cobrança ?
>
> Por caracteres convertidos ?
> Por linha convertida ?
> Por documento ?
> Ou por volume de documentos ?
>
> Estou com esta dúvida, pois tenho que colocar na proposta para contratação da 
> empresa.

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