JOSE GONÇALVES RAMALHO JUNIOR escreveu:
> Estude um pouco
> para aprender a usar as poderosíssimas linguagens de macro do BrOffice,
> você vai ver que o Python, por exemplo pode fazer verdadeiras peripécias
> e até coisas simples.

José, o que eu tentei dizer foi: De nada adianta eu escrever macros
poderosíssimas se há constante troca de documentos entre
clientes/fornecedores e a maioria deles utiliza MS Office.

Uma macro escrita para o OOo não funcionará no MS Office, e o contrário
também é válido.

Por exemplo: Tente dizer para a General Motors que o documento que eles
te enviaram, que é utilizado no MUNDO TODO e que inclusive é um padrão
ASTM (<http://www.astm.org/Standards/E1804.htm>), não funciona no seu
computador, e que eles precisarão re-escrever todas as 1.000 linhas de
código da macro deles
(<http://bugs.debian.org/cgi-bin/bugreport.cgi?bug=501996>)

Nesses casos, o uso do MS Office é inevitável. E é isso que ocorre em
todas as grandes empresas.

As grandes empresas ditam as regras, e as pequenas e médias empresas
acatam :-)

Há muitos casos, na indústria automotiva por exemplo, que o uso do MS
Office ainda é inevitável devido a constante troca de documentação entre
cliente/fornecedor (em todo o mundo).

Att,
Renato

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