pois é, entendi sua visão, Alexandre, e acho interessante.

vcs lembram daquela thread (o q signif isso?) em q mencionei minha dific de
abrir um .doc e manipular no BrOo 3 para inserir uma planilha .xls?

então, consegui... em termos... =o!

meu chefe foi abrir o arq e encontrou dificuldades no dimensionamento e das
tabelas, e lá fui eu, de novo, tentar mexer e "corrigir" as
inconsistências...

já até pediu uma licença de MSO pra mim.

puxa, é impressão minha ou, cada vez q nos aprofundamos no SL e vemos as
travas do SP - no caso do Win e crias, acho q entraves - ficamos 'enervados'
e indignados pela forma desonesta de tentar frear a utilização do SL?

+1 desabafo, desc.-me de novo.

bom, vou voltar ao trabalho.

abs.

wally.

2008/11/28 Alexandre Magno Brito de Medeiros <[EMAIL PROTECTED]>

> Wallace escreveu na thread "Como está o BRoffice?".
>
> Quero responder. Vou separar um OFF-TOPIC.
>
> 2008/11/28 Wallace Sousa <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> > é engraçado q no Win, q é pago, e temos, em tese,
> > direitos de exigir coisas, ficamos felizes qdo tudo
> > vai bem, eqto no BrOo, q não pagamos nada por ele
> > ($), exigimos e ficamos de cara amarrada qdo algo
> > dá errado (falando em termos genéricos).
>
> Pelo menos à minha volta, a maioria dos usuários de
> um Microsoft Office (pago) não pagou por ele, pelo
> menos diretamente. A instituição ou empresa pagou,
> ou o software foi piratiado.
>
> Principalmente nesse último a pessoa se acha "a
> experta" - está no lucro! - e não se vê em posição
> de reclamar. Para mim, é fácil entender esse isso,
> esse mecanismo.
>
> No primeiro caso, uma série de circunstâncias
> contribuem para o silêncio também.
>
> > isso não é uma inversão de valores?
>
> Considerando o que eu disse, é, mas ainda em
> outra abordagem que não foi a que você pretendeu.
>
> Deixa eu explicar...
>
> Eu considero software livre um software "doado",
> na maioria das vezes. Porque com freqüência ele
> é gratuito. Seguindo esta linha, a principal
> inversão de valor que identifico é querer
> justificar a pirataria.
>
> Penso que o trabalhador / produtor / mantenedor
> tem todo o direito de cobrar por um trabalho, por
> um produto, por um serviço, assim como de escolher
> não cobrar, por opção. Doar.
>
> Essa "doação" geralmente acontece com software livre.
>
> No caso da cobrança o que muitas vezes acontece é o
> exagero, é a exploração; aí é outro assunto.
>
> > desc. por, logo cedo de manhã, terem q ler um
> > desabafo (ou estertor de indignação)...
>
> Mas voltando à sua abordagem...
>
> Afinal, até então eu desviei completamente da
> questão do seu desabafo.
>
> Eu concordo.
>
> Se eu "efetivamente paguei" a licença de uso de
> um Microsoft Office eu tenho é que fazer valer
> cada centavo, pressionando o fornecedor, que no
> caso é a Microsoft, por qualidade etc.
>
> Se eu uso o BrOffice.org gratuitamente, peraí!
>
> Ele é uma doação generosa de alguém (alguns)...
>
> Eu posso até (e devo) contribuir com críticas e
> sugestões, mas não tenho direito de "cobrar".
> Isso já seria abuso.
>
> Alexandre Magno
>
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"Não desista de seus sonhos"
Fp 4.13

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