Olá,
Sabem mais quem está metido na confusão das eleição no Equador?
O Sr. Paulo Nakaya...
O antigo e obscuro assessor da Secretaria de Informática do TSE, mão
direita do Sr. Paulo César Camarão, que tudo fazia para impedir a
transparência ndo processo eleitoral brasileiro.
Ele deixou o TSE no final de 2005 mas, até onde eu sei continuava
trabalhando no CTA/INPE em São José dos Campos. Mesmo assim foi
trabalhar para a Probank, empresa fornecedora do TSE e que montou a e-Vote.
O Paulo Nakaya é o responsável verdadeiro pela Probank/e-Vote e, segundo
consta, assinou um contrato com o TSE do Equador lá em Quito, mas não
consta que tenha entrado no país!
Usaram um laranja, o argentino Murray, que agora foi preso, teve uma
taquicardia e foi para num hospital.
Eram estas pessoas que eram a "garantia" do sistema eleitoral brasileiro!
Vejam as notícias em:
http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_agencias.php?codigo=89426 ,
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1334063-5602,00.html
Especialmente a segunda, que transcrevo abaixo.
Amilcar
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01/11/2006 - 00h29m - Atualizado em 01/11/2006 - 01h58m Agencia EFE
REPRESENTANTE DA E-VOTE SAI DA PRISÃO E VAI PARA HOSPITAL
QUITO - Santiago Murray, representante no Equador da empresa brasileira
E-vote, foi levado nesta terça-feira (31) a um hospital de Quito, após
sofrer de taquicardia na Polícia Judicial, onde estava detido após o
fracasso da apuração rápida de votos das eleições gerais de 15 de outubro.
Murray foi levado ao Hospital Metropolitano de Quito por uma ambulância
do serviço municipal "devido a uma taquicardia", disse à televisão local
seu advogado, Rubén Aguirre.
Esta manhã, Murray, que é argentino, foi detido pela Polícia Judicial
quando saía de um hotel, por ordem do juiz Jaime Santos, que emitiu uma
ordem de prisão por 24 horas.
Segundo Aguirre, a detenção de Murray se deve à falta de registros
policiais de entrada no Equador do representante legal da E-vote, Paulo
Nakaya, que supostamente assinou em Quito o contrato para a apuração
rápida de votos com o presidente do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE),
Xavier Cazar.
Aguirre disse que provará que Murray não tem "absolutamente nada a ver
com a confusão".
O TSE e a E-vote assinaram um contrato de US$ 5,2 milhões para a
apuração rápida de votos. O órgão pagou a metade em troca de garantias
num banco brasileiro. Agora, tenta cobrar a devolução do adiantamento,
devido ao fracasso da operação e à rescisão do acordo.
Comprovado o fracasso da E-vote na apuração rápida, Murray apareceu como
principal responsável pela companhia no Equador. Mas ele afirmou que era
apenas o porta-voz da firma brasileira.
Dirigentes de grupos políticos e sociais do Equador acusaram Murray de
ter vínculos com o chefe da missão de observadores eleitorais no Equador
da Organização dos Estados Americanos (OEA), o ex-chanceler argentino
Rafael Bielsa, que também foi convocado a depor na semana passada, e não
compareceu.
Segundo os denunciantes, o suposto vínculo entre Bielsa e Murray poderia
ter sido a causa de algumas "irregularidades" no processo eleitoral de
15 de outubro.
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