Caro Fernando,
espero q uma alternativa � RPP surja em breve. � muito necessitada em
Portugal, uma visao cientifica deste tipo de fenomenos.
Qt aos "ovos" :)
> A outra parte da mensagem resume-se, por analogia, nisto: qual � a
> probabilidade da humanidade sobreviver a comer uma refei��o de ovos, sem
> saber o seu estado, se est�o ou n�o comest�veis? Aqui enquadra-se um risco
> de vida, de sobreviv�ncia. A probabilidade de sucumbir � maior ou menor �
> sobreviv�ncia ap�s a refei��o? Uma certeza se tem: se n�o se comer os ovos
a
> probabilidade de sobreviv�ncia � 1. E, aqui, que pol�tica � prefer�vel
> aplicar? N�o � a do menor risco?
Compreendo, mas ser� assim tao grande o risco? E a vantagem de me
alimentar e conhecer o sabor dos ovos, possuir as proteinas dos ovos, nao
ser�o suficientes para correr o risco?
Claro, se nao sair de casa, a probabilidade de ser atropelado � zero, mas
assim nunca poderei conhecer pessoas novas, ver os novos modelos de
autom�veis, conhecer as motos, as bicicletas, os avi�es.... !
Eu acredito q o potencial do Homem com estas capacidades ser� largamente
compensador, inclusive na sua capacidade de sobreviver. Se tivermos
desenvolvidas capacidades de melhor utiliza�ao do nosso cerebro e da energia
q nos rodeia, nao estaremos mais capazes de resolver problemas, lidar com o
mundo, viver em sociedade, ajudar ao desenvolvimento da ra�a humana?
Eu pessoalmente nao me importava de "arriscar" se tivesse uma boa hipotese
de conseguir esses objectivos.
> A experi�ncia dos terapeutas ao lidarem com pessoas que apresentam
> faculdades parapsicol�gicas vai no sentido de elas serem "mal�ficas" na
sua
> continuidade persistiva de suas manifesta��es. (Chamam a isto um DOM? Nada
> mais errado!...) Mas isto n�o quer dizer que n�o sejam v�lidas, aquando
> extempor�neas, quando n�o criam deforma��es prejudiciais psicol�gicas e/ou
> f�sicas. (T�o natural como a tentativa do suic�dio...) N�o � por acaso que
o
> ser humano s� se d� conta delas 'ocasionalmente' na sua vida. Para qu�
> utilizar algo que exige tanto do corpo se por menos, com um gasto menor de
> energia, se pode atingir o mesmo objectivo? Por exemplo, porque hei-de eu
> levitar sobre um rio se existe uma ponte, um barco, um outro meio para
> atravess�-lo de uma forma muito mais simples? Para que se quereria ent�o
as
> pernas?...
Ok, h� exerc�cios q podem exceder as capacidades do ser humano, mas nao
quer dizer q toda a actividade o fa�a!
Para qu� levitar o rio? Mas poder� ser �til levitar uma pessoa que esteja a
sofrer uma queda...
E concerteza pessoas diferente, terao limites diferentes. Porqu� pensar s�
nas utiliza��es ego�stas destes poderes,
quando h� obvias vantagens em utiliza��es mais simples, mais humanas.
Eu tenho as pernas para andar, nao para voar, mesmo que exista um aviao, se
eu podesse ser teleportado para outro local mais depressa (em caso de
urgencia), nao o deveria fazer apenas porque tenho pernas ou porque existem
avioes?
E j� agora, essas pessoas com essas faculdades psi (? posso dizer isto?), se
conseguissem controlar-se, e demonstrassem os fenomenos de uma forma mais
controlada, mais doseada, demonstrariam os mesmos sinais de desgaste ou
degenera��o?
Compreendo q nao seja uma experi�ncia simples de executar, nao se pode
controlar a realidade ou controlar externamente estes fenomenos, mas em
teoria pelo menos, parece-me linear que os sinais de desgaste seriam menores
ou insignificantes. Nao existe inclusive uma regenera��o dos "tecidos
afectados" (ou de qq q seja o "meio" afectado) quando os fenomenos deixam de
acontecer? A pessoa fica para sempre marcada fisica ou mentalmente depois
dos fenomenos desaparecerem? H� estudos sobre isto?
> Para al�m disto � o facto de conhecermos muito pouco a n�s mesmos. Mas
para
> isso temos de nos relacionar uns com os outros, com o mundo, com o
universo.
> E isso � necess�rio para passarmos a outros est�gios de vida que confirmam
o
> estado de estar 's�', que � o de uma comunh�o, que � o AMOR. Um estado que
> adv�m de um modo de vida, de ser e estar, que se pode designar de
MEDITA��O.
> (Aquele estado que foge a todo o tipo de mecanicidade.) Contudo, as
pessoas
> em vez de algo profundo, cheio de significado, procuram o oposto, o que �
> pueril. Isto � confirmado pela Hist�ria!
Nao sei se percebi o que este paragrafo tem a ver com o resto, mas o
facto de nos conhecermos mal, nao ser� um impulso para melhorarmos o nosso
auto-conhecimento? E a descoberta e utiliza��o destes "poderes" nao poder�
ser um passo nessa direc��o?
E quando se refere a outros estagios de vida, porque toda a gente deve estar
nesse estado de "medita��o"? Nao podemos ser alguns pessoas de ac��o?
Precisam de existir extremos? Nao podemos ser um pouco de cada?
Se estar no estado de "medita��o" � fugir a todo o tipo de mecanicidade, �
ser apenas um "ser mental", nao sei se quero avan�ar para esse estado.
Mais, a Historia tambem conta pessoas que procuraram (com menor ou maior
�xito) os valores mais elevados que menciona, nem todos somos pueris. Por
favor, nao generalize a humanidade!
Eu tambem acho que massificar esse tipo de poderes, poderia levar-nos a uma
nova forma de autodestrui��o, talvez pior do q engenhos nucleares - mas
tambem nao advogo que o conhecimento e a capacidade seja ignorada, escondida
ou simplesmente nao utilizada por receio. Afinal, a humanidade avan�a com
descobertas plenas de riscos, mas ainda c� andamos...
Em todo o caso, obrigado pela paci�ncia em discutir estes assuntos.
Acho esta lista extremamente renovadora e essencial para minha forma de ver
o mundo.
Um abra�o,
Jose Silva
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