Sebasti�o,
o f�rum � de todos, desde que haja civismo.
O que fala � verdade. Contudo, puxa como apoio um termo, "Deus", que em vez
de ajudar pode trazer pol�mica, no sentido que foge ao �mbito desta lista.
Digo isto, n�o para aprofundar muito, vejam como um aparte, que os pr�prios
estudiosos da b�blia, tanto cat�licos como protestantes, refiro-me a gente
muito s�ria, apontam que muitos do termos s�o usados como veia de express�o
po�tica. Pondo o ser humano coisas em �nome de� para ganhar um v�nculo
oficial vindo do alto, que no fundo s�o nem mais nem menos do que aquilo que
eles pensavam, queriam e faziam para que acontecesse, hoje, amanh� ou em
futuras gera��es... Tamb�m � verdade que �a morte tem sempre uma desculpa� e
podem dizer que por detr�s de tudo o que apontei pode estar muito bem Deus.
E depois, como ficamos, pelos factos ou pelas suposi��es?
Pensem nisto.
Psi-Sauda��es
Fernando De Matos
----- Original Message -----
From: "Sebasti�o Nuno Silva" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Tuesday, August 28, 2001 1:45 PM
Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
questao)
> Caros amigos:
>
> Antes de mais, e desculpem este atrevimento de um novato nestas andan�as,
> mas estou encantado com esta discuss�o!
>
> Parece-me dif�cil, no mundo de hoje, contrariar esta tend�ncia para as
> solu��es f�ceis - todos apelam para o mais simples (em termos de esfor�o)
e
> navegar contra a mar� pode ser contrariar uma esp�cie de tend�ncia social
> que nos foi incutida desde a mais tenra idade. Quem n�o se lembra do
> super-homem que, usando todos os seus poderes, deu v�rias voltas � terra
> para fazer recuar o tempo salvando assim o seu amor da morte e corrigindo
as
> asneiras do Homem? Quem n�o sonhou, mais que uma vez, ter este mesmo
poder,
> de fazer recuar o tempo para remediar asneiras que cometemos? E nos dias
de
> hoje todos esperam solu��es miraculosas - os extra-terrestres com poderes
> mirabolantes que nos v�o ensinar tudo o que ainda n�o sabemos; as seitas e
> novas correntes filos�fico-religiosas que acham que a solu��o est� no
> Oriente e mesmo sem saberem nada da cultura Oriental (muito menos da
> Ocidental) iniciam exerc�cios pat�ticos de "medita��o" (com respeito por
> aqueles que o fazem conscientemente) ou de busca de uma espiritualidade
> empacotada que se vende num qualquer livro escrito por um pseudo-s�bio
> cibern�tico. Eu como amante da Hist�ria, sinto-me arrepiado quando vejo
> estes novos movimentos que acham que as civiliza��es antigas j�
descobriram
> tudo mas deixaram os seus segredos codificados e h�, para a� um s�bio
> qualquer que sabe decifrar os segredos mais secretos da Humanidade... Na
> verdade queremos solu��es r�pidas para quest�es t�o profundas �s quais
> dev�amos dedicar toda a vida. Porque morreu tanta gente � procura do Santo
> Graal, ou do t�mulo da Virgem Maria, ou do Santo Sud�rio, quando o pr�prio
> Cristo disse: o reino de deus est� dentro de v�s!!!!! Se Cristo deu
> instru��es acerca do comportamento do crist�o, como podem haver crisnt�os
> que julgam que a salva��o est� num copo ou num pano?
>
> Por isso, para mim, esses "poderes" a que se referem s�o uma falsa
quest�o.
> Possivelmente todos n�s teremos essa capacidade cerebral para levitar mas
s�
> alguns, por alguma raz�o, conseguem manifest�-la; mas n�o ser� esta mais
uma
> daquelas coisas que os Homens querem muito e depois n�o sabem o que fazer
> com ela? Lembro-me sempre daquela velha hist�ria b�blica de que durante
> muito tempo o homem tinha um tempo de vida enorm�ssimo (v�rias centenas de
> anos) at� que Deus se questionou sobre aquilo que homem estava a fazer com
> todo este tempo que lhe estava a ser dado e percebeu que o estava a gastar
> sem qualquer proveito. N�o ser� isto que n�s fazemos com tantas das
benesses
> que recebemos? Inventamos a agricultura para alimentar a todos, mas ser�
que
> todos t�m alimento? Por isso, antes de avan�armos com estes "acess�rios"
> l�dicos da vida humana (para mim esses "poderes" s�o isso mesmo) n�o ser�
> mais premente resolver algumas quest�es profundas que ainda resistem
dentro
> de n�s? Infelizmente, acho que estas quest�es prementes est�o a ser
> ignoradas pela maioria desde o in�cio da Humanidade. Lembro o que dizia
> Kant: a intelig�ncia (e neste caso os seus "poderes") n�o s�o um bem em
si,
> dependem da boa vontade.
>
> Pe�o desculpa pela confus�o de ideias...
>
> Um abra�o a todos
>
> Sebasti�o Nuno Barros
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "CLAP-PORTUGAL" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Tuesday, August 28, 2001 12:18 AM
> Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
> questao)
>
>
> > Caro amigo,
> >
> > agradecemos o seu incentivo, apesar disso a economia � que prevalece no
> > mundo.
> >
> > N�o procure subverter o que eu escrevi! Ou ser� que compreendeu mesmo!
> Pelo
> > que fala parece-me mesmo que n�o.
> >
> > Quer outro exemplo pr�tico? Eu dou! A verdadeira raz�o � saber �priori
que
> > existe algo de errado com um alimento, por exemplo, (voltamos n�s aos
> > comest�veis ;-) ) que est� envenenado, com um veneno semelhante �
cicuta.
> (�
> > claro que se poderia fazer testes, mas economicamente � invi�vel.) E
esse
> > alimento, uma fruta, sofreu um acidente do qual resultou o seu
> > envenenamento. Por azar... ;-) caiu num recipiente onde se encontra
> outros
> > de sua esp�cie e se misturou com eles.
> >
> > Agora, com aplica��o dos seus argumentos, teria a coragem de se atrever
> > suicidar? Sim, creio que sim, caso o orgulho tivesse um peso tal em si a
> > ponto de correr esse risco. � como por uma bala num tambor de um
revolver,
> > girar o tambor, meter o cano do rev�lver na boca e premir o gatilho.
> >
> > E o que isto tem a ver, sendo de uma irracionalidade e,
consequentemente,
> > irrespons�vel, com o sair respons�vel para gozar um magn�fico dia e cair
> um
> > avi�o na tola?
> >
> > S�o acontecimentos totalmente diferentes, n�o s�o? Pelo menos no modo
como
> > s�o procurados... Uns procuram o suic�dio, outros o "suic�dio" � que os
> > procura. Em termos de moral�tica, de consci�ncia de vida, de
liberdade...
> os
> > �ltimos superam hiper anos de luz os primeiros. E o amigo est� a
> justificar
> > os primeiros para se chegar aos �ltimos? Onde est� o bom senso aqui?...
> >
> > � como os exageros de "levantar o rio" para justificar aplica��o da
> > levita��o de "uma pessoa que esteja a sofrer uma queda..."
> >
> > O ser humano � o que pensa e o que faz � o resultado desse pensar. Em
toda
> a
> > sua Hist�ria podemos observar o quanto � muito dif�cil criar uma imagem,
> > leva muito tempo at� que se comprove a robustez da seriedade, empenho e
> > verdade no que se faz e mesmo assim as mem�rias, a imagem do passado
ainda
> > pesa, porque as pessoas d�o mais import�ncia � ilus�o, � imagem do que �
> > realidade, numa cadeia educativa fechada, por n�o saberem lidar de outro
> > modo... Mais ainda dif�cil � manter a nova, ainda esbatida, pouco
> definida,
> > uma n�voa a diluir a passada. Que, por tal, para ser destru�da
> praticamente
> > basta um pensar...
> >
> > Mas nem todo o pensar tem uma l�gica racional, �til, positiva. V�-se
pelos
> > comportamentos das gentes diariamente (e n�s estamos nessas gentes
> tamb�m),
> > uma cultura do passado bem vincada no presente e a burrice das gentes
> > perpetua irracionalmente na transmiss�o desses fantasmas "gen�ticos" por
> > cont�gio virulento pelo seu pensamento...
> >
> > E, a Hist�ria repete-se, segue-se o caminho escolhido por aparentar ser
o
> > mais simples. O ego�smo tem sido um grande impulsionador da humanidade.
> > Mesmo que se diga que se trata de altru�smo, uma nova capa de ego�smo...
> >
> > Pessoalmente, acredito veemente que no dia em que o ser humano atingir e
> > conseguir permanecer a viver naquele estado que eu referi no meu mail
> > anterior, o imposs�vel ser� uma palavra do ido. Mas isto implica
> princ�pios
> > e valores, educa��o, uma cultura que muitos mestres da humanidade
> > apregoaram, porque viveram o que ensinavam, no entanto, que ouvidos lhes
> > deram, a humanidade? Grosso modo � a import�ncia dos "poderes", que em
> geral
> > � a dos tolos... Que � para n�o ser muito mauzinho. Que estudos, de
facto
> > s�o mesmo poucos, mas os consult�rios dos psic�logos e psiquiatras,
> > hospitais e outras institui��es an�logas vivem cheios...
> >
> > Caro Jos� Silva, parece que ainda n�o entendeu a minha mensagem. Ela �
> > simples, estes fen�menos parapsicol�gicos, se os vermos a frio, sem os
> > pesarmos na balan�a se s�o graves ou n�o, n�o deixam a seu modo de ser
> > instrumentos, embora diferentes e a outro n�vel, como o s�o por exemplo
as
> > nossas m�os. E eles s� existem porque n�s existimos. De que nos servem
as
> > nossas m�os se forem decepadas?... Eles existem de facto por alguma
raz�o,
> > uma raz�o no �mbito da psicologia, psiquiatria, neurologia... tem sido
> > sempre encontrada.
> >
> > Existe ferida que se tenha curado que n�o tenha deixado a sua marca:
> > cicatriz? O mesmo se passa com um acto parapsicol�gico, mesmo que n�o
> deixe
> > mazelas f�sicas existem as psicol�gicas. Com isto, insisto que n�o quer
> > dizer que seja com tudo.
> >
> > Cada ser humano s� v� no que acredita, pela for�a do h�bito.
> >
> > Mas s�o todos os actos parapsicol�gicos maus?... S�o todos os dias, ao
> > acordarmos, que nos sentimos cansados, piores do que quando nos
> deit�mos? -
> > Claro que n�o. Foi bem lido o meu outro mail? o que eu disse l�? Pode
ter
> > sido lido sim, mas n�o ter sido alcan�ado o pretendido... A falha pode
ter
> > sido minha.
> >
> > Procura-se o labirinto que n�o h�, mas passa haver porque se cria o que
se
> > procura.
> >
> > Quem vive o auto-conhecimento n�o procura o que muitos designam
> erradamente
> > por "poderes". Mas os "poderes" podem ser uma indica��o de se estar no
> > caminho, vivos, conscientes, cuja import�ncia n�o s�o esses "poderes"...
> > Igualmente, quem alguma vez na vida se sentiu VIVO, nesse estado de
> > "medita��o" sabe perfeitamente que tal n�o significa n�o-ac��o.
> >
> > E tudo isto � totalmente contr�rio ao que � proposto pelo amigo, que faz
> > lembrar aquelas est�rias dos aprendizes de feiticeiro... Me desculpe se
> lhe
> > for poss�vel.
> >
> > Ser-se um pouco de "cada" � n�o-Ser-se. E se Ser, �-se todos. Para mim,
> > pessoalmente, � prefer�vel Ser sem ser mec�nico, do que n�o-Ser e ser um
> > mec�nico, um rob�, um ser vegetativo...
> >
> > A escolha, o arb�trio s� existe quando se est� em caos!
> >
> > Tudo est� em cada um de n�s. E est� em cada um de n�s fazer sobressair o
> que
> > h� de melhor. Embora haja quem assim n�o pense.
> >
> > Voltando aos fen�menos parapsicol�gicos, s�o eles que surpreendem o ser
> > humano. Mas maltratam-no quando permanecem.
> >
> > Tudo � bom com a sua devida conta, peso e medida.
> >
> > Um aparte, � que j� � tarde e estou com sono, mas ainda consigo
discernir
> > que algumas das coisas que escrevi soam a esot�rico, mesmo assim s�o
> > v�lidas, quando as pessoas n�o entendem directamente o que se pretende
> > procura-se outro caminho...
> >
> > At� breve
> >
> > Fernando De Matos
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Jose Silva" <[EMAIL PROTECTED]>
> > To: <[EMAIL PROTECTED]>
> > Sent: Monday, August 27, 2001 10:01 PM
> > Subject: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
> > questao)
> >
> >
> > > Caro Fernando,
> > > espero q uma alternativa � RPP surja em breve. � muito necessitada em
> > > Portugal, uma visao cientifica deste tipo de fenomenos.
> > >
> > > Qt aos "ovos" :)
> > > > A outra parte da mensagem resume-se, por analogia, nisto: qual � a
> > > > probabilidade da humanidade sobreviver a comer uma refei��o de ovos,
> sem
> > > > saber o seu estado, se est�o ou n�o comest�veis? Aqui enquadra-se um
> > risco
> > > > de vida, de sobreviv�ncia. A probabilidade de sucumbir � maior ou
> menor
> > �
> > > > sobreviv�ncia ap�s a refei��o? Uma certeza se tem: se n�o se comer
os
> > ovos
> > > a
> > > > probabilidade de sobreviv�ncia � 1. E, aqui, que pol�tica �
prefer�vel
> > > > aplicar? N�o � a do menor risco?
> > >
> > > Compreendo, mas ser� assim tao grande o risco? E a vantagem de me
> > > alimentar e conhecer o sabor dos ovos, possuir as proteinas dos ovos,
> nao
> > > ser�o suficientes para correr o risco?
> > > Claro, se nao sair de casa, a probabilidade de ser atropelado � zero,
> mas
> > > assim nunca poderei conhecer pessoas novas, ver os novos modelos de
> > > autom�veis, conhecer as motos, as bicicletas, os avi�es.... !
> > > Eu acredito q o potencial do Homem com estas capacidades ser�
largamente
> > > compensador, inclusive na sua capacidade de sobreviver. Se tivermos
> > > desenvolvidas capacidades de melhor utiliza�ao do nosso cerebro e da
> > energia
> > > q nos rodeia, nao estaremos mais capazes de resolver problemas, lidar
> com
> > o
> > > mundo, viver em sociedade, ajudar ao desenvolvimento da ra�a humana?
> > > Eu pessoalmente nao me importava de "arriscar" se tivesse uma boa
> hipotese
> > > de conseguir esses objectivos.
> > >
> > > > A experi�ncia dos terapeutas ao lidarem com pessoas que apresentam
> > > > faculdades parapsicol�gicas vai no sentido de elas serem "mal�ficas"
> na
> > > sua
> > > > continuidade persistiva de suas manifesta��es. (Chamam a isto um
DOM?
> > Nada
> > > > mais errado!...) Mas isto n�o quer dizer que n�o sejam v�lidas,
> aquando
> > > > extempor�neas, quando n�o criam deforma��es prejudiciais
psicol�gicas
> > e/ou
> > > > f�sicas. (T�o natural como a tentativa do suic�dio...) N�o � por
acaso
> > que
> > > o
> > > > ser humano s� se d� conta delas 'ocasionalmente' na sua vida. Para
qu�
> > > > utilizar algo que exige tanto do corpo se por menos, com um gasto
> menor
> > de
> > > > energia, se pode atingir o mesmo objectivo? Por exemplo, porque
hei-de
> > eu
> > > > levitar sobre um rio se existe uma ponte, um barco, um outro meio
para
> > > > atravess�-lo de uma forma muito mais simples? Para que se quereria
> ent�o
> > > as
> > > > pernas?...
> > >
> > > Ok, h� exerc�cios q podem exceder as capacidades do ser humano,
mas
> > nao
> > > quer dizer q toda a actividade o fa�a!
> > > Para qu� levitar o rio? Mas poder� ser �til levitar uma pessoa que
> esteja
> > a
> > > sofrer uma queda...
> > > E concerteza pessoas diferente, terao limites diferentes. Porqu�
pensar
> s�
> > > nas utiliza��es ego�stas destes poderes,
> > > quando h� obvias vantagens em utiliza��es mais simples, mais humanas.
> > > Eu tenho as pernas para andar, nao para voar, mesmo que exista um
aviao,
> > se
> > > eu podesse ser teleportado para outro local mais depressa (em caso de
> > > urgencia), nao o deveria fazer apenas porque tenho pernas ou porque
> > existem
> > > avioes?
> > >
> > > E j� agora, essas pessoas com essas faculdades psi (? posso dizer
> isto?),
> > se
> > > conseguissem controlar-se, e demonstrassem os fenomenos de uma forma
> mais
> > > controlada, mais doseada, demonstrariam os mesmos sinais de desgaste
ou
> > > degenera��o?
> > > Compreendo q nao seja uma experi�ncia simples de executar, nao se pode
> > > controlar a realidade ou controlar externamente estes fenomenos, mas
em
> > > teoria pelo menos, parece-me linear que os sinais de desgaste seriam
> > menores
> > > ou insignificantes. Nao existe inclusive uma regenera��o dos "tecidos
> > > afectados" (ou de qq q seja o "meio" afectado) quando os fenomenos
> deixam
> > de
> > > acontecer? A pessoa fica para sempre marcada fisica ou mentalmente
> depois
> > > dos fenomenos desaparecerem? H� estudos sobre isto?
> > >
> > > > Para al�m disto � o facto de conhecermos muito pouco a n�s mesmos.
Mas
> > > para
> > > > isso temos de nos relacionar uns com os outros, com o mundo, com o
> > > universo.
> > > > E isso � necess�rio para passarmos a outros est�gios de vida que
> > confirmam
> > > o
> > > > estado de estar 's�', que � o de uma comunh�o, que � o AMOR. Um
estado
> > que
> > > > adv�m de um modo de vida, de ser e estar, que se pode designar de
> > > MEDITA��O.
> > > > (Aquele estado que foge a todo o tipo de mecanicidade.) Contudo, as
> > > pessoas
> > > > em vez de algo profundo, cheio de significado, procuram o oposto, o
> que
> > �
> > > > pueril. Isto � confirmado pela Hist�ria!
> > >
> > > Nao sei se percebi o que este paragrafo tem a ver com o resto,
mas
> o
> > > facto de nos conhecermos mal, nao ser� um impulso para melhorarmos o
> nosso
> > > auto-conhecimento? E a descoberta e utiliza��o destes "poderes" nao
> poder�
> > > ser um passo nessa direc��o?
> > > E quando se refere a outros estagios de vida, porque toda a gente deve
> > estar
> > > nesse estado de "medita��o"? Nao podemos ser alguns pessoas de ac��o?
> > > Precisam de existir extremos? Nao podemos ser um pouco de cada?
> > > Se estar no estado de "medita��o" � fugir a todo o tipo de
mecanicidade,
> �
> > > ser apenas um "ser mental", nao sei se quero avan�ar para esse estado.
> > > Mais, a Historia tambem conta pessoas que procuraram (com menor ou
maior
> > > �xito) os valores mais elevados que menciona, nem todos somos pueris.
> Por
> > > favor, nao generalize a humanidade!
> > > Eu tambem acho que massificar esse tipo de poderes, poderia levar-nos
a
> > uma
> > > nova forma de autodestrui��o, talvez pior do q engenhos nucleares -
mas
> > > tambem nao advogo que o conhecimento e a capacidade seja ignorada,
> > escondida
> > > ou simplesmente nao utilizada por receio. Afinal, a humanidade avan�a
> com
> > > descobertas plenas de riscos, mas ainda c� andamos...
> > >
> > > Em todo o caso, obrigado pela paci�ncia em discutir estes assuntos.
> > > Acho esta lista extremamente renovadora e essencial para minha forma
de
> > ver
> > > o mundo.
> > >
> > > Um abra�o,
> > > Jose Silva
> > >
> > >
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