Caros amigos:

Antes de mais, e desculpem este atrevimento de um novato nestas andan�as,
mas estou encantado com esta discuss�o!

Parece-me dif�cil, no mundo de hoje, contrariar esta tend�ncia para as
solu��es f�ceis - todos apelam para o mais simples (em termos de esfor�o) e
navegar contra a mar� pode ser contrariar uma esp�cie de tend�ncia social
que nos foi incutida desde a mais tenra idade. Quem n�o se lembra do
super-homem que, usando todos os seus poderes, deu v�rias voltas � terra
para fazer recuar o tempo salvando assim o seu amor da morte e corrigindo as
asneiras do Homem? Quem n�o sonhou, mais que uma vez, ter este mesmo poder,
de fazer recuar o tempo para remediar asneiras que cometemos? E nos dias de
hoje todos esperam solu��es miraculosas - os extra-terrestres com poderes
mirabolantes que nos v�o ensinar tudo o que ainda n�o sabemos; as seitas e
novas correntes filos�fico-religiosas que acham que a solu��o est� no
Oriente e mesmo sem saberem nada da cultura Oriental (muito menos da
Ocidental) iniciam exerc�cios pat�ticos de "medita��o" (com respeito por
aqueles que o fazem conscientemente) ou de busca de uma espiritualidade
empacotada que se vende num qualquer livro escrito por um pseudo-s�bio
cibern�tico. Eu como amante da Hist�ria, sinto-me arrepiado quando vejo
estes novos movimentos que acham que as civiliza��es antigas j� descobriram
tudo mas deixaram os seus segredos codificados e h�, para a� um s�bio
qualquer que sabe decifrar os segredos mais secretos da Humanidade... Na
verdade queremos solu��es r�pidas para quest�es t�o profundas �s quais
dev�amos dedicar toda a vida. Porque morreu tanta gente � procura do Santo
Graal, ou do t�mulo da Virgem Maria, ou do Santo Sud�rio, quando o pr�prio
Cristo disse: o reino de deus est� dentro de v�s!!!!! Se Cristo deu
instru��es acerca do comportamento do crist�o, como podem haver crisnt�os
que julgam que a salva��o est� num copo ou num pano?

Por isso, para mim, esses "poderes" a que se referem s�o uma falsa quest�o.
Possivelmente todos n�s teremos essa capacidade cerebral para levitar mas s�
alguns, por alguma raz�o, conseguem manifest�-la; mas n�o ser� esta mais uma
daquelas coisas que os Homens querem muito e depois n�o sabem o que fazer
com ela? Lembro-me sempre daquela velha hist�ria b�blica de que durante
muito tempo o homem tinha um tempo de vida enorm�ssimo (v�rias centenas de
anos) at� que Deus se questionou sobre aquilo que homem estava a fazer com
todo este tempo que lhe estava a ser dado e percebeu que o estava a gastar
sem qualquer proveito. N�o ser� isto que n�s fazemos com tantas das benesses
que recebemos? Inventamos a agricultura para alimentar a todos, mas ser� que
todos t�m alimento? Por isso, antes de avan�armos com estes "acess�rios"
l�dicos da vida humana (para mim esses "poderes" s�o isso mesmo) n�o ser�
mais premente resolver algumas quest�es profundas que ainda resistem dentro
de n�s? Infelizmente, acho que estas quest�es prementes est�o a ser
ignoradas pela maioria desde o in�cio da Humanidade. Lembro o que dizia
Kant: a intelig�ncia (e neste caso os seus "poderes") n�o s�o um bem em si,
dependem da boa vontade.

Pe�o desculpa pela confus�o de ideias...

Um abra�o a todos

Sebasti�o Nuno Barros


----- Original Message -----
From: "CLAP-PORTUGAL" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Tuesday, August 28, 2001 12:18 AM
Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
questao)


> Caro amigo,
>
> agradecemos o seu incentivo, apesar disso a economia � que prevalece no
> mundo.
>
> N�o procure subverter o que eu escrevi! Ou ser� que compreendeu mesmo!
Pelo
> que fala parece-me mesmo que n�o.
>
> Quer outro exemplo pr�tico? Eu dou! A verdadeira raz�o � saber �priori que
> existe algo de errado com um alimento, por exemplo, (voltamos n�s aos
> comest�veis ;-) ) que est� envenenado, com um veneno semelhante � cicuta.
(�
> claro que se poderia fazer testes, mas economicamente � invi�vel.) E esse
> alimento, uma fruta, sofreu um acidente do qual resultou o seu
> envenenamento. Por azar... ;-)  caiu num recipiente onde se encontra
outros
> de sua esp�cie e se misturou com eles.
>
> Agora, com aplica��o dos seus argumentos, teria a coragem de se atrever
> suicidar? Sim, creio que sim, caso o orgulho tivesse um peso tal em si a
> ponto de correr esse risco. � como por uma bala num tambor de um revolver,
> girar o tambor, meter o cano do rev�lver na boca e premir o gatilho.
>
> E o que isto tem a ver, sendo de uma irracionalidade e, consequentemente,
> irrespons�vel, com o sair respons�vel para gozar um magn�fico dia e cair
um
> avi�o na tola?
>
> S�o acontecimentos totalmente diferentes, n�o s�o? Pelo menos no modo como
> s�o procurados... Uns procuram o suic�dio, outros o "suic�dio" � que os
> procura. Em termos de moral�tica, de consci�ncia de vida, de liberdade...
os
> �ltimos superam hiper anos de luz os primeiros. E o amigo est� a
justificar
> os primeiros para se chegar aos �ltimos? Onde est� o bom senso aqui?...
>
> � como os exageros de "levantar o rio" para justificar aplica��o da
> levita��o de "uma pessoa que esteja a sofrer uma queda..."
>
> O ser humano � o que pensa e o que faz � o resultado desse pensar. Em toda
a
> sua Hist�ria podemos observar o quanto � muito dif�cil criar uma imagem,
> leva muito tempo at� que se comprove a robustez da seriedade, empenho e
> verdade no que se faz e mesmo assim as mem�rias, a imagem do passado ainda
> pesa, porque as pessoas d�o mais import�ncia � ilus�o, � imagem do que �
> realidade, numa cadeia educativa fechada, por n�o saberem lidar de outro
> modo... Mais ainda dif�cil � manter a nova, ainda esbatida, pouco
definida,
> uma n�voa a diluir a passada. Que, por tal, para ser destru�da
praticamente
> basta um pensar...
>
> Mas nem todo o pensar tem uma l�gica racional, �til, positiva. V�-se pelos
> comportamentos das gentes diariamente (e n�s estamos nessas gentes
tamb�m),
> uma cultura do passado bem vincada no presente e a burrice das gentes
> perpetua irracionalmente na transmiss�o desses fantasmas "gen�ticos" por
> cont�gio virulento pelo seu pensamento...
>
> E, a Hist�ria repete-se, segue-se o caminho escolhido por aparentar ser o
> mais simples. O ego�smo tem sido um grande impulsionador da humanidade.
> Mesmo que se diga que se trata de altru�smo, uma nova capa de ego�smo...
>
> Pessoalmente, acredito veemente que no dia em que o ser humano atingir e
> conseguir permanecer a viver naquele estado que eu referi no meu mail
> anterior, o imposs�vel ser� uma palavra do ido. Mas isto implica
princ�pios
> e valores, educa��o, uma cultura que muitos mestres da humanidade
> apregoaram, porque viveram o que ensinavam, no entanto, que ouvidos lhes
> deram, a humanidade? Grosso modo � a import�ncia dos "poderes", que em
geral
> � a dos tolos... Que � para n�o ser muito mauzinho. Que estudos, de facto
> s�o mesmo poucos, mas os consult�rios dos psic�logos e psiquiatras,
> hospitais e outras institui��es an�logas vivem cheios...
>
> Caro Jos� Silva, parece que ainda n�o entendeu a minha mensagem. Ela �
> simples, estes fen�menos parapsicol�gicos, se os vermos a frio, sem os
> pesarmos na balan�a se s�o graves ou n�o, n�o deixam a seu modo de ser
> instrumentos, embora diferentes e a outro n�vel, como o s�o por exemplo as
> nossas m�os. E eles s� existem porque n�s existimos. De que nos servem as
> nossas m�os se forem decepadas?... Eles existem de facto por alguma raz�o,
> uma raz�o no �mbito da psicologia, psiquiatria, neurologia... tem sido
> sempre encontrada.
>
> Existe ferida que se tenha curado que n�o tenha deixado a sua marca:
> cicatriz? O mesmo se passa com um acto parapsicol�gico, mesmo que n�o
deixe
> mazelas f�sicas existem as psicol�gicas. Com isto, insisto que n�o quer
> dizer que seja com tudo.
>
> Cada ser humano s� v� no que acredita, pela for�a do h�bito.
>
> Mas s�o todos os actos parapsicol�gicos maus?... S�o todos os dias, ao
> acordarmos, que nos sentimos cansados, piores do que quando nos
deit�mos? -
> Claro que n�o. Foi bem lido o meu outro mail? o que eu disse l�? Pode ter
> sido lido sim, mas n�o ter sido alcan�ado o pretendido... A falha pode ter
> sido minha.
>
> Procura-se o labirinto que n�o h�, mas passa haver porque se cria o que se
> procura.
>
> Quem vive o auto-conhecimento n�o procura o que muitos designam
erradamente
> por "poderes". Mas os "poderes" podem ser uma indica��o de se estar no
> caminho, vivos, conscientes, cuja import�ncia n�o s�o esses "poderes"...
> Igualmente, quem alguma vez na vida se sentiu VIVO, nesse estado de
> "medita��o" sabe perfeitamente que tal n�o significa n�o-ac��o.
>
> E tudo isto � totalmente contr�rio ao que � proposto pelo amigo, que faz
> lembrar aquelas est�rias dos aprendizes de feiticeiro... Me desculpe se
lhe
> for poss�vel.
>
> Ser-se um pouco de "cada" � n�o-Ser-se. E se Ser, �-se todos. Para mim,
> pessoalmente, � prefer�vel Ser sem ser mec�nico, do que n�o-Ser e ser um
> mec�nico, um rob�, um ser vegetativo...
>
> A escolha, o arb�trio s� existe quando se est� em caos!
>
> Tudo est� em cada um de n�s. E est� em cada um de n�s fazer sobressair o
que
> h� de melhor. Embora haja quem assim n�o pense.
>
> Voltando aos fen�menos parapsicol�gicos, s�o eles que surpreendem o ser
> humano. Mas maltratam-no quando permanecem.
>
> Tudo � bom com a sua devida conta, peso e medida.
>
> Um aparte, � que j� � tarde e estou com sono, mas ainda consigo discernir
> que algumas das coisas que escrevi soam a esot�rico, mesmo assim s�o
> v�lidas, quando as pessoas n�o entendem directamente o que se pretende
> procura-se outro caminho...
>
> At� breve
>
> Fernando De Matos
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Jose Silva" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Monday, August 27, 2001 10:01 PM
> Subject: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
> questao)
>
>
> > Caro Fernando,
> > espero q uma alternativa � RPP surja em breve. � muito necessitada em
> > Portugal, uma visao cientifica deste tipo de fenomenos.
> >
> > Qt aos "ovos" :)
> > > A outra parte da mensagem resume-se, por analogia, nisto: qual � a
> > > probabilidade da humanidade sobreviver a comer uma refei��o de ovos,
sem
> > > saber o seu estado, se est�o ou n�o comest�veis? Aqui enquadra-se um
> risco
> > > de vida, de sobreviv�ncia. A probabilidade de sucumbir � maior ou
menor
> �
> > > sobreviv�ncia ap�s a refei��o? Uma certeza se tem: se n�o se comer os
> ovos
> > a
> > > probabilidade de sobreviv�ncia � 1. E, aqui, que pol�tica � prefer�vel
> > > aplicar? N�o � a do menor risco?
> >
> >     Compreendo, mas ser� assim tao grande o risco? E a vantagem de me
> > alimentar e conhecer o sabor dos ovos, possuir as proteinas dos ovos,
nao
> > ser�o suficientes para correr o risco?
> > Claro, se nao sair de casa, a probabilidade de ser atropelado � zero,
mas
> > assim nunca poderei conhecer pessoas novas, ver os novos modelos de
> > autom�veis, conhecer as motos, as bicicletas, os avi�es.... !
> > Eu acredito q o potencial do Homem com estas capacidades ser� largamente
> > compensador, inclusive na sua capacidade de sobreviver. Se tivermos
> > desenvolvidas capacidades de melhor utiliza�ao do nosso cerebro e da
> energia
> > q nos rodeia, nao estaremos mais capazes de resolver problemas, lidar
com
> o
> > mundo, viver em sociedade, ajudar ao desenvolvimento da ra�a humana?
> > Eu pessoalmente nao me importava de "arriscar" se tivesse uma boa
hipotese
> > de conseguir esses objectivos.
> >
> > > A experi�ncia dos terapeutas ao lidarem com pessoas que apresentam
> > > faculdades parapsicol�gicas vai no sentido de elas serem "mal�ficas"
na
> > sua
> > > continuidade persistiva de suas manifesta��es. (Chamam a isto um DOM?
> Nada
> > > mais errado!...) Mas isto n�o quer dizer que n�o sejam v�lidas,
aquando
> > > extempor�neas, quando n�o criam deforma��es prejudiciais psicol�gicas
> e/ou
> > > f�sicas. (T�o natural como a tentativa do suic�dio...) N�o � por acaso
> que
> > o
> > > ser humano s� se d� conta delas 'ocasionalmente' na sua vida. Para qu�
> > > utilizar algo que exige tanto do corpo se por menos, com um gasto
menor
> de
> > > energia, se pode atingir o mesmo objectivo? Por exemplo, porque hei-de
> eu
> > > levitar sobre um rio se existe uma ponte, um barco, um outro meio para
> > > atravess�-lo de uma forma muito mais simples? Para que se quereria
ent�o
> > as
> > > pernas?...
> >
> >     Ok, h� exerc�cios q podem exceder as capacidades do ser humano, mas
> nao
> > quer dizer q toda a actividade o fa�a!
> > Para qu� levitar o rio? Mas poder� ser �til levitar uma pessoa que
esteja
> a
> > sofrer uma queda...
> > E concerteza pessoas diferente, terao limites diferentes. Porqu� pensar
s�
> > nas utiliza��es ego�stas destes poderes,
> > quando h� obvias vantagens em utiliza��es mais simples, mais humanas.
> > Eu tenho as pernas para andar, nao para voar, mesmo que exista um aviao,
> se
> > eu podesse ser teleportado para outro local mais depressa (em caso de
> > urgencia), nao o deveria fazer apenas porque tenho pernas ou porque
> existem
> > avioes?
> >
> > E j� agora, essas pessoas com essas faculdades psi (? posso dizer
isto?),
> se
> > conseguissem controlar-se, e demonstrassem os fenomenos de uma forma
mais
> > controlada, mais doseada, demonstrariam os mesmos sinais de desgaste ou
> > degenera��o?
> > Compreendo q nao seja uma experi�ncia simples de executar, nao se pode
> > controlar a realidade ou controlar externamente estes fenomenos, mas em
> > teoria pelo menos, parece-me linear que os sinais de desgaste seriam
> menores
> > ou insignificantes. Nao existe inclusive uma regenera��o dos "tecidos
> > afectados" (ou de qq q seja o "meio" afectado) quando os fenomenos
deixam
> de
> > acontecer? A pessoa fica para sempre marcada fisica ou mentalmente
depois
> > dos fenomenos desaparecerem? H� estudos sobre isto?
> >
> > > Para al�m disto � o facto de conhecermos muito pouco a n�s mesmos. Mas
> > para
> > > isso temos de nos relacionar uns com os outros, com o mundo, com o
> > universo.
> > > E isso � necess�rio para passarmos a outros est�gios de vida que
> confirmam
> > o
> > > estado de estar 's�', que � o de uma comunh�o, que � o AMOR. Um estado
> que
> > > adv�m de um modo de vida, de ser e estar, que se pode designar de
> > MEDITA��O.
> > > (Aquele estado que foge a todo o tipo de mecanicidade.) Contudo, as
> > pessoas
> > > em vez de algo profundo, cheio de significado, procuram o oposto, o
que
> �
> > > pueril. Isto � confirmado pela Hist�ria!
> >
> >     Nao sei se percebi o que este paragrafo tem  a ver com o resto, mas
o
> > facto de nos conhecermos mal, nao ser� um impulso para melhorarmos o
nosso
> > auto-conhecimento? E a descoberta e utiliza��o destes "poderes" nao
poder�
> > ser um passo nessa direc��o?
> > E quando se refere a outros estagios de vida, porque toda a gente deve
> estar
> > nesse estado de "medita��o"? Nao podemos ser alguns pessoas de ac��o?
> > Precisam de existir extremos? Nao podemos ser um pouco de cada?
> > Se estar no estado de "medita��o" � fugir a todo o tipo de mecanicidade,
�
> > ser apenas um "ser mental", nao sei se quero avan�ar para esse estado.
> > Mais, a Historia tambem conta pessoas que procuraram (com menor ou maior
> > �xito) os valores mais elevados que menciona, nem todos somos pueris.
Por
> > favor, nao generalize a humanidade!
> > Eu tambem acho que massificar esse tipo de poderes, poderia levar-nos a
> uma
> > nova forma de autodestrui��o, talvez pior do q engenhos nucleares - mas
> > tambem nao advogo que o conhecimento e a capacidade seja ignorada,
> escondida
> > ou simplesmente nao utilizada por receio. Afinal, a humanidade avan�a
com
> > descobertas plenas de riscos, mas ainda c� andamos...
> >
> > Em todo o caso, obrigado pela paci�ncia em discutir estes assuntos.
> > Acho esta lista extremamente renovadora e essencial para minha forma de
> ver
> > o mundo.
> >
> > Um abra�o,
> > Jose Silva
> >
> >
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