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A Priori, este, infelizmente, pode ser o maior passo dado pelo STJ
no sentido de dificultar uma das mais nobres funções do
Ministério Público na defesa dos interesses difusos e
coletivos:
"MP pode ter de pagar quando perder"- manchete no
Jornal da Tarde. Trata-se de um caso em que o Ministério Püblico de
Ribeirão Preto, através do Promotor Marcelo Goulart
ingressou com ACPAmbiental contra produtores de cana, por danos causado ao meio
ambiente. Os adv. dos produtores requereram que o Promotor fosse incluído
como parte e obrigado a pagar seus honorários, o que o 1º grau,
embora julgando improcedente a ação, não acatou. O promotor
recorreu, o TJ, que tb. julgou improcedente a ação, mas
acatou o pedido do advs. condenando a promotoria ao pagamento de R$
3.000,00 em honorários. O MP. recorreu ao STJ que confirmou a
condenação nos honorários. Segundo o jornal isto
abrirá uma brecha na jusriprudência para que outros adv. assim
procedam. Segundo o jornal, existem mais dois casos neste sentido, um em Santos
e outro no Rio Grande do Sul. Este foi o 1º a ser julgado pelo
STJ. Obs: Estou tentando arrumar a decisão do STJ p/a verificar os
fundamentos; logo que conseguir volto a informar-lhes.
Rodrigo Andreotti Musetti
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- [DTOAMBIENTAL] STJ, MP e ACP Suindara
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