Relat�rio da reuni�o de consulta sobre o C�digo Florestal ocorrida em Natal, RN, 04/02/2000

Coment�rios gerais:

  1. Necessidade de manuten��o do conceito de �rea de Preserva��o Permanente foi consenso no plen�rio.
  2. Import�ncia do fortalecimento dos conselhos nos processos de autoriza��o.
  3. Sugest�o de repensar a necessidade de utilizar o conceito de interesse "socioambiental".
  4. Necessidade de definir melhor a possibilidade de irriga��o no par�grafo que trata do acesso.
  5. Que as normas a serem editadas para os casos de manejo sejam feitas pelo CONAMA.
  6. Incluir a palavra sustent�vel na express�o uso alternativo.
  7. Verificar no par�grafo 16 a utiliza��o dos termos supress�o e explora��o, pois como est� parece que apenas a explora��o sob manejo ser� regulamentada.
  8. Necessidade de se estabelecer incentivos aos propriet�rios que mantenham �reas protegidas.
  9. Reserva legal deve incluir demais formas de vegeta��o nativa, e buscar tratar das �reas sob risco de desertifica��o.
  10. Definir de forma diferenciada (por regi�o) o tipo de manejo sustent�vel permitido nas reservas legais (sugest�o para regulamenta��o).
  11. Sugest�es da CONTAG foram entregues por escrito em documento anexo.

Sugest�es de emendas:

FAERN:

Os produtores rurais devem ser compensados. Deve ser criado um b�nus, com pre�o correspondente ao arrendamento da �rea para fins de explora��o agropecu�ria. O b�nus, emitido pelo governo federal, poderia ser usado para abater d�vidas junto a previd�ncia social, receita federal, Ibama, inss, etc.

ASPOAN:

Retirar "solu��es para o esgotamento sanit�rio" por que � essencial estabelecer que este � um equipamento urbano importante.

CONTAG:

Artigo 16, par�grafo 1�

Caber� ao CONAMA definir as normas espec�ficas para o manejo das esp�cies da flora amea�adas de extin��o, cabendo aos conselhos estaduais e municipais realizar a sua adequa��o �s especificidades locais.

NEA Natal:

O manejo florestal deve ser muito mais restritivo em �reas de reserva legal, n�o se admitindo a retirada de produtos " madeir�veis" (lenhas, toras, estacas)

A quest�o da recomposi��o com esp�cies ex�ticas deve ser observada com uma base t�cnica s�lida, de forma a n�o permitir esquema de monocultura.

 

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