(eu não entendo nada de avião mas achei que faz sentido)
Pessoal,
O que está escrito aqui tem muito a ver, mas um detalhe que pouca gente sabe
é que:
Os comandantes Americanos, por vício, nunca mexem no altímetro antes de
uma decolagem.
Motivo: Os EUA tem a totalidade do seu território ao nivel do mar. Altitude Zero!
San José de los Fieldes (São José dos Campos) fica na altitude 650mts!
Provavelmente o comandante do Legacy não regulou o altímetro para
esse nivel e saiu fagueiro com diferença de 650mts abaixo!
Já aconteceu como Brasilia 007 novo da ASA, que bateu na Mantiqueira!
Eu vi esse avião decolar e cinco minutos depois estatelou-se full power
na Mantiqueira. Durou menos que esse Legacy.
Pelo visto o CINDACTA não detectou essa diferença por causa do Check de transponder
em voo e porque o sistema da RAYTHEON está cheio de "buracos"!
O impacto dessas duas aeronaves foi aproximadamente a 1750 Km./h! Um pequena
triscada a essa velocidade arrebenta qualquer aeronave em voo.
O impacto, foi possivelmente nas primeiras cavernas do BOEING, possivelmente no
radome do avião. Atrás do Radome, temos um armário eletrônico, que atende o radar
e o painel do cockpit. Atrás dele temos o que foi rompido em voo, a caverna de pressão
do nariz e o parabrisa da aeronave.
O winglet do Legacy e a ponta da empenagem horizontal cortaram que nem facão a cabine
do piloto do BOEING criando um BLOWOUT! Em segundos a pressurização de 9 a 12psi foi
para o espaço e consequentemente tudo, digo tudo que estava nos primeiros compartimentos
do BOEING foi expelido pela frente.
Todos os seres vivos no BOEING explodiram pela descompressão e/ou congelaram pelo
fato da expansão dos gazes! De 27º C para -30ºC em segundos! Tiveram queimadura de
frio!
Por milésimo de segundos, o Legacy não foi atropelado pelo BOEING! Haveria uma explosão
espalhando destroços no raio de uns 50Km pelo menos!
Os destroços desse material expelido pelo BOEING, deve ter batido nas asas e na nacele
da turbina de bombordo (esquerda), com isso danificou as asas e a nacele de turbina,
arrebentando os dutos de combustivel AVJET (Querozene de aviação) e de SKYDROL, (Parte
hidraulica)ambos altamente combustiveis e corrosivos!
Por isso, depois do impacto, temos uma aeronave sem nariz, fuselagem aberta, todos
mortos a bordo e chovendo combustivel e SKYDROL por pelo menos 200Km!
Um avião fantasma que se não tivesse escapado tudo isso, teria que ser abatido por
um caça para não cair lá na Patagônia (tinha pelo menos 8hs de autonomia).
Esse cenário de horror, impossível de ser previsto, pelo menos deverá colocar em
cheque o sistema de TCAS (Anti-colisão) que nunca foi projetado para uma situação
dessas. Além disso, todo o sistema do CINDACTA e de monitoramento do espaço
aéro nacional deverá ser revisto.
Tudo pelo custo de 155 vidas perdidas!
É o que tenho a complementar
Rogério Foster Vidal
Designer Gráfico /Industrial e Aeronáutico ex-EMBRAER.
Especializado em Interiores Aeronáuticos e Design Aeronáutico.
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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