marcola,
a cada noticia que o chavez vem ai valorizam-se os terrenos aqui na serra...
estou formando a milicia do aka (com cabelo raspado..) com umas .12
recicladas... na medida para o pessoal do contag...

ainda restam poucos terrenos...com agua luz e internet...

no pasaran...


On 9/3/07, marco figueiredo <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
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> a moda agora é plesbicito para desprivatizar a Vale, no O Globo de hj,
> texto  maoista impecavel, ó vitimas da fome !!!
>
> com a chancela da agenda do PT, que de bom tem a descriminalização do
> aborto, o que me lebrou aqela foto do Janio de pernas trocadas...
>
> Chavez vem aí !
>
> Em 02/09/07, marco figueiredo <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > pior é que mais dia menos dia os bolsões de miséria vão explodir geral, no
> atacado,agora é só varejo, e bem na nossa cara, seja no campo , nas
> favelas...o descaso dos ricos financiando estes governos corruptos e fazendo
> vista grossa para o lucro compartilhado irá levar a insolvência social ,
> tipo africana, rápido.
> >
> >
> > Em 02/09/07, Carlos Alberto Teixeira <[EMAIL PROTECTED] > escreveu:
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> > >
> > >
> > > A FORÇA DO MST
> > >
> > > - por Rogério Mendelski <[EMAIL PROTECTED]> [2007-05-19]
> > >
> > > Quem acha que o MST está sob controle engana-se de maneira ingênua. O
> MST continua poderoso e desafiador do sistema legal brasileiro. Nesta
> semana, por exemplo, o líder nacional João Pedro Stedile não compareceu na
> audiência da Justiça de Barra do Ribeiro para explicar a destruição do
> laboratório de pesquisas da Aracruz.
> > >
> > > O MST tem hoje dois milhões de militantes e 1.800 escolas em seus
> assentamentos. Nelas, 160 mil sem-terrinha aprendem lições revolucionárias
> em livros de Mão Tse Tung e Che Guevara.
> > >
> > > Cursos exclusivos em 20 universidades para formação de sem-terra
> funcionam por convênio. Esses cursos, na maioria, são pagos pelo Incra. Para
> fazer parte desses cursos o aluno precisa ser assentado, filho de assentado,
> não ter formação superior e trabalhar como educador nas escolas dos
> assentamentos.
> > >
> > > Existe uma universidade própria, a Florestan Fernandes, inaugurada em
> janeiro de 2005 e já em novembro do mesmo ano formava 60 alunos em cursos de
> especialização, com a presença do ministro Luiz Dulci, secretário-geral da
> Presidência.
> > >
> > > No diploma, em destaque, estava a seguinte frase: "Contra a intolerância
> dos ricos, a intransigência dos pobres. Não se deixe cooptar. Não se deixe
> esmagar. Lutar sempre".
> > >
> > > Há também um projeto de uma escola sul-americana de agroecologia, cujo
> protocolo de intenção para sua implantação no Paraná foi assinado pelos
> governos do Brasil, Venezuela, do estado do Paraná e pela Via Campesina (?).
> > >
> > > No Pará, teremos, em breve, estudantes se diplomando como professor
> rural. O Ministério da Educação assinou convênio com cinco universidades
> para a formação desses cursos. Tais cursos, segundo o MEC, são inspirados
> nos cursos de graduação para os sem-terra.
> > >
> > > Em Minas Gerais, três cursos funcionam nos mesmos moldes na Universidade
> Federal. Na aula inaugural de 2005, o líder do MST/MG, Armando Vieira, deu a
> aula inaugural e deu também o seu recado: "As universidades são latifúndio e
> nossa presença aqui é uma ocupação".
> > >
> > > A revista Época, numa reportagem <http://tinyurl.com/364bca> que ficou
> famosa escreveu: "Há 20 anos eles eram crianças colocadas pelos pais na
> linha de frente das invasões para constranger a polícia com suas baionetas.
> Hoje eles são o comando de ocupações (invasões), marchas e saques pelo
> Brasil afora." È a primeira geração nascida nos acampamentos e formada nas
> escolas do MST, chegando ao poder.
> > >
> > > As principais máximas da nova geração de sem-terra são as seguintes:
> > >
> > > 1 - Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a
> gente faz uma revolução socialista no Brasil.
> > >
> > > 2 - Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a
> sociedade mesmo que não seja pela via institucional.
> > >
> > > 3 - A gente precisa ir para a luta, acampar e viver o desconforto para
> destruir o capitalista que existe dentro de nós.
> > >
> > > 4 - Quando 169 milhões de pessoas quiserem o socialismo, não vai ter
> jeito. Nem que seja pela força.
> > >
> > > 5 - Queremos a socialização dos meios de produção. Vamos adaptar as
> experiências cubana e soviética no Brasil.
> > >
> > > Eis a súmula da cartilha revolucionária em andamento em nosso país. Até
> quando as forças da ordem e da lei permitirão a subversão aberta, ostensiva
> e debochada dos nossos futuros bem-feitores, ninguém sabe.
> > >
> > > Mas que ninguém diga que não se falou no assunto.
> > >
> > > ---
> > >
> > > Publicado no jornal "O Sul" em 19 de maio de 2007.
> > >
> > > http://www.pampa.com.br
> > >
> > > http://www.rogeriomendelski.com.br/rogerio%201905.htm
> > >
> > > --
> > >
> > > - c.a.t.
> > > http://catalisando.com
> > >
> >
> >
> >
> > --
> > --
> > Marco Antonio Figueiredo
> > Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal
>
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> --
> Marco Antonio Figueiredo
> Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal
>
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