Marco, Desde ontem estou para falar sobre os bolsões de miséria e o que se fala do socialismo tupiniquim, segundo os seus idealizadores nos moldes da antiga União Soviética e Cuba. O erro começa aí pois em nenhuma das duas houve socialismo em tempo algum. Mas é papo pra depois. O que tenho lido sobre a desprivatização da Vale, não bem assim. É a anulação da privatização como foi feita pelo governo infame do não menos infame FH. É preciso aprofundar mais o assunto para ver o que vem à tona mas que foi um oceano de tramóias, foi. Pesquisemos os fatos para não deixar dúvidas que tucanos, petistas e partidários de todas as outras legendas se equivalem.
Carlos Antônio. ----- Original Message ----- From: marco figueiredo To: [email protected] Sent: Monday, September 03, 2007 7:46 AM Subject: [gl-L] Re: [gl] << A força do MST >> a moda agora é plesbicito para desprivatizar a Vale, no O Globo de hj, texto maoista impecavel, ó vitimas da fome !!! com a chancela da agenda do PT, que de bom tem a descriminalização do aborto, o que me lebrou aqela foto do Janio de pernas trocadas... Chavez vem aí ! Em 02/09/07, marco figueiredo <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: pior é que mais dia menos dia os bolsões de miséria vão explodir geral, no atacado,agora é só varejo, e bem na nossa cara, seja no campo , nas favelas...o descaso dos ricos financiando estes governos corruptos e fazendo vista grossa para o lucro compartilhado irá levar a insolvência social , tipo africana, rápido. Em 02/09/07, Carlos Alberto Teixeira <[EMAIL PROTECTED] > escreveu: A FORÇA DO MST - por Rogério Mendelski <[EMAIL PROTECTED]> [2007-05-19] Quem acha que o MST está sob controle engana-se de maneira ingênua. O MST continua poderoso e desafiador do sistema legal brasileiro. Nesta semana, por exemplo, o líder nacional João Pedro Stedile não compareceu na audiência da Justiça de Barra do Ribeiro para explicar a destruição do laboratório de pesquisas da Aracruz. O MST tem hoje dois milhões de militantes e 1.800 escolas em seus assentamentos. Nelas, 160 mil sem-terrinha aprendem lições revolucionárias em livros de Mão Tse Tung e Che Guevara. Cursos exclusivos em 20 universidades para formação de sem-terra funcionam por convênio. Esses cursos, na maioria, são pagos pelo Incra. Para fazer parte desses cursos o aluno precisa ser assentado, filho de assentado, não ter formação superior e trabalhar como educador nas escolas dos assentamentos. Existe uma universidade própria, a Florestan Fernandes, inaugurada em janeiro de 2005 e já em novembro do mesmo ano formava 60 alunos em cursos de especialização, com a presença do ministro Luiz Dulci, secretário-geral da Presidência. No diploma, em destaque, estava a seguinte frase: "Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres. Não se deixe cooptar. Não se deixe esmagar. Lutar sempre". Há também um projeto de uma escola sul-americana de agroecologia, cujo protocolo de intenção para sua implantação no Paraná foi assinado pelos governos do Brasil, Venezuela, do estado do Paraná e pela Via Campesina (?). No Pará, teremos, em breve, estudantes se diplomando como professor rural. O Ministério da Educação assinou convênio com cinco universidades para a formação desses cursos. Tais cursos, segundo o MEC, são inspirados nos cursos de graduação para os sem-terra. Em Minas Gerais, três cursos funcionam nos mesmos moldes na Universidade Federal. Na aula inaugural de 2005, o líder do MST/MG, Armando Vieira, deu a aula inaugural e deu também o seu recado: "As universidades são latifúndio e nossa presença aqui é uma ocupação". A revista Época, numa reportagem <http://tinyurl.com/364bca> que ficou famosa escreveu: "Há 20 anos eles eram crianças colocadas pelos pais na linha de frente das invasões para constranger a polícia com suas baionetas. Hoje eles são o comando de ocupações (invasões), marchas e saques pelo Brasil afora." È a primeira geração nascida nos acampamentos e formada nas escolas do MST, chegando ao poder. As principais máximas da nova geração de sem-terra são as seguintes: 1 - Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a gente faz uma revolução socialista no Brasil. 2 - Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a sociedade mesmo que não seja pela via institucional. 3 - A gente precisa ir para a luta, acampar e viver o desconforto para destruir o capitalista que existe dentro de nós. 4 - Quando 169 milhões de pessoas quiserem o socialismo, não vai ter jeito. Nem que seja pela força. 5 - Queremos a socialização dos meios de produção. Vamos adaptar as experiências cubana e soviética no Brasil. Eis a súmula da cartilha revolucionária em andamento em nosso país. Até quando as forças da ordem e da lei permitirão a subversão aberta, ostensiva e debochada dos nossos futuros bem-feitores, ninguém sabe. Mas que ninguém diga que não se falou no assunto. --- Publicado no jornal "O Sul" em 19 de maio de 2007. http://www.pampa.com.br http://www.rogeriomendelski.com.br/rogerio%201905.htm -- - c.a.t. http://catalisando.com -- -- Marco Antonio Figueiredo Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal -- -- Marco Antonio Figueiredo Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal
