O Corpas é muito meu amigo, mas tem tempo que não o vejo. Nós
trabalhamos juntos por um bom tempo. Fui visitar ele quando estava
saindo da UVA. A filha dele conheci garotinha, na casa dele, mas não a
vi mais.
Os outros também conheço todos. O Flavio trabalha com o Paulo, mas nem
sei se ele ainda esta na UVA. O Paulo trabalha atualmente na UERJ, na
minha disciplina e o Lessa já aposentou, também trabalhou na minha
disciplina comigo. O Helinho foi meu aluno. Aliás as duas últimas
diretoras da UERJ foram minhas alunas. Já tô precisando é de um pijama.

Ney Pacheco wrote:
> 
> Conheço quase todos q vc citou, mas somente trabalhei com o Osvaldo
> Corpas. Nao conheço o Flavio. Qual disciplina dele?
> Quando entrei lá, ele era chefe de clínica. Já saiu tem um tempo, e
> ainda tenho certo contato através da filha dele (lívia Corpas) com
> quem trabalhei lá. Fui veterano dela na UFRJ quando estudamos.
> Tentei mestrado em dentística na UERJ, mas infelizmente, "forças
> ocultas" fizeram com q nao fosse aprovado, apesar de ter ido bem em
> todas as etapas. Infelizmente, ainda nao tem mestrado em prótese no
> RJ. Nao tenho disposiçao e nem "condi$$ao" de sair do RJ por mais de 2
> anos pra estudar....
> 
> Em 20/06/06, Walzer Abrahão Poubel <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> 
>      Tu trabalha com o Helinho? Paulo Brasil? Ricardo Lessa?
>      Flávio Chapelin?
>      Um dos que montaram o curso de Odontologia da UVA foi o
>      Osvaldo Corpas
>      que trabalhou comigo na UERJ, mas era professor convidado e
>      entrou lá na
>      época da revolução com uma missão do Celimar.
> 
>      Ney Pacheco wrote:
>      >
>      > Apesar de ainda nao ter me manifestado até então, me vejo
>      no meio de
>      > toda essa discussão.
>      > Apesar de muito mais "novato" que o Walzer e Ricardo,
>      também leciono
>      > em faculdade. Embora seja particular (UVA), e seja na área
>      de odonto,
>      > tenho apenas o curso de especializaçao. Estou fazendo
>      somente agora
>      > meu mestrado, nao mais por imposiçao da instituiçao mas
>      por vontade
>      > própria. Leciono na graducao e na pós-graducao de
>      Odontologia,
>      > especificamente na disciplina de prótese.
>      > Desde quando comecei, há uns 5 anos, era formado há apenas
>      1 1/2 ano e
>      > tava concluindo minha especializaçao.
>      > Há uma relaçao para número de alunos e professores com
>      diferentes
>      > titulaçoes. Desde especialista até doutores.
>      > Como o Walzer mesmo fala, há os que nao sabem o q é
>      saliva. apenas com
>      > um canudo enfiado nao sei onde. Me considero nao um
>      prático empírico,
>      > como conhecemos muitos tb, que deixam a pesquisa e a
>      teoria de lado e
>      > usam a prática somente, tornando-se "clinicões"; mas,
>      sempre estudei e
>      > continuo estudado, até porque a exigência que vem dos
>      alunos no força
>      > a dar o melhor e nos aprimorarmos. Pelo menos me cobro
>      desta maneira.
>      > Nem 8 nem 80. A exigência do MEC em ter determinado número
>      de títulos
>      > por instituiçao fez com q surgissem milhares de cursos de
>      mestrado
>      > profissionalizante que na minha opiniao, praticamente,
>      vedem canudos
>      > de mestre...
>      > Quando à entrada em universidades, através de concursos,
>      torna-se
>      > tarefa quase impossível visto que as vagas só se abrem
>      quando algum
>      > professor morre ou se aposenta. Titulaçao exigida é
>      normalmente com
>      > grau de Doutor. AInda assim, normalmente entra a chamada
>      "bola da
>      > vez". O cara com titulaçao, comumente obtida dentro da
>      casa, que está
>      > lá como  substituto (quase estagiário, como disse Walzer)
>      e q é
>      > preferido para a vaga. Salvo uma peixada maior da CAPES ou
>      seja lá o q
>      > for que "peça" pra colocar flano, preterindo a entrada do
>      que seria da
>      > vez....
>      > Aina tem muito papo dentro disso.
>      > Abraços
>      >
>      > Em 14/06/06, Walzer Abrahão Poubel <[EMAIL PROTECTED]>
>      escreveu:
>      >
>      >      Não era elogio. É a verdade. Vejo seu esforço em
>      exercer bem
>      >      a sua
>      >      profissão.
>      >      Mas vou encerrar o assunto porque esse negócio de
>      email
>      >      acaba conduzindo
>      >      o papo para aonde as vezes a gente não deseja. Um dia
>      vamos
>      >      discutir
>      >      isso ao vivo.
>      >      Mas aproveitando, deixa eu te perguntar uma coisa
>      pertinente
>      >      ao que você
>      >      faz.
>      >      Quais cursos de informática da área de engenharia
>      civil (ou
>      >      que possam
>      >      ser útil a quem tem essa formação)estão disponíveis
>      nos
>      >      lugares aonde vc
>      >      leciona.(se vc preferir podemos levar esse assunto
>      para pvt)
>      >
>      >      Ricardo Portella wrote:
>      >      >
>      >      > Não sei se foi um elogio, mas agradeço mesmo assim.
>      Ser
>      >      excessão é fato
>      >      > positivo em qualquer situação.
>      >      >
>      >      > Sem a sua titulação vc não poderia estar exercendo
>      sua
>      >      profissão e se
>      >      > insistisse sofreira os rigores da lei...
>      >      >
>      >      > Isto vale para qualquer profissão, principalmente
>      as
>      >      profissões ditas de
>      >      > formação superior.
>      >      >
>      >      > O que acontece é que alguns acham que a profissão
>      de
>      >      professor pode ser
>      >      > exercida por qualquer pessoa que saiba muito alguma
>      coisa,
>      >      mas se mudamos
>      >      > para a medicina, por exemplo, estas mesma pessoas
>      querem o
>      >      diploma para
>      >      > aceitar este profissional. Trata-se de uma
>      distorção
>      >      histórica, ser
>      >      > professor soa como "faço um bico e vou ensinando o
>      que
>      >      sei". Isto é um erro
>      >      > e uma falácia pois a profissão de professor requer
>      >      qualificação tanto quanto
>      >      > a de dentista ou médico ou advogado.
>      >      >
>      >      > []´s
>      >      > Ricardo Portella.
>      >      >
>      >      > ----- Original Message -----
>      >      > From: "Walzer Abrahão Poubel" <[EMAIL PROTECTED]>
>      >      > To: <[email protected]>
>      >      > Sent: Tuesday, June 13, 2006 6:29 PM
>      >      > Subject: Re: [infoetc] ANALISE, PROJETO E GERENCIA
>      DE
>      >      SISTEMAS - POS
>      >      > GRADUACAO - CONFIRMADO -
>      >      >
>      >      > Você também é excessão, não é regra. Eu não conheço
>      você
>      >      mas acompanho o
>      >      > seu trabalho e de outros que são regra.
>      >      > Eu sou professor de Oclusão, Dor Orofacial e
>      Disfunção
>      >      > Temporo-mandibular da Faculdade de Odontologia da
>      UERJ
>      >      desde 1979, mas
>      >      > já era professor do Estado antes disso. Tenho 37
>      anos de
>      >      magistério.
>      >      > Discordo da sua teoria que a Titulação e mais
>      importante
>      >      que a
>      >      > experiência, pode ser burocraticamente, mas
>      concordo em
>      >      parte que quando
>      >      > as duas andam junto, podemos ter um professor
>      ideal(mas há
>      >      excessões),
>      >      > mas isso não é verdade quando temos a titulação sem
>      a
>      >      experiência(também
>      >      > temos excessões). Alás, sempre temos excessões.
>      >      >
>      >      > Ricardo Portella wrote:
>      >      > >
>      >      > > Prezado Divino,
>      >      > > sou mestre pela PUC, Engenheiro pelo CEFET-RJ e
>      >      psicólogo pela UNESA. Como
>      >      > > professor desde 1979 (27 anos) e coordenador de
>      cursos
>      >      desde 1997 (10
>      >      > > anos)
>      >      > > já preparei muitos projetos pedagógicos e recebi
>      cerca
>      >      de 20 comissões de
>      >      > > reconhecimento de cursos do MEC e ouso afirmar
>      que a
>      >      titulação é mais
>      >      > > importante que a experiência. Quando as duas
>      andam
>      >      junto, temos o
>      >      > > professor
>      >      > > ideal.
>      >      > >
>      >      > > Existem muitos consultores e auto-didatas que,
>      como
>      >      você, são excelentes
>      >      > > professores, mas isto não é a regra e sim a
>      excessão que
>      >      confirma a regra.
>      >      > >
>      >      > > Os cursos LATO-SENSU habilitam ao magistério
>      superior,
>      >      pois formam
>      >      > > especialistas que são aceitos normalmente pelo
>      MEC na
>      >      composição do corpo
>      >      > > docente de um curso superior. Isto é um fato.
>      >      > >
>      >      > > []´s
>      >      > > Ricardo Portella.
>      >      > > www.rafrom.com.br
>      >      > >
>      >      > > ----- Original Message -----
>      >      > > From: "DivListas" <[EMAIL PROTECTED]>
>      >      > > To: "Ângelo Acauã" <[email protected]>
>      >      > > Sent: Tuesday, June 13, 2006 12:34 PM
>      >      > > Subject: Re[2]: [infoetc] ANALISE, PROJETO E
>      GERENCIA DE
>      >      SISTEMAS - POS
>      >      > > GRADUACAO - CONFIRMADO -
>      >      > >
>      >      > > Respondendo a Ângelo:
>      >      > >
>      >      > > > A afirmação do Ricardo procede, mas a do Walzer
>      tb...
>      >      xz A
>      >      > > > questão é "nem tanto ao mar, nem tanto à
>      terra",
>      >      existem
>      >      > > > casos e casos.
>      >      > >
>      >      > >   Parabéns  Ângelo,  pela  exposição concisa e
>      >      pertinente do
>      >      > >   assunto,  sobre  o  qual  parecemos torcedores
>      de
>      >      futebol,
>      >      > >   "todo mundo acha que entende".
>      >      > >
>      >      > >   Particularmente  o  assunto  é  de total
>      interesse, já
>      >      que
>      >      > >   atuo  a  tanto tempo como professor em diversas
>      >      atividades
>      >      > >   sem   ter  qualquer  formação  acadêmica  que
>      me
>      >      permita
>      >      > >   participar  de  concursos ou mesmo concorrer de
>      igual
>      >      para
>      >      > >   igual quando há vagas para lecionar.
>      >      > >
>      >      > >   Tenho  medo  de  fazer cursos que serviriam
>      apenas
>      >      para me
>      >      > >   dar  um "diproma" e que depois simplesmente
>      seja
>      >      recusado,
>      >      > >   é  muita  grana  e  tempo  para  investir em
>      algo que
>      >      cada
>      >      > >   instituição interpreta a lei de um jeito.
>      >      > >
>      >      > >   Conheço  pessoas extremamente capacitadas que
>      dão
>      >      aulas em
>      >      > >   universidades   ou   instituições
>      importantes,  mas
>      >      são
>      >      > >   tratados  como  párias,  como  se  fizessem  um
>      >      favor  em
>      >      > >   deixa-los  lecionar,  enquanto  no  corpo
>      docente
>      >      há  os
>      >      > >   verdadeiros  sangue-sugas  que nada fazem a não
>      ser
>      >      ter um
>      >      > >   diploma...  nem  mesmo  se  preocupam  em dar
>      aulas,
>      >      ficam
>      >      > >   apenas atrapalhando.
>      >      > >
>      >      > >   Walzer  é um grande amigo meu, que estimo muito
>      e não
>      >      falo
>      >      > >   que  pertença  a um grupo ou outro porque nunca
>      >      acompanhei
>      >      > >   seu trabalho nesta área, mas tenho certeza que
>      se
>      >      resolver
>      >      > >   falar  mais  sobre o assunto poderá esclarecer
>      melhor
>      >      este
>      >      > >   ambiente.
>      >      > >
>      >      > >   Fui  consultor  de  informática  em  diversas
>      escolas,
>      >      dei
>      >      > >   aulas  de  informática  para  alunos e
>      professores e
>      >      criei
>      >      > >   planos  de  estudo,  assim  como  participei
>      de
>      >      diversas
>      >      > >   atividades  para  as  quais  não  tinha
>      qualquer
>      >      formação
>      >      > >   acadêmica, estava cercado de gente que tinha,
>      era uma
>      >      > >   questão de dividir conhecimentos.
>      >      > >
>      >      > >   Mas  apenas  uma entre mais de 50 (nunca
>      contei, se
>      >      bobear
>      >      > >   são  mais  de  100) escolas em que já atuei
>      reconheceu
>      >      meu
>      >      > >   trabalho,  foi  o  Colégio  Santo  Agostinho,
>      do
>      >      Rio  de
>      >      > >   Janeiro, única escola que me pagou para ter os
>      >      direitos de
>      >      > >   usar  um  plano  de  ensino  que  criei  para
>      seu
>      >      curso de
>      >      > >   informática.  As  outras  simplesmente me
>      contratavam
>      >      como
>      >      > >   "técnico  de  informática"  e  depois que
>      sugavam tudo
>      >      que
>      >      > >   precisavam  me  dispensavam ou então
>      simplesmente
>      >      nunca me
>      >      > >   citavam  quando  tinham  que  prestar  contas
>      ao
>      >      MEC  ou
>      >      > >   qualquer outro lugar.
>      >      > >
>      >      > >   Com  isso  simplesmente  abandonei  a
>      atividade,
>      >      primeiro
>      >      > >   porque se o próprio professor já é mal
>      remunerado
>      >      imaginem
>      >      > >   um  auxiliar,  ou  seja, financeiramente
>      raramente
>      >      valeu a
>      >      > >   pena  e no sentido de que meu trabalho gerasse
>      >      competência
>      >      > >   para  o  exercício  de  atividades  acadêmicas
>      nunca
>      >      houve
>      >      > >   qualquer chance, ou seja me sentia sempre como
>      deve
>      >      ter se
>      >      > >   sentido  o cara que era o braço direito do
>      médico
>      >      Cristian
>      >      > >   Barnard  mas  só  após  se  aposentar foi
>      reconhecido
>      >      como
>      >      > >   médico,  sua posição oficial na equipe foi
>      sempre da
>      >      única
>      >      > >   profissão  que  lhe  permitiam  pela  condição
>      de
>      >      cor...
>      >      > >   faxineiro  e  isso  na  Äfrica,  onde  o negro
>      deveria
>      >      ser
>      >      > >   reconhecido  como  a etnia dominante, mas
>      infelizmente
>      >      não
>      >      > >   é.
>      >      > >
>      >      > >   Só  agora,  participando  de açÕes como Amigos
>      da
>      >      Escola e
>      >      > >   com  previsões  de entrar no corpo docente de
>      >      institiuçÕes
>      >      > >   como  SESC  e  SENAC me sinto novamente
>      estimulado a
>      >      fazer
>      >      > >   uma  das  coisas  que  mais  gosto e tenho
>      competência
>      >      ...
>      >      > >   ensinar.
>      >      > >
>      >      > >   Como  o Walzer bem disse ... se entrar no
>      assunto não
>      >      paro
>      >      > >   mais  de escrever, mas não me interessa
>      discutir quem
>      >      está
>      >      > >   certo  ou  não  e sim o que efetivamente se faz
>      na
>      >      área de
>      >      > >   ensino  para  permitir  que  quem tem condições
>      de
>      >      ensinar
>      >      > >   possa faze-lo.
>      >      > >
>      >      > >   Fiz  tres  cursos  no  SENAI entre 12 e 16
>      anos,
>      >      Desenho e
>      >      > >   Tecnologia  Mecanica  e Eletricidade, ali tive
>      contato
>      >      com
>      >      > >   os  melhores  professores que tive em toda a
>      vida e
>      >      nenhum
>      >      > >   deles  tinha  essas panaquices acadêmicas, um
>      dos
>      >      melhores
>      >      > >   era  apenas  um  ex-aluno  do  próprio  SENAI e
>      também
>      >      era
>      >      > >   designer  industrial da Johan Fabber, as vezes
>      levava
>      >      para
>      >      > >   a aula seus projetos de novos modelos de
>      caneta,
>      >      mostrando
>      >      > >   como  se  produzia as ferramentas que iriam
>      permitir
>      >      criar
>      >      > >   as máquinas de industrialização do produto, o
>      cara era
>      >      uma
>      >      > >   fera e seu único curso era o do SENAI.
>      >      > >
>      >      > >   Claro  que  respeito e considero
>      imprescindíveis os
>      >      cursos
>      >      > >   acadêmicos,  só  acho uma falta de senso querer
>      exigir
>      >      que
>      >      > >   as  pessoas o façam em qualquer situação,
>      quando não
>      >      nos é
>      >      > >   oferecida a contrapartida, ou seja, bons cursos
>      >      acadêmicos
>      >      > >   acessíveis a mais pessoas.
>      >      > >
>      >      > >   Felizmente  temos  uma lei flexível, que
>      permite os
>      >      cursos
>      >      > >   livres  onde  o  que  vale  é  a  competência
>      de
>      >      quem os
>      >      > >   administra e não os diplomas que a pessoa
>      acumula.
>      >      > >
>      >      > >   E posso estar errado na dedução, mas pelo que
>      leio nos
>      >      > >   jornais há muitos reitores de universidades que
>      estão
>      >      no
>      >      > >   cargo por indicação política e não por sua
>      competência
>      >      de
>      >      > >   ensino.
>      >      > >
>      >      > >   Se não estou errado, não seria uma incoerência
>      que o
>      >      cargo
>      >      > >   máximo  em  uma universidade possa ser exercido
>      por
>      >      alguém
>      >      > >   sem os diplomas necessários enquanto isso é
>      exigido a
>      >      seus
>      >      > >   subordinados?
>      >      > >
>      >      > >   Se  a regra da formação fosse aplicada de forma
>      geral,
>      >      não
>      >      > >   se  poderia  permitir  que  um  semi-analfabeto
>      >      possa  se
>      >      > >   candidatar  ao  cargo  de  presidente  quando
>      para
>      >      ser um
>      >      > >   simples lixeiro é preciso ter diploma de
>      primeiro
>      >      grau.
>      >      > >
>      >      > >     Grande abraço,
>      >      > >
>      >      > >         Divino  Leitão
>      >      > >         Conheça www.minimidia.com.br mais
>      informação em
>      >      menos espaço.
>      >      > >
>      >      > >     Pra rir e pensar (não necessariamente nesta
>      ordem)
>      >      > >     É no casamento que a mulher adquire a sua
>      >      independência. Fica com a
>      >      > > cozinha só para ela.
>      >      > >
>      >      > > Links do Yahoo! Grupos
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>      >      > > --
>      >      > > No virus found in this incoming message.
>      >      > > Checked by AVG Free Edition.
>      >      > > Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.8.3/362 -
>      Release
>      >      Date: 12/6/2006
>      >      >
>      >      > --
>      >      > Abraços
>      >      > Walzer Poubel
>      >      > Não vote em quem você não conhece.
>      >      > Conheça ANDRÉ CORRÊA em
>      http://www.andrecorrea.com.br
>      >      > Conheça DENISE FROSSARD em
>      >      http://www.denisefrossard.com.br
>      >      >
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>      >      > --
>      >      > No virus found in this incoming message.
>      >      > Checked by AVG Free Edition.
>      >      > Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.8.4/363 -
>      Release
>      >      Date: 13/6/2006
>      >
>      >      --
>      >      Abraços
>      >      Walzer Poubel
>      >      Não vote em quem você não conhece.
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>      >
>      > --
>      > Ney Pacheco
>      >
>      >
>      ---------------------------------------------------------------
> 
>      > No virus found in this incoming message.
>      > Checked by AVG Free Edition.
>      > Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.9.1/369 - Release
>      Date:
>      > 19/6/2006
> 
>      --
>      Abraços
>      Walzer Poubel
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> --
> Ney Pacheco 
> 
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> Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.9.1/369 - Release Date:
> 19/6/2006

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Abraços
Walzer Poubel
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