Bom dia Rodrigo Vamos a luta sim, temos a obrigação de esclarecer e coragem de dizer a verdade nunca me faltou. O GIFC esta ai pra isso. Vamos em frente colegas. Eu com meu jeito simples e objetivo me coloco a disposição. Podem contar comigo.
Em 14/02/2015 20:24, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu: > > prezado. > É o que temos defendido há mt tpo, e acho que muito além de conversão há de > se fazer manejo. > devamos fazer do custo de produtividade da água uma regra, e não um trabalho > em prateleiras empoeiradas... > o que falta? coragem? > Elias falou na entrevista que usa kc 0,9 para banana, indo além da pesquisa, > com ótimos resultados. > temos de estabelecer seriamente o custo da água, premiando que. usa abaixo de > sua cota e punindo os perdulários. mas aí pergunto: cadê a coragem? cadê a > ANA e SRHs? > abs > > Em 14/02/2015 08:50, "Marco Viana - RPA Consultoria" > <[email protected]> escreveu: >> >> Bom dia >> >> >> >> Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente >> redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? >> >> Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de orientação >> ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o nosso papel. >> >> Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas >> cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle esquece >> que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água nas >> industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção, pois >> vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa mesma >> água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana. >> >> Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver >> desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB >> nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos para >> a economia nacional. >> >> Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois percebemos >> que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando vemos um >> professor pregando algo assim. >> >> >> >> Abraços >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> Marco Viana >> RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. >> Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas >> Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 >> Fone: 55 16 3237-4249 >> Celular: 55 16 981.752662 >> >> >> >> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de >> Rodrigo Vieira >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 >> Para: undisclosed-recipients: >> Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> >> >> >> >> ---------- Mensagem encaminhada ---------- >> De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> >> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 >> Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS >> Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" <[email protected]>, >> "[email protected]" <[email protected]>, >> "[email protected]" <[email protected]> >> >> >> Para conhecimento. >> >> >> >> De: Gerlane Alves de Sousa >> Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 >> Para: Secretaria Nacional de Irrigação >> Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS >> >> >> >> MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 >> >> >> >> Época >> >> Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” >> >> http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html >> >> Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio de >> Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma que >> agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas lavouras, >> mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o professor, a medida >> seria bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade agrícola, como >> Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito Santo onde as perdas com >> estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o equivalente a 15% de sua receita >> anual. Para compensá-los de uma eventual redução na colheita, o governo >> pagaria uma indenização, como incentivo a economia de água. Canedo diz que o >> custo para os cofres públicos seia menor do que os gastos para compensar a >> crise hídrica. >> >> >> Reportagens sobre a crise da água >> >> ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que >> consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? >> Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água e, >> no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido comum >> essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água são >> gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela >> população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a >> agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está >> errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de >> Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é >> pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre >> presente, para estimular o uso correto da irrigação. >> >> ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? >> Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio >> técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método mais >> eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata >> simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais >> utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores >> rurais, o que não seria justo. >> >> ÉPOCA – Qual a solução possível? >> Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do tamanho >> que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós fizermos >> as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem para >> corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. >> >> ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na economia >> dos municípios? >> Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão sempre >> maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas coisas >> ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais, >> estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A >> água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o >> pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito provável uma >> estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma >> família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será >> financeiramente difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela coisa >> de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, agora é só uma >> vez por mês. Se a economia de água começar com antecedência, ninguém sofrerá >> muito. >> >> ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é responsável >> pela crise? >> Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca urbana é >> a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a utilização da água >> para consumo. >> >> ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? >> Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos água, >> evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o >> orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um >> país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos >> hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A culpa >> é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão grave, se >> tivéssemos um comportamento minimamente organizado. >> >> >> >> G1 >> >> Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês >> >> http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html >> >> >> >> Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção de >> flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com que 15 >> milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos mananciais. O >> investimento foi de R$ 500 mil. >> >> A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é ligado >> à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles vão >> garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise >> hídrica. >> >> >> >> Diário do Grande ABC >> >> Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região >> >> http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo >> >> Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta semana, >> e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, tomou um >> susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno de 10,61% >> mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela falta de >> água, justificam os estabelecimentos, que fez com que agricultores tivessem >> de despender mais recursos com a irrigação, custo que foi repassado ao >> consumidor. >> >> Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta básica >> pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de >> Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada com os sete dias >> anteriores, saindo por R$ 472,97. >> >> Em Destaque >> >> Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara sempre >> Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na >> regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza >> >> Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que >> voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – alta >> de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor foram a >> batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em média R$ >> 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a R$ 2,74. >> >> O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma que, >> na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A alface, >> ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). >> >> Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os >> agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção do >> setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e percebemos >> que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em >> todos os lugares.” >> >> A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente Joacir >> Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à estiagem e >> investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que realizar por conta >> da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os alimentos pesou muito, e os >> clientes não param de reclamar”, diz. >> >> É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou indignado >> ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera preocupação >> porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso vai parar.” >> >> A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando percebeu >> que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para aumentar uma >> salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de ideia.” >> >> ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes >> importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. “Grãos >> e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos congelados como >> ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a culinarista Ana >> Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos preços. >> >> Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também reduz >> os gastos com alimentação. >> >> CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é aproveitar >> alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como ingredientes da >> caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço na região. O >> quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do maracujá sai >> por R$ 4,99. >> >> >> Reuters Brasil >> >> Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração federal >> >> http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 >> >> SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o >> monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração >> pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de >> racionamento no país. >> >> Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o >> Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer informações >> referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do Sistema do >> Projeto Esplanada Sustentável. >> >> Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem ser >> inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de cada >> órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. >> >> A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e >> Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, >> estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água >> pelos órgãos em até 60 dias. >> >> A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas pelos >> órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais estão o >> desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e lâmpadas em >> ambientes desocupados. >> >> Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a >> definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e gramados >> e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da água e de >> captação da água de chuva em novos projetos de edificações. >> >> A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos >> reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações >> para o abastecimento energético e hídrico do país. >> >> >> >> Montesclaros.com >> >> Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas >> >> http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 >> >> O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no >> abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água >> deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De >> acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de >> Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá >> reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo humano, >> 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% para >> irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa >> elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado >> foram questionados pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e >> possíveis alterações no texto, outra reunião do conselho será marcada, >> quando haverá a votação e as medidas poderão ser adotadas. >> >> >> >> >> >> Gerlane Alves >> Assessoria de Comunicação Social >> >> Ministério da Integração Nacional >> Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 >> >> Site: www.mi.gov.br >> Facebook: facebook.com/br.integracao >> >> Twitter: twitter.com/br_integracao >> >> >> >> >> _______________________________________________ >> Irriga-l mailing list >> [email protected] >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >> _______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
