Edgard Lemos wrote:
>
> Em s�b, 07 jul 2001, Lisias Toledo escreveu:
>
> > As coisas nunca foram t�o f�ceis para a nossa ponta, e vc pode apostar o seu
> > traseiro como eu concordo com vc neste ponto. Mas do ponto de vista
> > empresarial, onde empresas precisam criar produtos lucrativos para defender o
> > rendimento de seus acionistas, a coisa t� meio braba - basta ver o "hype" do
> > Linux na m�dia, como o Thiago afirma (e com raz�o!).
>
> Hype? Que hype?
O de que Linux � de gra�a... Existem muitas empresas apostando de forma errada
no Linux, algumas est�o tendo dificuldades em sua implementa��o (como a
Agenda), mas n�o vejo estes assuntos sendo abordados de forma relevante.
Os benef�cios do Linux s�o evidentes, mas seus problemas est�o sendo omitidos.
Isto, na minha opini�o, � hype.
> Se o Departamento de Defesa dos EUA instalou 30.000 licen�as de
[...]
> servidores do mundo rodam Linux, que hype � essa?
Edgard, desculpe, mas estamos falando de GNU/Linux... 8-)
[...]
> Se eu fosse voc�, eu n�o me preocuparia com esses tais recuos estrat�gicos, nem
> com nenhum problema potencial.
Pode ser, mas o hist�rico do Mozilla ainda me incomoda.
[...]
> Se seus mantenedores perderem a esperan�a, eles deixam o c�digo aberto e livre
> para que outro, com mais esperan�a, queira desenvolv�-lo.
>
> No software livre n�o estamos amarrados aos mantenedores. Muito depois que
> nossa gera��o se for, ainda vai haver gente desenvolvendo os programas.
Mas e o lucro? Enquanto os mantenedores forem institui��es sem fins
lucrativos, t� perfeito. Mas o movimento atual � o de que empresas privadas (e
portanto, capitalistas) passem a manter alguns destes softwares....
> > A for�a de trabalho Open Source � realmente ilimitada como aparenta ser?
>
> � simplesmente ilimitada. E eu posso provar.
>
> Como se mede uma for�a de trabalho? N�o � em pessoa x hora? Ora, hora � o que
> mais temos.
[...]
> J� somos 150.000 desenvolvedores. A maior equipe de desenvolvimento do mundo!!!
Sob este ponto de vista, ent�o o Open Source � extremamente perdul�rio,
levando 17 anos para desenvolver algo que, usando a Windows como exemplo,
levou 10 para fazer com uma for�a de trabalho 100 vezes menor...
Estamos falando do Mercado, onde produtividade influi. N�o d� mais pra encarar
o Open Source da mesma forma que encar�vamos quando ele imperava sobretudo nas
universidades.
> > Outro exemplo pr�tico � o PINE/PICO, como foi dito aqui pelo pessoal da
[...]
> > defende o respeito � todas as licensas...
>
> O PINE/PICO n�o pode ser distribu�do por distros comerciais sem autoriza��o dos
> mantenedores.
[...]
> O �nico risco que voc� corre de usar PINE/PICO � se amanh� seus mantenedores
> desistirem de desenvolv�-lo ou se voc� quiser distribu�-lo.
Mas � justamente este risco que vai botar o usu�rio em problemas - ou ele
perde o software, ou ele pirateia a licensa. Pra mim ou pra vc, tudo bem. Mas
suponhamos que por algum motivo uma empresa com 500 empregados use o PINE
extensivamente... As coisas mudam de figura.
N�o estou criticando o PINE. Estou dizendo que � mais produtivo usarmos
softwares que n�o pade�am dos problemas do PINE.
--
[]s,
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