Amici miei:

já que a  discussão está  beirando a psicanálise, com padres  castos
tarados e coisas do gênero, não custa dar  uma  "opinião  definitiva": na
verdade, não há distinção  alguma entre   analítico  e continentais.  O
único  critério são os títulos das  obras  famosas: enquanto alguns
versam sobre  "truth", "falsity",  "word", "worlds", "consequence", e
 outras coisas que a gente  *poderia* saber  o que é, outros  versam sobre
 coisas que *certamente*  não sabemos o que é.


Exemplos:

Merleau-Ponty: L’Œil et l’esprit
Jacques Derrida : L'Archéologie du frivole
Hegel: Fenomenologia do Espírito
Derrida: L'animal que, donc, je suis
Deleuze: A Lógica do Sentido
Guattari:  Mil Platôs

Os  primeiros são analíticos, e  os  segundos  continentais. Escolha  um
bom título, e defina sua tribo!

Outra dica é usar uma  bela  "keyword";  tudo com "Sein"   já foi usado:
Dasein, Sein-zum-Tode, Mitsein...

mas com  imaginação se  acha outra :-)

Enquanto isso, aproveitando que os ânimos estão  seremos, talvez  alguém
possa dizer algo sobre  essa  coisa  incrível aqui:

http://www.afraudedoseculo.com.br/

> Penso no (plausível) padre casto que faz sermões sobre sexo...
> Sent from my iPhone

abs,

Walter
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Prof. Dr. Walter Carnielli
Director
Centre for Logic, Epistemology and the History of Science – CLE
State University of Campinas –UNICAMP
13083-859 Campinas -SP, Brazil
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Fax: (+55) (19) 3289-3269
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