Carvalho Spalla Glovia do Morro do Chapelão,

Todo mundo conhece tua fama nessa meiúca. Dedé "Quanto-eu-levo-nisso"
Carvalho, quem pagou pra vc criar esses personagens de merda? De graça
sei que você não faz nada, mercenariozinho de balcão de lanchonete.

Quanto foi, oh escroquezinho do sub-capitalismo? Quantas merrecas tu
recebe pra fincar essas tuas armaçõezinhas escrotas? Quem paga? O
Didio? O Zeca Fake?





Em 29/02/08, Pedro Glóvia<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> André, que isso? Nada... Deixa o teacher falar! Ele é foda, ele é o máximo,
> ele é demais! Quando ele nos dá a honra e nos brinda com suas teorias
> maginíficas e geniais, eu ganho o meu dia...mais que isso, O SAMBA GANHA.
>
> Mestre, não nos poupe de sua presença iluminada. Continue.
>
> Abraçss
>
> André Carvalho <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> Ah Eugênio, vai falar merda assim pros seus alunos... Nos poupe, ninguém te
> aguenta mais...
>
>
>
>
> On 2/28/08, Pedro Glóvia <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > Viva!!!!!!!!
> > Viva!!!!!!!!
> > Viva!!!!!!!!
> > O Teacher nos brindou com mais uma super aula sobre indústria cultural e
> MPB. Palmas para esse grande mestre!
> >
> > Abraçss
> >
> > Eugenio Raggi <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: AF: Acho muito perigoso
> esse papo de "verdadeira música popular" como
> > um recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as
> > elites nacionalistas apoiam.
> >
> > Quem veio com esse papo aqui?? Só se foi você. Seu discurso é
> > propositadamente dúbio, camarada? Qual é a sua verdadeira visão a
> > respeito da "intelectualidade" (de onde?) ou das "elites
> > nacionalistas" (isso é elogio ou galhofa? Confesso que boiei...)?
> >
> > AF:  É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> > partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros
> > Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou
> > predominantemente de classe média, universitária etc..
> >
> > O termo MPB contou com a predominância dos setores dito
> > intelectualizados ou da classe me(r)dia. A música popular, feita pelo
> > povo, continuou desconhecendo esse rótulo ou sigla. Dori Caymmi faz
> > música popular, assim como Amilton Lelo, mas só a obra de Dori Caymmi
> > recebe o rótulo de MPB. O "som" feito por Amilton Lelo ("Eu vou vender
> > meu coração/ eu vou vender/Eu vou vender pra quem tiver muita coragem
> > E só assim ninguém irá brigar comigo/Porque vendi pra aquela que me
> > pagou mais") não pode merecer este rótulo. Curioso? Não acho. Acho
> > perverso, preconceituoso, apropriativo e canalha.
> >
> > AF: Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas
> > chamam de "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como
> > Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de
> > Águia, Banda Calypso, só porque seus membros tiveram, em tese, origem
> > pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do povo".
> >
> > Não me surpreendo de que você jogue tudo num saco só. Artistas tão
> > díspares, tão diferentes, todos eles vomitados na mesma sacola de
> > preconceitos e padronagens estéticas sórdidas. Além disso você comete
> > graves erros nesses generalismos propositais. Quer dizer então que
> > Daniel é pobre, filho do povo? Você não tem obrigação alguma de saber
> > da vida desse cantor popular. Só é falta de caráter ficar chutando.
> > Ninguém é obrigado a gostar deste ou daquele trabalho, mas o
> > preconceito de origem é abominável. Qualquer pessoa razoavelmente
> > informada sabe que o Péricles (Exaltasamba) não está aí na mídias às
> > custas de seu corpinho sarado ou por seus lindos olhos azuis. Não é
> > necessário gostar. Apenas não formule falsas hipóteses, como achar que
> > o Calypso, que jamais teve uma major por trás de seus trabalhos (o
> > príncipe Paulinho da Viola sempre teve contrato com grandes
> > multinacionais), é um produto da "mass-media". Pode ser de péssima
> > qualidade estética, não estamos aqui para discutir isso, mas não foi
> > empurrado goela abaixo de ninguém pela Globo, pela Universal ou
> > similares.
> >
> > AF: Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio
> > dos veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura
> > popular" ao grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante.
> >
> >
> > O grosseiro (Jackson do Pandeiro em vários momentos por exemplo), o
> > pitoresco (Teixeirinha, Vicente Celestino, Germano Mathias, Bando da
> > Lua) e o aberrante (Cauby Peixoto, Carmen Miranda) já fazem parte da
> > nossa cultura musical há décadas. É apenas uma vertente, que deve ser
> > preservada. O cantor Daniel, que você citou anteriormente, nada tem de
> > grosseiro, pitoresco ou aberrante. É, portanto, diferente desse
> > exemplo. O que não quer dizer que ele faça uma música de excelente
> > qualidade. A grande mídia associa a cultura popular a esses elementos
> > (grosseiro, pitoresco, aberrante) porque isso é legítimo. Mas a
> > cultura popular não é só isso. A "grande mídia" também divulga
> > artistas completamente avessos a esses valores. Artistas que você deve
> > odiar também. Argumento furado. Você faz melhor que isso.
> >
> >
> > AF: A história de nossa cultura comprova, em dados concretos, que a
> > cultura popular nunca esteve associada ao grotesco.
> >
> > Realmente. Carmen Miranda, Teixeirinha, Genival Lacerda, Cauby...Nada
> > de grotesco. Então tá....Mas é como em outras culturas do 3º mundo, em
> > que a "grande mídia" oprime o povo e manipula os paladares musicais.
> > Gente pobre culturalmente como os franceses que são manipulados pela
> > "mass media" que lhes impoe Christophe, os suecos com o ABBA, os
> > alemães com Jerry Bauen, os australianos com o Air Suply, espanhóis
> > com Julio Iglesias, ingleses com New Kids on The Block e italianos com
> > Ornella Vanoni. É isso que dá não educar o povo direito. A "mass
> > media" vai lá e manipula o gosto desse gado, dessa massa ignara. Pobre
> > povo do 3º mundo...
> >
> >
> > AF: O sambe de roda que os escravos faziam tinha inteligência,
> > espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia brincadeiras
> > maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se vincular à falsa
> > idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente calculado pelos
> > seus empresários.
> >
> > É evidente que analistas de pirro feito você não levariam em conta
> > nenhum tipo de contexto. A liberação sexual e a mudança dos costumes
> > também mudam o jeito de dizer as coisas. O que você chama hoje de
> > "brincadeiras maliciosas" era visto como pornografia pura e mau gosto
> > naqueles tempos.
> >
> > Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> > "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> > Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros
> > entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a
> > verdadeira cultura popular.
> > Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e Odair José, sejam os
> > grotescos explícitos tipo Banda Calypso e Tati Quebra-Barraco, sejam
> > os pedantes pseudo-MPB e altamente canastrões tipo Chitãozinho &
> > Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo Revelação,
> > todos eles não passam de pupilos dos executivos da grande mídia
> >
> >
> > Não entendi. Qual é o fenômeno de massificação que está por trás de
> > Odair José, do Waldick? Grandes grupos empresariais? Mega Business?
> > Não. Tenho certeza que você não acredita nisso. Mas, para não se
> > prender exclusivamente ao seu modelo de cultura preconceituoso e
> > excludente você insiste em eleger o capital como grande inimigo. Como
> > se por trás de toda breguice, toda cafonice, tudo aquilo que é
> > barango, brejeiro, simplório, primitivo, estivesse o "monstro mercado"
> > e seus tentáculos. Seu discurso é um subproduto da Guerra Fria.
> > Ingênuo e adolescente. Soa como uma militância forjada. Aliás, você
> > adota um visual à moda Luciana Genro, com madeixas desgrenhadas ou o
> > oleoso-pentecostal à maneira HH?
> >
> >
> > AF: símbolos desse populismo televisivo e radiofônico que contou com o
> > apoio mais do que explícito dos mais reacionários políticos de
> > direita, como Fernando Collor, Renan Calheiros, Antônio Carlos
> > Magalhães, etc..
> >
> > Essa linhagem reacionária comanda o Brasil há 500 anos. São os mesmo
> > que abrigaram, no costado da mídia então estatal, gente como Radamés,
> > Noel, Orlando Silva, Assis Valente, Ary Barroso, Carmen, Emilinha,
> > Marlene, Ataulfo Alves...Pesquise um pouco e vá ver como essa gente
> > (talentosíssima, diga-se) valeu-se de um projeto de cultura de Estado.
> > Vá ver como Chico, Jobim, Caetano, Pixinguinha (teve até uma novela da
> > Globo com o nome de sua música) emplacavm seus grandes sucessos nas
> > novelas globais. Leia o levantamento feito por Paulo César Araújo
> > sobre as trilhas das novelas globais e veja o quanto os medalhões da
> > MPB foram beneficiados por este padrão global, apoiado por toda essa
> > gente...Collor, ACM, Sarney...Todos donos de retransmissoras da Globo,
> > que nos anos 60, 70 e 80, no horário nobre, executavam "Luiza"(Jobim),
> > "Carinhoso"(Pixinguinha) ou "Alegria, Alegria" (Caetano).
> >
> > Para não dizer que isso mudou recentemente, veja quais músicas abrem
> > as 4 principais telenovelas da Globo atualmente: "Desejo Proibido",
> > das 18:00, tem "Desenredo" (Dori e Paulo César Pinheiro) como tema de
> > abertura. "Beleza Pura", às 19:00, tem a canção homônima de Gilberto
> > Gil como tema. "Duas Caras" tem Gonzaguinha pra começar. "Queridos
> > Amigos" tem Milton Nascimento.
> >
> > Tua teoria conspiratória é uma farsa.
> >
> > Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> > popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio
> > e TV de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois,
> > nos anos 80.
> >
> > Para manipular o povo com músicas ruins e impostas, né? Só falta agora
> > o megafone com a Internacional Socialista ao fundo pra denunciar pro
> > mundo inteiro esse descalabro.
> >
> >
> > Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos Alexandre Pires e
> > Belo como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha e Pedro Luís.
> >
> > Se não fosse a democracia, conquistada com muito suor, sangue e
> > lágrimas por essa gente, não teríamos essa diversidade cultural, onde
> > cada um ouve o que quer. Mas gente obtusa feito você acha que o
> > sucesso de belo e Alexandre Pires é um produto de mídia.
> >
> > Nada disso, meu caro. "É o povo quem comanda o show e assina a
> > direção", não é mesmo Jorge?
> >
> > Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte, teríamos, por
> > exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.
> >
> > Roberta Sá é aquela mesma que foi lançada ao público de massa pelo
> > "Fama", aquele programeco da "Globo"? Aquela empresa dos Marinho, dos
> > Sarney, dos Magalhães, dos Collor?
> >
> > Você é patético.
> > Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um
> > recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites
> > nacionalistas apoiam.
> >
> > É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> > partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros
> > Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou
> > predominantemente de classe média, universitária etc..
> >
> > Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas chamam
> > de "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como
> > Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de
> > Águia, Banda Calypso, só porque seus membros tiveram, em tese, origem
> > pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do povo".
> >
> > Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio dos
> > veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura popular"
> > ao grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa cultura
> > comprova, em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve
> > associada ao grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha
> > inteligência, espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia
> > brincadeiras maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se
> > vincular à falsa idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente
> > calculado pelos seus empresários.
> >
> > Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> > "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> > Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros
> > entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a
> > verdadeira cultura popular. Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick
> > Soriano e Odair José, sejam os grotescos explícitos tipo Banda Calypso
> > e Tati Quebra-Barraco, sejam os pedantes pseudo-MPB e altamente
> > canastrões tipo Chitãozinho & Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo
> > & Luciano e Grupo Revelação, todos eles não passam de pupilos dos
> > executivos da grande mídia, símbolos desse populismo televisivo e
> > radiofônico que contou com o apoio mais do que explícito dos mais
> > reacionários políticos de direita, como Fernando Collor, Renan
> > Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..
> >
> > Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> > popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio
> > e TV de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois,
> > nos anos 80. Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos
> > Alexandre Pires e Belo como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha
> > e Pedro Luís. Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte,
> > teríamos, por exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.
> >
> > 2008/2/28 Pedro Glóvia
> > :
> > > Alexandre,
> > >
> > > Prepara-te. O professor vem aí...
> > >
> > > Abraçss
> > >
> > > Alexandre Figueiredo Pereira  escreveu: Pessoal,
> > >
> > >
> > >  Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um
> recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites
> nacionalistas apoiam.
> > >
> > >  É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros Populares
> de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou predominantemente de
> classe média, universitária etc..
> > >
> > >  Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas chamam de
> "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como Exaltasamba,
> Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de Águia, Banda Calypso,
> só porque seus membros tiveram, em tese, origem pobre, ou porque caem mais
> facilmente na "boca do povo".
> > >
> > >  Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio dos
> veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura popular" ao
> grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa cultura comprova,
> em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve associada ao
> grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha inteligência,
> espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia brincadeiras maliciosas.
> Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se vincular à falsa idéia de um "novo
> samba de roda", é milimetricamente calculado pelos seus empresários.
> > >
> > >  Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros entre
> ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a verdadeira
> cultura popular. Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e Odair
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> Chitãozinho & Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo
> Revelação, todos eles não passam de pupilos dos executivos da grande mídia,
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> mais do que explícito dos mais reacionários políticos de direita, como
> Fernando Collor, Renan Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..
> > >
> > >  Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio e TV
> de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois, nos anos 80.
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> como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha e Pedro Luís. Ao invés de
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> > >
> > >  Bom, é isso. Abraços a todos.
> > >
> > >  Alexandre Figueiredo
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