Não perca a linha, caro mestre. Agora, além de tudo eu recebo pra te 
esculachar? Imagina se isso fosse verdade? Eu estaria rico...melhor, 
multibilionário. Por que não passas de cachorro morto. 
E um aviso pra ti, porque sou seu amigo. Sei que andam conspirando pelas tuas 
costas. Gente daqui, anda se encontrando numas de te desmascarar. Cuidado...
Se eu fosse você, ficaria no piano. 
Quanto aos meu pagadores, não perca seu tempo... procure na lsita o e-mail 
deles e diga diretamente. Tenha uma atitude de homem, ao menos uma vez nessa 
sua pobre, insossa e porcaria de vida...

Mas mestre, não leve para o pessoal. Não deixe nunca de escrever aqui. Sou teu 
fã.

Abraçss

Eugenio Raggi <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: Carvalho Spalla Glovia do Morro do 
Chapelão,

Todo mundo conhece tua fama nessa meiúca. Dedé "Quanto-eu-levo-nisso"
Carvalho, quem pagou pra vc criar esses personagens de merda? De graça
sei que você não faz nada, mercenariozinho de balcão de lanchonete.

Quanto foi, oh escroquezinho do sub-capitalismo? Quantas merrecas tu
recebe pra fincar essas tuas armaçõezinhas escrotas? Quem paga? O
Didio? O Zeca Fake?





Em 29/02/08, Pedro Glóvia
 escreveu:
> André, que isso? Nada... Deixa o teacher falar! Ele é foda, ele é o máximo,
> ele é demais! Quando ele nos dá a honra e nos brinda com suas teorias
> maginíficas e geniais, eu ganho o meu dia...mais que isso, O SAMBA GANHA.
>
> Mestre, não nos poupe de sua presença iluminada. Continue.
>
> Abraçss
>
> André Carvalho  escreveu:
>
> Ah Eugênio, vai falar merda assim pros seus alunos... Nos poupe, ninguém te
> aguenta mais...
>
>
>
>
> On 2/28/08, Pedro Glóvia 
 wrote:
> > Viva!!!!!!!!
> > Viva!!!!!!!!
> > Viva!!!!!!!!
> > O Teacher nos brindou com mais uma super aula sobre indústria cultural e
> MPB. Palmas para esse grande mestre!
> >
> > Abraçss
> >
> > Eugenio Raggi  escreveu: AF: Acho muito perigoso
> esse papo de "verdadeira música popular" como
> > um recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as
> > elites nacionalistas apoiam.
> >
> > Quem veio com esse papo aqui?? Só se foi você. Seu discurso é
> > propositadamente dúbio, camarada? Qual é a sua verdadeira visão a
> > respeito da "intelectualidade" (de onde?) ou das "elites
> > nacionalistas" (isso é elogio ou galhofa? Confesso que boiei...)?
> >
> > AF:  É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> > partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros
> > Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou
> > predominantemente de classe média, universitária etc..
> >
> > O termo MPB contou com a predominância dos setores dito
> > intelectualizados ou da classe me(r)dia. A música popular, feita pelo
> > povo, continuou desconhecendo esse rótulo ou sigla. Dori Caymmi faz
> > música popular, assim como Amilton Lelo, mas só a obra de Dori Caymmi
> > recebe o rótulo de MPB. O "som" feito por Amilton Lelo ("Eu vou vender
> > meu coração/ eu vou vender/Eu vou vender pra quem tiver muita coragem
> > E só assim ninguém irá brigar comigo/Porque vendi pra aquela que me
> > pagou mais") não pode merecer este rótulo. Curioso? Não acho. Acho
> > perverso, preconceituoso, apropriativo e canalha.
> >
> > AF: Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas
> > chamam de "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como
> > Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de
> > Águia, Banda Calypso, só porque seus membros tiveram, em tese, origem
> > pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do povo".
> >
> > Não me surpreendo de que você jogue tudo num saco só. Artistas tão
> > díspares, tão diferentes, todos eles vomitados na mesma sacola de
> > preconceitos e padronagens estéticas sórdidas. Além disso você comete
> > graves erros nesses generalismos propositais. Quer dizer então que
> > Daniel é pobre, filho do povo? Você não tem obrigação alguma de saber
> > da vida desse cantor popular. Só é falta de caráter ficar chutando.
> > Ninguém é obrigado a gostar deste ou daquele trabalho, mas o
> > preconceito de origem é abominável. Qualquer pessoa razoavelmente
> > informada sabe que o Péricles (Exaltasamba) não está aí na mídias às
> > custas de seu corpinho sarado ou por seus lindos olhos azuis. Não é
> > necessário gostar. Apenas não formule falsas hipóteses, como achar que
> > o Calypso, que jamais teve uma major por trás de seus trabalhos (o
> > príncipe Paulinho da Viola sempre teve contrato com grandes
> > multinacionais), é um produto da "mass-media". Pode ser de péssima
> > qualidade estética, não estamos aqui para discutir isso, mas não foi
> > empurrado goela abaixo de ninguém pela Globo, pela Universal ou
> > similares.
> >
> > AF: Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio
> > dos veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura
> > popular" ao grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante.
> >
> >
> > O grosseiro (Jackson do Pandeiro em vários momentos por exemplo), o
> > pitoresco (Teixeirinha, Vicente Celestino, Germano Mathias, Bando da
> > Lua) e o aberrante (Cauby Peixoto, Carmen Miranda) já fazem parte da
> > nossa cultura musical há décadas. É apenas uma vertente, que deve ser
> > preservada. O cantor Daniel, que você citou anteriormente, nada tem de
> > grosseiro, pitoresco ou aberrante. É, portanto, diferente desse
> > exemplo. O que não quer dizer que ele faça uma música de excelente
> > qualidade. A grande mídia associa a cultura popular a esses elementos
> > (grosseiro, pitoresco, aberrante) porque isso é legítimo. Mas a
> > cultura popular não é só isso. A "grande mídia" também divulga
> > artistas completamente avessos a esses valores. Artistas que você deve
> > odiar também. Argumento furado. Você faz melhor que isso.
> >
> >
> > AF: A história de nossa cultura comprova, em dados concretos, que a
> > cultura popular nunca esteve associada ao grotesco.
> >
> > Realmente. Carmen Miranda, Teixeirinha, Genival Lacerda, Cauby...Nada
> > de grotesco. Então tá....Mas é como em outras culturas do 3º mundo, em
> > que a "grande mídia" oprime o povo e manipula os paladares musicais.
> > Gente pobre culturalmente como os franceses que são manipulados pela
> > "mass media" que lhes impoe Christophe, os suecos com o ABBA, os
> > alemães com Jerry Bauen, os australianos com o Air Suply, espanhóis
> > com Julio Iglesias, ingleses com New Kids on The Block e italianos com
> > Ornella Vanoni. É isso que dá não educar o povo direito. A "mass
> > media" vai lá e manipula o gosto desse gado, dessa massa ignara. Pobre
> > povo do 3º mundo...
> >
> >
> > AF: O sambe de roda que os escravos faziam tinha inteligência,
> > espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia brincadeiras
> > maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se vincular à falsa
> > idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente calculado pelos
> > seus empresários.
> >
> > É evidente que analistas de pirro feito você não levariam em conta
> > nenhum tipo de contexto. A liberação sexual e a mudança dos costumes
> > também mudam o jeito de dizer as coisas. O que você chama hoje de
> > "brincadeiras maliciosas" era visto como pornografia pura e mau gosto
> > naqueles tempos.
> >
> > Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> > "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> > Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros
> > entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a
> > verdadeira cultura popular.
> > Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e Odair José, sejam os
> > grotescos explícitos tipo Banda Calypso e Tati Quebra-Barraco, sejam
> > os pedantes pseudo-MPB e altamente canastrões tipo Chitãozinho &
> > Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo Revelação,
> > todos eles não passam de pupilos dos executivos da grande mídia
> >
> >
> > Não entendi. Qual é o fenômeno de massificação que está por trás de
> > Odair José, do Waldick? Grandes grupos empresariais? Mega Business?
> > Não. Tenho certeza que você não acredita nisso. Mas, para não se
> > prender exclusivamente ao seu modelo de cultura preconceituoso e
> > excludente você insiste em eleger o capital como grande inimigo. Como
> > se por trás de toda breguice, toda cafonice, tudo aquilo que é
> > barango, brejeiro, simplório, primitivo, estivesse o "monstro mercado"
> > e seus tentáculos. Seu discurso é um subproduto da Guerra Fria.
> > Ingênuo e adolescente. Soa como uma militância forjada. Aliás, você
> > adota um visual à moda Luciana Genro, com madeixas desgrenhadas ou o
> > oleoso-pentecostal à maneira HH?
> >
> >
> > AF: símbolos desse populismo televisivo e radiofônico que contou com o
> > apoio mais do que explícito dos mais reacionários políticos de
> > direita, como Fernando Collor, Renan Calheiros, Antônio Carlos
> > Magalhães, etc..
> >
> > Essa linhagem reacionária comanda o Brasil há 500 anos. São os mesmo
> > que abrigaram, no costado da mídia então estatal, gente como Radamés,
> > Noel, Orlando Silva, Assis Valente, Ary Barroso, Carmen, Emilinha,
> > Marlene, Ataulfo Alves...Pesquise um pouco e vá ver como essa gente
> > (talentosíssima, diga-se) valeu-se de um projeto de cultura de Estado.
> > Vá ver como Chico, Jobim, Caetano, Pixinguinha (teve até uma novela da
> > Globo com o nome de sua música) emplacavm seus grandes sucessos nas
> > novelas globais. Leia o levantamento feito por Paulo César Araújo
> > sobre as trilhas das novelas globais e veja o quanto os medalhões da
> > MPB foram beneficiados por este padrão global, apoiado por toda essa
> > gente...Collor, ACM, Sarney...Todos donos de retransmissoras da Globo,
> > que nos anos 60, 70 e 80, no horário nobre, executavam "Luiza"(Jobim),
> > "Carinhoso"(Pixinguinha) ou "Alegria, Alegria" (Caetano).
> >
> > Para não dizer que isso mudou recentemente, veja quais músicas abrem
> > as 4 principais telenovelas da Globo atualmente: "Desejo Proibido",
> > das 18:00, tem "Desenredo" (Dori e Paulo César Pinheiro) como tema de
> > abertura. "Beleza Pura", às 19:00, tem a canção homônima de Gilberto
> > Gil como tema. "Duas Caras" tem Gonzaguinha pra começar. "Queridos
> > Amigos" tem Milton Nascimento.
> >
> > Tua teoria conspiratória é uma farsa.
> >
> > Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> > popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio
> > e TV de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois,
> > nos anos 80.
> >
> > Para manipular o povo com músicas ruins e impostas, né? Só falta agora
> > o megafone com a Internacional Socialista ao fundo pra denunciar pro
> > mundo inteiro esse descalabro.
> >
> >
> > Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos Alexandre Pires e
> > Belo como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha e Pedro Luís.
> >
> > Se não fosse a democracia, conquistada com muito suor, sangue e
> > lágrimas por essa gente, não teríamos essa diversidade cultural, onde
> > cada um ouve o que quer. Mas gente obtusa feito você acha que o
> > sucesso de belo e Alexandre Pires é um produto de mídia.
> >
> > Nada disso, meu caro. "É o povo quem comanda o show e assina a
> > direção", não é mesmo Jorge?
> >
> > Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte, teríamos, por
> > exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.
> >
> > Roberta Sá é aquela mesma que foi lançada ao público de massa pelo
> > "Fama", aquele programeco da "Globo"? Aquela empresa dos Marinho, dos
> > Sarney, dos Magalhães, dos Collor?
> >
> > Você é patético.
> > Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um
> > recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites
> > nacionalistas apoiam.
> >
> > É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> > partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros
> > Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou
> > predominantemente de classe média, universitária etc..
> >
> > Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas chamam
> > de "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como
> > Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de
> > Águia, Banda Calypso, só porque seus membros tiveram, em tese, origem
> > pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do povo".
> >
> > Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio dos
> > veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura popular"
> > ao grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa cultura
> > comprova, em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve
> > associada ao grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha
> > inteligência, espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia
> > brincadeiras maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se
> > vincular à falsa idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente
> > calculado pelos seus empresários.
> >
> > Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> > "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> > Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros
> > entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a
> > verdadeira cultura popular. Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick
> > Soriano e Odair José, sejam os grotescos explícitos tipo Banda Calypso
> > e Tati Quebra-Barraco, sejam os pedantes pseudo-MPB e altamente
> > canastrões tipo Chitãozinho & Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo
> > & Luciano e Grupo Revelação, todos eles não passam de pupilos dos
> > executivos da grande mídia, símbolos desse populismo televisivo e
> > radiofônico que contou com o apoio mais do que explícito dos mais
> > reacionários políticos de direita, como Fernando Collor, Renan
> > Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..
> >
> > Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> > popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio
> > e TV de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois,
> > nos anos 80. Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos
> > Alexandre Pires e Belo como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha
> > e Pedro Luís. Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte,
> > teríamos, por exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.
> >
> > 2008/2/28 Pedro Glóvia
> > :
> > > Alexandre,
> > >
> > > Prepara-te. O professor vem aí...
> > >
> > > Abraçss
> > >
> > > Alexandre Figueiredo Pereira  escreveu: Pessoal,
> > >
> > >
> > >  Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um
> recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites
> nacionalistas apoiam.
> > >
> > >  É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a
> partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros Populares
> de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou predominantemente de
> classe média, universitária etc..
> > >
> > >  Mas vejo muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas chamam de
> "verdadeira música popular" essas coisas grosseiras como Exaltasamba,
> Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de Águia, Banda Calypso,
> só porque seus membros tiveram, em tese, origem pobre, ou porque caem mais
> facilmente na "boca do povo".
> > >
> > >  Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio dos
> veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura popular" ao
> grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa cultura comprova,
> em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve associada ao
> grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha inteligência,
> espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia brincadeiras maliciosas.
> Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se vincular à falsa idéia de um "novo
> samba de roda", é milimetricamente calculado pelos seus empresários.
> > >
> > >  Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à
> "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César
> Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros entre
> ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a verdadeira
> cultura popular. Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e Odair
> José, sejam os grotescos explícitos tipo Banda Calypso e Tati
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> Chitãozinho & Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo
> Revelação, todos eles não passam de pupilos dos executivos da grande mídia,
> símbolos desse populismo televisivo e radiofônico que contou com o apoio
> mais do que explícito dos mais reacionários políticos de direita, como
> Fernando Collor, Renan Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..
> > >
> > >  Isso sem falar que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música
> popular" se deveu, e muito, pela decisiva farra de concessões de rádio e TV
> de ACM e Sarney para políticos e empresários aliados aos dois, nos anos 80.
> Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos Alexandre Pires e Belo
> como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha e Pedro Luís. Ao invés de
> termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte, teríamos, por exemplo, Roberta Sá
> como nossa diva maior.
> > >
> > >  Bom, é isso. Abraços a todos.
> > >
> > >  Alexandre Figueiredo
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