Olá Henrique,

Bem...
Essa "batida", a não ser que eu esteja enganado, não é usada para marcar nenhum 
tipo de jongo (considerando os que já ouví do Rio, os do interior de São Paulo 
e até contando o Caxambú Mineiro).
Eu noto semelhança do padrão rítmico do Funk carioca com o Maculelê, que nada 
tem a ver com o jongo, mas não sei se foi nele que o pessoal se inspirou para 
colocar base em suas canções. 
Talvez você já conheça, mas se quiser comparar pegue algum disco de capoeira do 
Mestre Suassuna. Ele costumava gravar cantigas de Maculelê em seus discos. 
Depois me diga se concorda ou não.
Já lí aqui também que a "batida" do funk era a de uma "macumba". Gostaria de 
saber, se for o caso, de qual ponto estão falando.
Ah... E jongo mais rápido? Não entendi o que você quis dizer com isso. Pode 
explicar?

Valeu pela atenção. 

Um Abraço!

Lagosta.

henriqsilva <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: Respondendo ao Lagosta sobre a 
incorporação da levada de jongo - aquele jongo mais rápido - pelos Mcs e Djs do 
funk carioca, tentarei mostrar, na base da onomatopéia, como é essa batida.
 A batida é o seguinte:
  
 Tum - tata - tumtum - ta - tumtum - tata - tumtum - ta - tumtum - tata - 
tumtum - ta - tumtum
  
 Exemplo prático: tente cantar àquele velho funk "Eu só quero é ser feliz, 
andar tranquilamente na fazela onde eu nasci..." utilizando esta batida e você 
verá. Poderá iniciar percutindo o "tum" com o dedo indicador e o "tata" com o 
dedo médio. E siga em frente.
  
 Quando esse som começou a fazer sucesso entre os jovens dos suburbios e das 
comunidades, por volta de l985, o ritmo era outro, bem mais quadrado e menos 
contagiante. A batida de então era assim:
  
 Tum - ta - tumtum - ta - tumtum - ta - tumtum - ta - tumtum... e a coisa segue.
  
 E como todos sabem, apelidaram de funk quando na verdade funk é outra coisa. 
Funk é o cantam James Brown, Sly and Family Stone e a extraordinária banda 
Earth, Wind & Fire.
  
 Outra coisa: nem todo funk carioca tem essa batida jongada. A Taty 
Quebra-barraco, por exemplo, eu nunca ouvi praticando essa levada... 
  
 ... E eu também não sou especialista em funk. Essa pseudo explicação não é 
assim um estudo aprofundado do assunto. É apenas o fruto das audições que, 
queira ou não queira, a gente é submetido nas ruas e casa do Rio de Janeiro. E 
tendo o ouvido treinado de músico, escutei e registrei.
  
 Abraços,
  
 Henrique Silva
  
  
  
  
  
  
  
 > Carol,
 > 
 > O som do funk carioca não me agrada. É uma questão de formação musical
 > e de não conseguir instrumentalizar a música apenas como diversão ou
 > algo feito exclusivamente para fazer rir e chacoalhar o corpo. Nesse
 > sentido, o funk carioca me parece mais entretenimento do que arte, mas
 > isso já é uma outra discussão.
 > 
 > Na prática, o que não dá para tolerar é esse discurso de que o povo é,
 > em geral, a velha massa ignara que é sempre manipulada e explorada
 > pelas grandes gravadoras e pela mídia em geral.
 > 
 > O povo só consome o que essa gente quer? Será? Discordo totalmente. O
 > povo - e a reeleição de Lula a despeito das elites alckmistas comprova
 > isso - está no comando do show há muito tempo. Esse papo de que a
 > Globo impõe isso e as rádios e seus jabás impõe aquilo pode até
 > existir, mas numa escala muito pequena, insignificante mesmo.
 > 
 > Vejamos um exemplo: quem é mais afeita à idéia de "artista produzida"
 > pela mídia? Taty Quebra- Barraco e seus pneuzinhos(que faz uma música
 > que eu não gosto; o que não quer dizer que seja uma música ruim. O meu
 > gosto não determina padrões estéticos) ou a Ex-Fama Roberta Sá (cuja
 > música me agrada muito; o que não quer dizer que seja música boa)?
 > Qual destas artistas faz mais o estilo "artista produzida"? Qual faz
 > mais sucesso? Qual delas tem mais inserção popular?
 > 
 > Abs,
 > 
 > Eugenio
 > 
 > 
 > 
 > 
 > Em 08/03/08, Jefferson Rodrigues escreveu:
 > > Já faz um tempo que a turma vem dizendo isso e sempre vejo bem depois. 
 > > Agora acho que ainda dá tempo. Ainda está dentro da discussão:
 > >
 > >
 > > "Mas que os MCs modificaram a batida do funk e puseram jongo, isso sim 
 > > rolou."
 > >
 > >
 > > "Batida" do Jongo???? Qual jongo?
 > > Quem falou isso?
 > > Gostaria de saber mais.
 > >
 > > Abraço!
 > >
 > > Lagosta.
 > >
 > > henriqsilva escreveu: Caio, meu irmão (permita-me chamál-lo assim) 
 > > primeiramente vamos aos pontos em que eu concordo plenamente com você:
 > >
 > > 1) O funk carioca é muito ruim.
 > > Sim, de música; de letra e de temática. Pelo menos o que se ouve 
 > > maciçamente por aí.
 > > 2) Existem coisas muito melhores nesse Brasilzão.
 > > Sem a mínima sombra de dúvida. Se ao tempo de Mario de Andrade ele, 
 > > enquanto pesquisador de música popular, já hávia catalogado mais de 300 
 > > rítmos diferentes só nesse universo regional, imagine isso hoje (ainda que 
 > > não tenha passado assim tanto tempo. Isso foi alí anos 1920/30).
 > > 3) Infelizmente a mídia não dá a menor bola. Isso é líquido e certo. O 
 > > primeiro, o segundo e o terceiro propósito da mídia de massa é anunciar e 
 > > vender produtos e ideologias. Elevar o nível estético e cultural do 
 > > ouvinte, isso jamais se cogita. Ha não ser que haja uma razão lucrativa 
 > > para tal.
 > > Mas que os MCs modificaram a batida do funk e puseram jongo, isso sim 
 > > rolou. E que se diferenciaram do funk da matriz norteamericana, isso 
 > > também rolou. Tanto é que agora estão aí ganhando o mundo com o som deles. 
 > > Pagar pra ver, conforme você disse, eu também não pago não. Meu universo 
 > > musical é outro.
 > >
 > > Henrique Silva
 > >
 > >
 > > Que um gênero surja de outros não resta dúvida, e que alguns gêneros se 
 > > aperfeiçoaram com o tempo, também, o que está em questão aí é o resultado 
 > > de um cópia feita a partir algo ruim, e que resultou em algo ainda pior, 
 > > essa é minha análise. Pode ser que essa coisa de Funk Carioca resulte em 
 > > algo aproveitável no futuro, pode ser, mas eu não vou pagar pra ver...... 
 > > existem coisas muito melhores nesse brasilzão, que a maioria dos 
 > > brasileiros nem conhecem e que infelizmente a mídia não dá a menor bola 
 > > pra isso, pois CULTURA POPULAR é coisa chata pra quem só entende de 
 > > intrigas de BBBs da vidasinha cotidiana, ou seja povão anesteziado.....
 > > >
 > > > Caio Pontual
 > > ----- Original Message -----
 > > From: henriqsilva
 > > To: caioapf
 > > Cc: tribuna
 > > Sent: Thursday, March 06, 2008 6:50 PM
 > > Subject: Re:[S-C] FUNK ????? /Era: Grupo Malandragem (da Argentina)
 > > >
 > >
 > > > A flor de lótus, linda!, nasce no lôdo. O antídoto que cura picada 
 > > > venenosa é tirado do próprio veneno. Zilhões de obras de artes são 
 > > > feitas de lixo reciclado. E porque não poderá, um dia, nascer do funk 
 > > > carioca, que hoje até já tem batida de jongo, alguma coisa 
 > > > interessante?!... Torno á dizer o choro, o samba ( que nós gostamos e 
 > > > praticamos) e qualquer outro gênero, não nasceram prontos, todos 
 > > > passaram por um longo processo de lapidação. Daí que qualquer artista 
 > > > genial, que sempre existe e sempre existirá, mesmo no meio dos 
 > > > engolidores de lixo, engolirá o tal lixo e vomitará pérolas. Quanto a 
 > > > isso, meu caro Caio, não tenha dúvida,acontecera. A história da 
 > > > humanidade, como um todo, está povoada desses exemplos. E a história do 
 > > > Brasil, particularmente falando, também. E só se ter olhos e ouvidos de 
 > > > ver e ouvir a vida historicamente.
 > > >
 > > > Henrique Silva
 > > > > ----- Original Message -----
 > > > > From: "Caio Pontual"
 > > > > To: "henriqsilva"
 > > > > Sent: Thursday, March 06, 2008 3:23 PM
 > > > > Subject: Re: Re:[S-C] Re: Grupo Malandragem (da Argentina)
 > > > >
 > > > >
 > > > > > Se o Funk Carioca é algo antropofágico, eu pergunto, quem engole e 
 > > > > > digere
 > > > > > lixo, vai produzir o que ?
 > > > > > Caio Pontual.
 > > > > >
 > > > > > ----- Original Message -----
 > > > > > From: "henriqsilva"
 > > > > > To: "soniapalhares"
 > > > > > Cc: "carolina.ga" ; "tribuna"
 > > > > >
 > > > > > Sent: Wednesday, March 05, 2008 1:42 AM
 > > > > > Subject: Re:[S-C] Re: Grupo Malandragem (da Argentina)
 > > > > >
 > > > > >
 > > > > > Eu creio que nós, brasileiros temos, em arte e cultura, uma grande
 > > > > > capacidade antropofágica sim. Principalmente em música. O caso do 
 > > > > > funk
 > > > > > carioca é bem representativo desta afirmação deglutidora, ele, 
 > > > > > realmente,
 > > > > > já é outra coisa diferente daquela coisa "Miami bass" que começou a 
 > > > > > ser
 > > > > > massificada alí já na metade dos anos 1980. Se vocês prestarem bem
 > > > > > atenção veram que a batida do funk carioca hoje é jongo, áquele 
 > > > > > jongo de
 > > > > > levada mais rápida, cujo nome não me lembro agora. O problema do 
 > > > > > funk são
 > > > > > as letras e os temas recorrentes.
 > > > > >
 > > > > > Henrique Silva
 > > > > >> Carol:
 > > > > >
 > > > > >>
 > > > > >>
 > > > > >> O Maestro Júlio Medaglia disse em entrevista na Caros Amigos, nº 67:
 > > > > >> "(...) Agora, do ponto de vista artístico, social, cultural acho 
 > > > > >> trágico
 > > > > >> o negro brasileiro abandonar suas raízes africanas para se tornar 
 > > > > >> colono
 > > > > >> da música negra da periferia de Los Angeles." E ele continua a 
 > > > > >> atacar:
 > > > > >> "(...) o problema nesta história é precisar o negro brasileiro ser 
 > > > > >> colono
 > > > > >> do negro americano para poder dar sua mensagem. E é uma coisa muito
 > > > > >> limitada, musicalmente paupérrima."
 > > > > >>
 > > > > >> É isso o que eu acho também! Eles nos empurram o lixo cultural 
 > > > > >> deles e
 > > > > >> nós consumimos aqui e ainda rimos.
 > > > > >>
 > > > > >>
 > > > > >> Sonia Palhares (BsB-DF)
 > > > > >>
 > > > > >>
 > > > > >> ----------------------------------------
 > > > > >> > Date: Tue, 4 Mar 2008 23:51:49 -0300
 > > > > >> > From: [EMAIL PROTECTED]
 > > > > >> > To: [EMAIL PROTECTED]
 > > > > >> > Subject: Re: [S-C] Re: Grupo Malandragem (da Argentina)
 > > > > >> > CC: [email protected]
 > > > > >> >
 > > > > >> > Poxa, sabendo que todos temos diferentes opiniões e que essa é a 
 > > > > >> > grande
 > > > > >> > graça da vida, vou ter que discordar de você, Sônia, sobre o 
 > > > > >> > funk. Não
 > > > > >> > falo
 > > > > >> > do seu direito de gostar ou não. Nisso te respeito até o fim... 
 > > > > >> > mas
 > > > > >> > quando
 > > > > >> > vc fala que eles (que acredito que sejam os funkeiros) tenham que
 > > > > >> > acordar,
 > > > > >> > aí é que eu discordo. Mas então vamos lá, qual é a crítica? Funk 
 > > > > >> > como
 > > > > >> > música
 > > > > >> > de alienado??? O que é música de colonizado, não seriam todas que 
 > > > > >> > a
 > > > > >> > gente
 > > > > >> > faz??? A gente nasceu colonizado, tudo o que aqui se fez depois 
 > > > > >> > que
 > > > > >> > Portugal
 > > > > >> > desembarcou está no mesmo barco... Funk é música de colonizado, 
 > > > > >> > mas
 > > > > >> > então o
 > > > > >> > que dizer do choro, que veio de influências das músicas da 
 > > > > >> > nobreza dos
 > > > > >> > bailes de salão do Império. Acho, e aí está a minha crítica que, 
 > > > > >> > aqui
 > > > > >> > tudo
 > > > > >> > surge inventado e a nossa grande originalidade é a nossa 
 > > > > >> > capacidade de
 > > > > >> > olhar
 > > > > >> > o que existe e fazer diferente. Foi assim que o choro se 
 > > > > >> > diferenciou da
 > > > > >> > polca e é assim que o funk carioca se diferenciou do funk 
 > > > > >> > americano.
 > > > > >> > Afinal
 > > > > >> > de contas o funk que se faz no Rio não tem similares em parte 
 > > > > >> > alguma do
 > > > > >> > mundo. Ele fala de uma realidade: do sexo, da violência, seja do 
 > > > > >> > que
 > > > > >> > for, de
 > > > > >> > um jeito muito particular, que só ele faz, porque a música é 
 > > > > >> > cultural,
 > > > > >> > ou
 > > > > >> > seja, é uma forma de dizer, um jeito de estar no mundo. Quando os
 > > > > >> > argentinos
 > > > > >> > tocam samba e cantam "derrêêête", eles já estão emprestando ao 
 > > > > >> > samba
 > > > > >> > novos
 > > > > >> > significados. Gostar ou não são outros 500! Mas a crítica de 
 > > > > >> > música de
 > > > > >> > colonizado eu não concordo. Afinal de contas esse papo de
 > > > > >> > "genuinamente" é
 > > > > >> > papo furado! Já diziam os mestres: as tradições foram inventadas. 
 > > > > >> > Essas
 > > > > >> > escolhas que decidem o que é música de alienado ou não engendram
 > > > > >> > consigo
 > > > > >> > disputas de poder complexas que não podem ser desconsideradas.
 > > > > >> > Provavelmente
 > > > > >> > muitos lá fora acreditam que o samba é música de alienado.
 > > > > >> > Desconsiderar o
 > > > > >> > poder de atuação do outro o chamando de alienado é fácil, mas 
 > > > > >> > quantas
 > > > > >> > vezes
 > > > > >> > se busca compreender o que ele faz, dito por eles mesmos. Farinha 
 > > > > >> > pouca
 > > > > >> > meu
 > > > > >> > pirão primeiro! Devemos ter muito cuidado ao falar dos outros, 
 > > > > >> > porque
 > > > > >> > uma
 > > > > >> > hora os outros somos nós!
 > > > > >> >
 > > > > >> > Gente não é briga tá. Só um ponto de vista.
 > > > > >> >
 > > > > >> > Ao debate!!!
 > > > > >> >
 > > > > >> > --
 > > > > >> > Carol.
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