Se (parte da) obra caiu em domínio público, é normal que o pessoal comece a
mexer nela. Regravem de todas as maneiras que quiserem, porque o samba de
Noel é intacto em sua essencia. Podem colocar uma bateria funk no "com que
roupa"... eu vou continuar ouvindo as versões com cavaquinho e violão.
O fato é que, no momento em que ressoar uma guitarra distorcida em algum
samba do mestre, ele vai se remexer no caixão...
Em 20/05/08, vini correia <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> salve salve
> para ajudar na reflexão, vejam que interessante este trecho da entrevista
> com o Nei Lopes feita pela Rede Brasil...
> ajuda a entender também o pensamento do mestre
> "o samba nào está no formol"
>
> abs
>
> <http://www.redebrasil.tv.br/salto/entrevistas/nei_lopes.htm>
>
> -------------------
>
>
> *Salto – O senhor acredita que o samba ainda é visto de maneira
> preconceituosa?*
>
> Nei Lopes – Absolutamente, completamente preconceituosa. O samba é sempre
> associado, primeiro por suas origens negras, o samba é sempre associado à
> escravidão, associado à pobreza, é associado à favelização, associado à
> criminalidade, e essa é a grande estratégia que é usada pela indústria
> cultural globalizante, no sentido de colocar o samba numa condição
> subalterna sempre. E é também uma estratégia que compõe todo esse complexo
> de dominação e de colonização cultural. Uma das estratégias também é taxar
> o
> samba como uma coisa imóvel, como uma coisa velha, como uma coisa que não
> se
> renova. Eu escrevi um livro, há uns dois anos, chamado Samba b – a – ba, o
> samba que não se aprende na escola. Esse livro mereceu oito páginas de uma
> revista elegante, uma revista finíssima que é editada em São Paulo,
> editada,
> inclusive com muito patrocínio do Governo. Então, é uma revista muito
> bonita, de altíssimo nível, ela tem papel couchê, custa caríssimo nas
> bancas... Essa revista se ocupou do meu livro, num artigo altamente
> tendencioso, usou 8 páginas para falar do meu livro, acusando o livro de
> coisas: que o livro era passadista, era reacionário. O título da chamada de
> capa dessa crítica, veja bem, dizia assim: "Nei Lopes – O samba em formol".
> Eu absolutamente não advogo que o samba tenha que ficar "museificado",
> tenha
> que ficou imóvel, nada disso, eu sou uma das pessoas que mais propugnam
> pela
> visibilidade, pela diversidade, pela multiplicidade do samba. Agora mesmo,
> estamos aqui no estúdio, estou concluindo mais uma produção, mais um disco
> meu, um disco em que eu procuro evidenciar essa diversidade, por exemplo. É
> um disco de samba com algumas informações afro-cubanas, porque eu acho que
> os universos do samba são irmãos. São muito semelhantes, são duas coisas
> que
> se cruzam a todo momento, o que não acontece, por exemplo, com a música
> afro
> norte-americana, em relação à brasileira. Os negros americanos não usaram
> tambor, foram historicamente despossuídos do tambor pela colonização, pela
> evangelização dos protestantes. Enquanto que os negros da
> América-hispânica,
> da América portuguesa, como, nós, usaram sempre o tambor. Então, você pega
> a
> música de Cuba, a música de Porto Rico, a música da República Dominicana, a
> música do Haiti, até o próprio Prata, do Uruguai até a Argentina, há uma
> similitude entre essas músicas, porque elas têm origens comuns, a origem na
> grande civilização Banto, lá do Congo, Angola e adjacências, o que não
> ocorre com a música dos Estados Unidos. Então, você pega um samba e o
> associa com a música afro-hispânico, a música centro-americana, é
> absolutamente coerente, não é colonização, nem coisa nenhuma. Você está
> promovendo o encontro entre parentes que foram, de uma certa forma,
> dispersos pela escravidão e etc. e tal. Então, eu procuro no meu trabalho,
> sempre que posso, chamar o samba para essas associações e exatamente por
> isso. Para mostrar que o samba é plurifacetado, o samba é um gênero musical
> altamente rico, não é velho, porque ele se renova a cada momento, desde o
> primeiro samba, registrado como samba, que foi "Pelo telefone", a gente
> observa que, a cada década, há uma renovação da expressão dessa pluralidade
> do samba, que também está vivo até hoje por causa disso. E, às vezes, até é
> meio difícil perceber essa diversidade, inclusive em sub-gêneros, que às
> vezes são mostrados como gênero, como por exemplo, a Bossa Nova, é um
> samba,
> é uma forma de fazer samba. O choro como forma instrumental de se tocar o
> samba, o chamado sambop, o samba jazz surgido aqui no Rio de Janeiro no
> contexto da Bossa Nova, o samba de piano, baixo e bateria. Aí está um dos
> poucos momentos em que a tradição norte-americana e a tradição brasileira
> se
> encontram. Mas se encontram por via do jazz primeiro, mas o jazz tocado com
> um acento de samba e por aí vai. Então, o samba é essa diversidade,
> inclusive essas formas mais modernas, supostamente mais modernas, que
> emanam
> da Bahia com muita sensualidade, com muita, o chamado samba-axé, ou samba
> de
> quebradeira, são tradições também bastante arcaicas do Recôncavo Bahiano,
> das quais indústria cultural se apropriou. Então, o que eu procuro fazer
> sempre, é mostrar essa diversidade, essa pluralidade e mostrar que o samba
> está vivo aí, não está velho e não está no formol.
>
> *Salto – Por que o senhor acredita que o conceito de pluralidade cultural
> ganha tanta importância no mundo hoje?*
>
> Nei Lopes – Eu acho que há uma dualidade de pensamento aí, eu acho que os
> intelectuais, os intelectuais "do bem" (risos), procuram enfatizar a
> questão
> da pluralidade e procuram valorizar essa questão. Ao passo que outras
> expressões intelectuais que não são tão "do bem" assim, que estão visando
> muito mais o capital, são expressão de um capitalismo bastante perverso,
> bastante massacrante, já não valorizam a pluralidade do jeito que a
> intelectualidade do bem valoriza. Porque não interessa... o mundo hoje é
> comandado por corporações, cada vez menos corporações. Digamos que hoje
> você
> tem conglomerados, uns 4 ou 5 conglomerados comandando a cultura no mundo
> inteiro. Então, evidente, que quanto mais se concentra o poder nas mãos
> desses conglomerados, menos a pluralidade interessa. Você tem, para dominar
> o mercado, você tem que ter um mercado homogêneo. Então, essa homogeneidade
> é contra todo tipo de pluralidade. Eu acho que quem valoriza a pluralidade
> somos nós, eu, você (apontando para a equipe do Salto), os espectadores aí
> que estão assistindo ao nosso programa, mas o grande, o Big Brother que
> manda nessa história toda, eu acho que ele não gosta de pluralidade não.
>
> *Salto – O senhor acredita que a música popular brasileira retrata a
> pluralidade cultural do país?*
>
> Nei Lopes – Olha, existem duas músicas populares brasileiras, dois
> escaninhos de música popular brasileira. Existe a música popular brasileira
> que é espontânea, de criação popular mesmo e essa você vai encontrar onde?
> Nas produções independentes, nos centros mais afastados. E existe outra
> música imposta por essa indústria de que nós estamos falando, cujos
> porta-vozes são os meios de comunicação atrelados a essa indústria. A gente
> teve, dias atrás, a entrega de um prêmio, que é supostamente o prêmio mais
> importante da música popular brasileira, em que não houve nenhuma premiação
> para o gênero samba, houve para o hip hop, para o universo pop, mas no
> entanto, numa estratégia, aquela coisa do álibi, numa espécie de álibi, o
> que os organizadores do prêmio fizeram? Pegaram o Jamelão, o nosso grande
> José Bispo Clementino dos Santos, nosso grande mangueirense, botaram lá e
> fizeram um grande final da premiação com Jamelão, mais a Escola de Samba da
> mangueira. É sempre assim! Efetivamente o samba não tem nada a ver, não
> participa do mercado, isso na visão deles, mas aí como álibi, para não
> dizer
> que são anti-samba, ou antinacionais, o que que fazem? Pegam alguém que
> representa alguma coisa do samba e bota num "gran finale", num oba-oba e
> etc
> e tal. Quer dizer, então o que a gente vê é isso. Apesar disso tudo, existe
> hoje uma produção musical independente muito forte, no Brasil inteiro.
> Existe uma rede natural e espontânea de troca de informações, a internet
> inclusive veio facilitar muito isso. Os artistas do samba estão trabalhando
> e muito bem, eu inclusive, em todo país, sempre sendo prestigiado, sempre
> sendo chamados, independente de qualquer coisa, Evidentemente que ninguém
> do
> samba, pelo menos o que eu conheça, à exceção de uns dois ou três, que
> merecidamente está lá no pódio, à exceção de um ou dois que a indústria
> cultural admitiu. Nenhum sambista está andando de BMW, tendo jatinhos, etc
> e
> tal... Mas, pelo menos, os que estão trabalhando estão conseguindo, como
> trabalhadores, ter uma remuneração condizente dentro dos padrões nacionais.
> Isso é importante, nós somos trabalhadores da música, não somos? Ninguém
> nasceu para ser "superstar", ser "popstar". Então, a gente tendo a
> remuneração condigna, tendo a possibilidade de cuidar direitinho da saúde,
> tendo a possibilidade de aos 62 anos ter essa aparência bonita, modéstia à
> parte, então tudo bem, está tudo certo, está tudo legal.
>
>
> na íntegra: http://www.redebrasil.tv.br/salto/entrevistas/nei_lopes.htm
>
>
>
>
>
> 2008/5/20 Eugenio Raggi <[EMAIL PROTECTED]>:
>
> > Vini,
> >
> > Na prática, parafraseando o exemplo do purismo arquitetônico, é como
> > se tivéssemos de manter locações sem instalações elétricas, um espaço
> > tombado onde não se possa sequer estalar uma rede lógica, por que
> > danificaria o aspecto original.
> >
> > Proibir releituras, misturas e outras utilizações daquilo que é um
> > patrimônio do povo (e a ele legalmente pertence!!) é um ato insano,
> > pretensioso e covarde.
> >
> > Perdoai-os, Nei Lopes, eles não entendem nada daquilo que você diz....
> >
> > Abs,
> >
> > Eugenio
> >
> >
> >
> >
> >
> > Em 20/05/08, vini correia<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> > > meus caros, este tema mais uma vez me chamou a atençao...
> > >
> > > qual o problema fazer uma releitura de uma obra de dominio publico?
> > > qual o problema um artista mostrar sua impressao, sua interpretacao
> > sobre
> > > uma obra original?
> > > qual o problema fazer um noel versão drum n bass eletronico??
> > > ou noel versão reggae-dub-cubano-trip-hop-sei-lá-o-que??
> > >
> > > Isso não é desmerecer o seu trabalho, talento e importancia, muito
> pelo
> > > contrário!
> > >
> > > sinto muito, mas vou ter que por lenha nesta conversa de botequim...
> > >
> > > faz um tempo que conheci um trabalho de uns musicos brasileiros
> chamado
> > > beatles n choro . Trata-se de releituras instrumentais de algumas
> > musicas
> > > dos beatles numa linguagem e estrutra de choro. Cara, ficou muito
> > curioso
> > > e criativo este antropofagismo! E a meu ver isto não é nenhum
> > desrespeito
> > > para com a obra original...é uma homenagem linda! Até recomendo!
> > >
> > > é uma grande bobagem comparar releituras de clássicos da música
> > brasileira
> > > como se fossem terriveis e ameaçadoras interferencias em obras
> > > arquitetonicas tombadas.... Ambos podem ser patrimonio histórico, mas
> > uma
> > > coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. A música é abstrata, a
> > obra
> > > arquitetonica é concreta (palpável). Ao contrario da arquitetura, com
> a
> > > musica podemos explorar inumeras versoes e ainda conservar a sua obra
> > > original de forma intacta, na voz do autor e o escambau!! Olha que
> legal
> > > esta diversidade, esta pluralidade!! Temos inumeras opcoes para
> escolher
> > > quando e qual versao ouvir e gostar. Olha que bacana! Se vc só gosta
> da
> > > versao original, escute a versao original e nao perca seu tempo com
> > aquele
> > > discurso de que o mundo está perdido, vai de mal a pior, blablabla...
> > >
> > > é preciso respeitar o gosto dos outros, gente!! Já vi pessoas ouvindo
> > > emocionadas a Beth cantando Feitiço da Vila e outras amarradonas
> ouvindo
> > a
> > > versao original de noel pelo vinil ou mp3. Qual é o problema? Deixem
> > cada um
> > > ser feliz do seu jeito!! Vamos parar com esta coisa ranzinza, e
> > > conspiratória .... Certas criticas negativas me soam como a história
> da
> > > música do proprio noel:
> > >
> > > "Quem é você que não sabe o que diz? Meu Deus do Céu, que palpite
> > infeliz!"
> > >
> > >
> > > viva a diversidade!!
> > >
> > > abs
> > > Vini Correia
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > 2008/5/19 Caio Pontual <[EMAIL PROTECTED]>:
> > >
> > >
> > > > Bem, eu concordo com vc no que diz respeito a manutenção da obra
> como
> > ela
> > > > foi concebida, por respeito e pela manutenção (ou conservarão) da
> > própria.
> > > > Porém não vejo problema quando se faz adaptações ou arranjos dessas
> > mesmas
> > > > obras porem mantendo (ou respeitando) a melodia original, concordo
> com
> > vc
> > > > quando muitas vezes transforma-se uma música que era originalmente
> um
> > gênero
> > > > e transforma-se em outro ou quando o arranjo deturpa totalmente a
> > melodia,
> > > > aí sim é condenável. Portanto é preciso bom censo e tb porque não,
> bom
> > > > gosto.
> > > >
> > > > Um abraço.
> > > > Caio Pontual
> > > >
> > > > ----- Original Message ----- From: "Daniel Capu" <
> > > > [EMAIL PROTECTED]>
> > > > To: "Caio Pontual" <[EMAIL PROTECTED]>
> > > > Sent: Monday, May 19, 2008 9:38 AM
> > > > Subject: Re: [S-C] FW: Obra de Noel
> > > >
> > > >
> > > > Particularmente, Caio, em se tratando de Noel, sou contra qualquer
> > > > manifestação criativa com a sua obra. Isso, por que, partilho e vou
> > mais
> > > > além da opinião do Nei. Além de ser uma obra atual, de temas -
> > letras,
> > > > melodias - como você naturalmente conhece, a riqueza da obra é, e
> > sempre
> > > > será, a sua preservação como fora concebida. Numa analogia de
> sentido,
> > > > seria
> > > > como pegarmos uma obra arquitetônica tombada como patrimônio
> histórico
> > e
> > > > colocá-la à disposição de alguns arquitetos modernosos para
> intervirem
> > na
> > > > fachada, modificando-a. O propósito desse projeto é justamente esse.
> > > > Incentivar a intervenção melódica e de linguagem musical numa obra
> > que, a
> > > > meu ver, não pede nem nunca vai pedir nada disso. O acesso a todos
> > através
> > > > da net e a lei que permie torná-la domínio público entendo como algo
> > > > positivo. Só considero "bobagem", e em nada me atrairia, um projeto
> em
> > cima
> > > > dessa causa, que entendo não existir.
> > > >
> > > > Um abraço
> > > > Daniel Capu
> > > >
> > > >
> > > > On 5/18/08 12:45 PM, "Caio Pontual" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > > >
> > > > Não entendi bem sua crítica, é contra as misturas ou é o fato das
> > músicas
> > > >> tornarem domínio público ?
> > > >> Um Abraço.
> > > >> Caio Pontual
> > > >>
> > > >>
> > > >> ----- Original Message -----
> > > >> From: "Daniel Capu" <[EMAIL PROTECTED]>
> > > >> To: <[email protected]>
> > > >> Sent: Friday, May 16, 2008 11:19 AM
> > > >> Subject: [S-C] FW: Obra de Noel
> > > >>
> > > >>
> > > >>
> > > >>
> > > >> Caros amigos,
> > > >>
> > > >> Acabo de ler na Folha uma matéria sobre um projeto (nem me lembro
> de
> > > >> quem?)
> > > >> para a obra de Noel que começa a cair em domínio público.
> > > >> O que mais me entristece não é o oportunismo firmado nessa onda de
> > que
> > > >> agora
> > > >> a moda é misturar tudo. Pegar uma miscelânea de ritmos e culturas,
> > bater
> > > >> tudo num liquidificador e servir pra um monte de gente beber e
> fazer
> > uma
> > > >> cara de quem come iguaria fina, que apesar do péssimo paladar,
> > esbanja um
> > > >> sorriso de satisfação.
> > > >>
> > > >> Não pretendo aqui dissertar sobre um modelo de indústria de consumo
> > > >> cultural, e muito menos criticar quem goste desse ritmo frenético
> de
> > > >> consumo
> > > >> a que somos diariamente sujeitados. Esse papo de que tudo agora tem
> > que
> > > >> estar na internet, ao alcance de todo mundo. ³Peraí!!² Ainda leio
> na
> > > >> reportagem que essa seria uma maneira de homenagear uma das
> intenções
> > de
> > > >> Noel, dizendo ser uma característica sua se dar com todo mundo. Tá
> > bom! Se
> > > >> a
> > > >> lei permite, que façam!
> > > >>
> > > >> Como o Nei lopes disse, ³acho uma grande bobagem!²
> > > >>
> > > >> Daniel Capu
> > > >> BH
> > > >>
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