Carlos,
              Não é bem assim como você esta falando, o que eu escuto muito é
'quem vai me por para fora? ', ou 'se eu fizer ganho se não fizer ganho do
mesmo jeito'. Acho que você sabe do que eu estou falando.



Citando "Carlos B. Schwab" <[EMAIL PROTECTED]>:

> Ricardo, isso não tira a necessidade de adotar-se um padrão.  A lógica
> induz-me a trabalhar com o formato nativo e não com um "alienígena" ainda
> que este seja  compatível.  Lembre-se que a compatibilidade não é de 100%
> e sempre haverá uma margem para falhas.
>
> Quanto à base de documentos existentes no formato utilizado anteriormente,
> ou deixa-se como está, e naturalmente, com o passar do tempo, ela tenderá
> a ser menor que a base no novo formato.  Ou converte-se ao novo formato,
> claro que isso exigirá algum esforço, mas trará toda sua base para um
> padrão aberto
>
> Para o intercâmbio externo, o ideal é utilizar-se de padrões que sejam
> facilmente aceitos por qualquer suíte office ou editor de textos.  O
> SERPRO utiliza os formatos do OOo internamente e rtf para intercambio, por
> exemplo.  Quanto à  planilhas de cálculo, eu reconheço que aqui a coisa é
> um tanto mais restrita, principalmente se há utilização de macros e
> fórmulas.
>
> Agora Ricardo, no tocante aos "certos vícios" dos servidores públicos...
>
> Não sou muito fã de organizações militares, mas há nelas duas coisas que
> faltam muito às organizações governamentais civis: disciplina e respeito à
> hierarquia. Lá as ordens se fazem cumprir, "certos vícios" são curados e
> todos seguem as diretrizes determinadas pelo comando.
>
> Infelizmente, nas instituições civis "certos vícios" são permitidos, sejam
> por regras não existentes, mal determinadas ou não cumpridas. Sejam por
> inapetência do comando ou irresponsabilidade e falta de respeito à ordem
> por parte dos comandados.
>
> Não prego o autoritarismo do chefe ou disciplina militar, mas como
> servidores públicos, não estamos isentos de cumprirmos as ordens, de
> seguirmos as regras acatando as diretrizes administrativas do órgão em que
> trabalhamos. Devemos ser profissionais.
>
> Tenho dez anos de serviço público, sendo que sete deles em cargo de chefia
> e sei que é possível corrigir certos vícios sem gerar atritos.  Basta
> saber fazer e, principalmente, querer fazer isso.
>
>
> --- Ricardo Barroso <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> > Carlos,
> >                Trabalho em um orgão público e também adotei o padrão M$
> > para os documentos tanto interno como externo, pois se você tentar usar
> o
> > formato do OOo com usuários que vem usando Word já a algum tempo a
> > confusão que isso vai causar é muito grande, eles simplesmente não
> > aceitam, e não se esqueça que funcionário público tem estabilidade de
> > emprego e consecontemente é impossível tirar certos vícios que eles tem.
>
>
>
> Carlos B. Schwab
>
>         Porto Alegre, RS
>
> Email: [EMAIL PROTECTED]
> Linux user #178140, since oct 1996.
> "Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo!!"
> - Raul Seixas
> "Quem come de tudo está sempre mastigando"
> - XSandro
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